domingo, 13 de abril de 2014

Cruzeiro domina o Atlético e conquista o título mineiro de 2014

Com o Mineirão lotado novamente pela China Azul, o Cruzeiro demonstrou mais uma vez o grande futebol que lhe rendeu o título brasileiro do ano passado, dominou o Atlético-MG durante toda a partida, empatou o jogo em 0 x 0, na tarde deste domingo, e conquistou o título da 100ª edição do Campeonato Mineiro de maneira invicta.

Maior de Minas

A superioridade técnica do atual campeão brasileiro ficou evidente desde o início da partida e, mesmo tendo a vantagem de ser campeão com um empate, esteve mais perto da vitória durante todo o jogo.

Com o domínio das ações e o controle total do meio-campo, a Raposa quase abriu o marcador logo no primeiro minuto, em um chute forte de Lucas Silva, da intermediária, que explodiu no travessão.

Jogando nos erros da Raposa, o adversário chegou com perigo ao ataque aos 11 minutos, em uma jogada de Alex Silva, que recebeu de Ronaldinho Gaúcho e cruzou na pequena área para Tardelli. O paraguaio Samudio chegou primeiro e evitou a finalização do atacante.

Empurrado pela maior torcida de Minas Gerais, que jogou com o time durante todo o confronto, o Cruzeiro pressionava bastante o adversário, que se virava atrás como podia.

Aos 26, em contra-ataque, Everton Ribeiro recebeu no meio-campo, penetrou na grande área e cara a cara com o goleiro Victor, finalizou mal, para fora, desperdiçando claríssima oportunidade de gol. Um minuto depois, Júlio Baptista aproveitou falha de Michel dentro da área e chutou forte, mas Victor fez ótima defesa.

Com muita garra e determinação, a Raposa ganhava praticamente todas as divididas e não dava chances para o adversário construir as jogadas ofensivas.

As chances de gols do Cruzeiro eram muitas, como na bicicleta de Júlio Baptista, aos 44, que Victor defendeu mais uma vez, mas o placar permaneceu inalterado até o final da primeira etapa, apesar da enorme superioridade celeste.

Mais um título sobre o rival

O segundo tempo começou como o primeiro, com a equipe cinco estrelas em busca do gol e o adversário tentando evitar a derrota e procurando algum espaço para atacar. Everton Ribeiro, que fez mais uma grande partida, arriscou de longe e Victor colocou para escanteio.

Gigante em campo, o endiabrado Everton Ribeiro recebeu passe de Júlio Baptista na entrada da área, fez o corta-luz e a bola sobrou Ricardo Goulart, que finalizou mal, para fora.

Aos poucos o adversário teve que sair um pouco mais para o ataque, já que o resultado não lhe interessava de maneira alguma, e deu mais campo para a Raposa, que quase marcou, em um chute colocado de Júlio Baptista, que Victor segurou. Júlio Baptista tentou novamente, desta vez de cabeça, para fora.

Aos 42, Souza chutou de longe, à esquerda do gol de Victor, na última chance de gol da Raposa, que empatou a partida e, como teve melhor campanha na primeira fase do Campeonato Mineiro, conquistou mais um título mineiro.

CRUZEIRO 0 X 0 ATLÉTICO-MG

Motivo: Jogo de volta da final do Campeonato Mineiro
Data: 13/04/2014 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa/RS)

Cruzeiro
Fábio; Ceará, Bruno Rodrigo, Dedé e Samudio; Henrique, Lucas Silva, Everton Ribeiro (Tinga) e Ricardo Goulart (Willian); Dagoberto (Souza) e Júlio Baptista
Técnico: Marcelo Oliveira

Atlético-MGVictor; Michel (Neto Berola), Leonardo Silva, Otamendi e Alex Silva; Pierre (Claudinei), Leandro Donizete, Guilherme (Fernandinho) e Ronaldinho Gaúcho; Diego Tardelli e Jô
Técnico: Paulo Autuori

Cartões amarelos: Leandro Donizete, Michel, Pierre e Neto Berola (Atléico-MG); Samudio, Dagoberto e Everton Ribeiro (Cruzeiro)

Site Oficial do Cruzeiro / http://www.cruzeiro.com.br/
Foto: Gualter Naves/Light Press

Atlético vence o Goiás e é Campeão do Goianão 2014

Goiás e Atlético fizeram um jogo equilibrado e com lances polêmicos na tarde deste domingo, na decisão do campeonato goiano da temporada 2014. O Atlético marcou com o zagueiro Lino aos 48' da segunda etapa e conquistou o título da temporada 2014.

O Atlético começou melhor nos dois tempos do jogo, mas, o time do Goiás, equilibrou as ações. No segundo tempo, a equipe alviverde teve um pênalti a favor que foi defendido pelo goleiro Márcio; o rubro-negro goiano até marcou, mas, o bandeirinha marcou impedimento do ataque atleticano, que estava em posição legal.

O rubro-negro goiano lutou até o final da partida, e o Goiás com um a menos, após, a expulsão do lateral-direito Vitor aos 38' da segunda etapa, foi para cima do alviverde goiano e ao final do jogo conseguiram marcar o gol que deu o título ao Atlético Clube Goianiense.

Com a promoção feita pelo Goiás, no preço dos ingressos que foram colocados a venda por R$ 20 reais as arquibancadas e R$ 40 para as cadeiras, os torcedores com camisa do clube pagando metade do preço, para a decisão deste domingo, foi registrado o melhor público da competição, 23.197 pagantes, com renda de R$ 277.930,00.

Diário da Manhã / http://www.dm.com.br/

Inter goleia Grêmio e conquista o tetracampeonato gaúcho

Pode soltar o grito de "É tetracampeão", colorado!!! Com uma goleada avassaladora de 4 a 1 sobre o Grêmio na tarde deste domingo, no Centenário, o Internacional conquistou o título estadual pela quarta vez consecutiva. Alex (2), D'Alessandro e Alan Patrick, de pênalti, marcaram os gols colorados em Caxias do Sul. No primeiro clássico, o Clube do Povo havia vencido por 2 a 1 na Arena, o que representa o incrível placar agregado de 6 a 2. Este foi o 43º título gaúcho do Clube do Povo.

Time com novidades

O time que iniciou o clássico de número 401 teve mudanças em relação à escalação utilizada no primeiro confronto da decisão. Ernando foi o companheiro de Paulão na zaga e Alan Patrick ganhou aa titularidade no meio-campo.

Duelo truncado

Como é tradicional na história do Gre-Nal, a forte marcação imperou desde os primeiros movimentos da partida. A tarefa dos atacantes de furar o bloqueio das defesas não estava fácil. A 1min, na primeira investida ofensiva do clássico, Pará chutou à esquerda do gol de Dida. Aos 4min, um erro do assistente prejudicou o Inter: após jogada no fundo do campo, Alex recebeu livre no interior da área, mas Marcelo Barison entendeu que a bola havia ultrapassado a linha de fundo.

Aos 7min, o Colorado fez boa troca de passes e Alex cruzou buscando Rafael Moura, mas Marcelo Grohe interceptou a bola pelo alto. Aos 11min, Edinho arriscou de longe, mas a bola ganhou muita elevação. Aos 23min, após bate-rebate na área colorada, Alan Ruiz disparou chute cruzado por cima do travessão.

D'Ale faz 1 a 0 e Inter cresce

Aos 26min, Rafael Moura apertou Werley no interior da área e o zagueiro acabou se atrapalhando com a bola. Foi então que D'Alessandro surgiu para chutar no cantinho esquerdo para abrir o placar no Centenário! Foi o oitavo gol do meia em clássicos!

O Inter cresceu com o gol. Encaixou a marcação e passou a controlar o jogo. O Grêmio, por sua vez, abusava das faltas na tentativa de conter o ímpeto colorado. Aos 33min, Barcos
emendou chute da entrada da área e Dida fez boa defesa. No finalzinho do primeiro tempo, aos 44min, D'Alessandro fez cruzamento rasteiro para a área e por muito pouco que Rafael
Moura não conseguiu o desvio para o gol. A bola passou raspando a trave esquerda.

Alex amplia no recomeço

O Colorado votou sem alterações para a etapa final. O Grêmio teve Máxi Rodriguez no lugar de Edinho. Aos 2min, Alan Patrick soltou uma paulada e Marcelo Grohe  espalmou para escanteio. Aos 4min, Aránguiz fez grande jogada e tocou para Alan Patrick, que chutou cruzado, com força. Alex desviou a bola no interior da pequena área, fazendo com que ela passasse por baixo do goleiro gremista. 2 a 0!!

Goleada no Centenário

O gol incendiou a torcida colorada no Centenário. À medida que o time trocava passes, os torcedores gritavam "Olé!". Aos 8min, D'Alessandro bateu falta e Grohe fez grande defesa. No minuto seguinte, D'Alessandro foi derrubado por Dudu na área. Pênalti!! Alan Patrick cobrou e colocou o 3 a 0 no placar! O grito de "É campeão!" passou a ser entoado a plenos pulmões nas arquibancadas. Foi quando, aos 12min, Alex recebeu grande passe no interior da área e fez 4 a 0. Que explosão de alegria da massa vermelha e branca!

O Grêmio conseguiu descontar aos 21min, em gol contra de Ernando. Aos 31min, Máxi Rodriguez cobrou falta e Dida defendeu com segurança. Aos 35min, Pará e Willians se desentenderam e foram expulsos. Mas nada mais mudava o panorama do jogo. O Inter administrou nos últimos minutos e pôde comemorar intensamente ao apito final.

Às 18h05, o capitão D'Alessandro ergueu a taça do tetracampeonato para delírio dos torcedores! Em seguida, o grupo de vencedores deu a tradicional volta olímpica no Centenário! Com uma bandeira vermelha e branca, Alex era pura alegria!

"Conquistamos de forma merecida. Fomos o melhor time do campeonato. Tínhamos o compromisso firmado no começo da temporada", destacou o presidente Giovanni Luigi.

Ficha técnica:

Internaional (4): Dida; Gilberto, Paulão, Ernando e Fabrício; Willians, Aránguiz e Alex (Juan, aos 39min do 2º tempo); D'Alessandro (Jorge Henrique, aos 42min do 2º tempo) e Alan Patrick (Ygor, aos 24min do 2º tempo), Rafael Moura. Técnico: Abel Braga.

Grêmio (1): Marcelo Grohe; Pará, Werley, Rhodolfo e Wendell; Edinho (Máxi Rodriguez), Ramiro, Riveros e Alán Ruiz (Léo Gago); Dudu e Barcos. Técnico: Enderson Moreira.

Gols: D'Alessandro (I), aos 26 minutos do primeiro tempo, Alex (I), aos 4min do segundo tempo, Alan Patrick (I), de pênalti, aos 10min do segundo tempo, Alex (I), aos 12min do segundo tempo, Ernando (G, contra), aos 21min do segundo tempo.

Cartões amarelos: Edinho, Riveros, Léo Gago, Barcos, Wendell (G); Fabrício, D'Alessandro (I). Expulsões: Pará (G) e Willians (I).

Público: 17.424 (15.815 pagantes). Renda: R$ 665.230,00

Arbitragem: Márcio Chagas, auxiliado por Marcelo Barison e Júlio Cesar dos Santos.

Local: Centenário, em Caxias do Sul.

Sport Club Internacional / http://www.internacional.com.br/

Flamengo empata no fim e conquista o 33º título carioca

Foi na raça, do jeito que a torcida do Flamengo gosta. E com muito sofrimento. Aos 45 minutos, Márcio Araújo escreveu seu nome na história do Rubro-Negro e no Clássico dos Milhões. Foi do volante o gol de empate: 1 a 1, neste domingo, no Maracanã, e título do Flamengo, o 33º ao todo. Márcio estava impedido no lance em que marcou. O Fla, por ter a vantagem de jogar por dois empates por ter feito a melhor campanha na fase de classificação, fez a festa.

A conquista diminui em parte a dor pela eliminação na Libertadores, na última quarta-feira. E mantém a hegemonia do Flamengo no Rio (é o maior vencedor do Estadual) e sobre o Vasco em finais. Agora, o Rubro-Negro levou a melhor nas últimas seis vezes (Carioca de 1999, 2000, 2001, 2004 e 2014 e Copa do Brasil de 2006).

Mudanças

O Vasco não teve o artilheiro Edmilson, que sentiu dores musculares no primeiro jogo e não se recuperou a tempo. Thalles entrou em seu lugar. William Barbio ficou com a vaga de Everton Costa, suspenso. Outra novidade foi a entrada de Fellipe Bastos. Adilson Batista sacou Reginaldo e armou o time no 4-4-2. O Flamengo não teve Samir, machucado. Chicão formou a zaga titular com Wallace.

O jogo

O Vasco logo assustou no primeiro minuto. Douglas cobrou escanteio fechado e obrigou Felipe a espalmar. O Cruzmaltino novamente ameaçou em lance de bola parada. Douglas bateu falta e André Rocha desviou para fora. O Flamengo conseguiu encaixar, de fato, o primeiro contra-ataque só aos 29 minutos. Paulinho foi lançado e chutou da intermediária. A bola saiu à direita de Martín Silva.

Novamente Paulinho foi a válvula de escapa rubro-negra. Ele bateu de fora da área e Martín Silva deu rebote, mas Everton estava impedido. O Vasco voltou a assustar no fim do primeiro tempo. Pedro Ken chutou da entrada da área. Felipe espalmou e salvou o Flamengo.

No começo do segundo tempo, o Vasco conseguiu armar uma blitz e finalizou três vezes em sequência. Felipe defendeu chute de Diego Renan. O Flamengo respondeu com André Santos. Ele apareceu pela esquerda e chutou cruzado, com perigo.

Aos 14 minutos, Chicão e André Rocha se estranharam na área e foram expulsos. Jayme de Almeida colocou Erazo no lugar de Everton. Aos 27, Adilson colocou Bernardo no lugar de Fellipe Bastos. Dois minutos depois, Erazo fez pênalti em Pedro Ken. Douglas cobrou e fez 1 a 0.

Jayme colocou Gabriel no lugar de Amaral. Adilson reforçou a marcação com Aranda na vaga de Thalles. O Flamengo partiu para o abafa. E conseguiu empatar na base da raça. Em cobrança de escanteio, Wallace acertou o travessão. No rebote, Márcio Araújo, impedido, empatou o jogo. Mais um carrasco. A festa foi rubro-negra no Maracanã.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 1 X 1 VASCO

Estádio: Maracanã
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Público e renda: 42.697 pagantes / presentes / R$ 2.790.765,00
Gols: Douglas (Vasco, aos 29' do 2ºT) e Márcio Araújo (Flamengo, aos 45' do 2ºT)
Cartões amarelos: Luiz Antonio, Everton, André Santos, Erazo e Alecsandro (Flamengo) e Diego Renan, Luan, Rodrigo e Guiñazu (Vasco)
Cartões vermelhos: Chicão (Flamengo) e André Rocha (Vasco)

Flamengo: Felipe; Léo Moura, Chicão, Wallace e André Santos (Nixon, aos 41' do 2ºT); Amaral (Gabriel, aos 31' do 2ºT), Márcio Araújo e Luiz Antonio; Everton, Paulinho e Alecsandro. Técnico: Jayme de Almeida.

Vasco: Martín Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo e Diego Renan; Guiñazu, Pedro Ken, Fellipe Bastos e Douglas; William Barbio (Reginaldo, aos 11' do 2ºT) e Thalles (Aranda, aos 33' do 2ºT); Técnico: Adilson Batista.

O Dia / http://odia.ig.com.br/
Carlos Moraes / Agência O Dia

Figueirense derrota Joinville em casa e é campeão do Catarinense 2014

Que o Figueirense é o time catarinense mais à vontade na Série A do Brasileiro, oito participações (algumas históricas) e o respeito nacional pela camisa não deixam dúvida. Que o Alvinegro tem DNA vencedor a presença entre os grandes e sua trajetória em SC comprovam ao longo de sua história.

Agora, uma coisa a torcida do Figueira não admitia, não engolia, precisava superar: não ser o time mais vezes campeão em SC. Para retomar esta cadeira havia um desejo visceral turbinado por um sentimento: dois adversários tinham de ser batidos, o Joinville, em campo, também sedento por título (13 anos sem conquistas), e o Avaí, com sua nação lá do lado de fora secando para manter-se no topo de conquistas em SC.
O 2 a 1 deste domingo, no Estádio Orlando Scarpelli, deu o 16º título catarinense ao Figueirense, deflagrou uma festa que começou com a massa alvinegra no estádio, espalhou-se como uma onda pelo Estreito, reverberou no Centro via Koxixo's, pulou para a Grande Florianópolis e ganhou o Brasil como uma aviso: o Figueira voltou para a elite e não retornou de mãos abanando, tem como cartão de visitas a hegemonia em SC.

A construção deste último capítulo de uma história que foi montada num campeonato bastante regular foi num jogo em que era preciso vencer. Como chegar lá? A primeira etapa começou novamente com um dia de Sol exemplar, como já acontecera na Arena. Tudo estava à disposição para iluminar os atletas: o gramado perfeito, árbitro Fifa Héber Roberto Lopes, enfim, faltava jogar futebol.

O Figueira entrou em campo sem Ricardo Bueno, novamente com Lúcio Maranhão, que no primeiro jogo não teve um bom desempenho. E O JEC veio fechadinho, sem Fernando Viana e com a vaga de Jael meio. Somente Edigar Júnio na frente, com Franco congestionando o meio.

A torcida do Figueira, como era de se esperar, "homenageou" Saci com gritos impublicáveis já no aquecimento. Era um pouco da pressão que se mostraria impressionante nos primeiros movimentos da partida. Uma sequência de acontecimentos emocionantes e polêmicos aconteceu em dois minutos até o que seria o primeiro gol do jogo.

A partida começou, Murilo falhou, o Figueirense arrancou com Éverton Santos que entrou livre na área. Este foi derrubado por Ivan. O árbitro Héber Roberto Lopes apitou pênalti. Mas o lance prosseguiu até que Giovanni Augusto completou para as redes.

Mas o juiz há havia anulado. Ivan, que levou amarelo, até defendeu o pênalti batido pelo próprio Giovanni Augusto, mas no rebote Dudu estava atento, e concluiu com raiva para as redes.

Pronto, a vantagem voltava para o Figueira. Ninguém sequer havia arriscado respirar dentro do estádio. E sob o delírio do mar alvinegro, o time continuou ofensivo. O Alvinegro entrou a mil, o JEC assistindo ao ímpeto do dono da casa. Aos 15 minutos, nova chance de gol com Everton Santos e, aos 17 mais uma e aos 26 ainda outra, todas nos pés do mesmo atleta. Um martelo preto e branco maltratava Ivan, envolvia o grupo tricolor e mostrava que Vinicius Eutrópio entendera o recado do jogo inicial, já Hemerson Maria fora vítima do excesso de precauções defensivas.

Não havia como segurar tamanha pressão. Era uma sequência insuportável para o JEC e que se transformou em gol aos 33 minutos. O lance, de difícil interpretação, teve a bola batendo na mão de Lúcio Maranhão antes de entrar. Foi um lance rápido, e o árbitro interpretou como lance casual, validando o segundo gol. O primeiro tempo terminou com o mais justo dos placares.

Segundo tempo

Na segunda etapa, a entrada de Fernando Viana denunciava que houve erro na escalação do JEC. E o garoto começou o jogo levando perigo para a meta alvinegra. Mas o Figueira não veio assistir, e logo respondeu. Assim o segundo tempo teve mais equilíbrio na posse de bola, não havia mais aquele massacre do Figueira. E só o interesse em jogar também foi olhado pelos deuses do futebol como um alento. E estes deram ao personagem do primeiro jogo a chance de tentar uma reação: Saci. Este arriscou de fora da área, aos 11 minutos, e acertou um lindo chute. Belo gol. E Fernando Vianna, aos 18, quase empatou a partida.

Eutrópio percebendo que perdeu o comando do meio-campo, colocou Leo Lisboa na vaga de Dudu, compactando mais o time e passando a jogar no contra-ataque. O JEC acordara, mas foi tarde, o estrago do primeiro não permitiu uma reação a tempo. Aos 43, Tiago Volpi ainda fez milagre ao defender chute de dentro da pequena área de Francis. Houve tensão nas arquibancadas do Scarpelli. Tensão que se desfez pouco antes dos 48, quando o árbitro apitou o fim da partida.

Diário Catarinense / http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/
Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS

Festa tricolor! Bahia é campeão baiano de 2014

O Vitória precisava fazer 2 gols no Bahia, para ser o campeão baiano de 2014 e, para isso, entrou com Marquinhos, Dinei e Souza, no ataque, dando a impressão de que partiria para sufocar o Tricolor, mas o que se viu foi o Bahia chegar 2 vezes nos primeiros 2 minutos de jogo, neste domingo (13/4), no Estádio de Pituaçu, em Salvador.

A final começou com uma sucessão de faltas (6 nos primeiros 5 minutos), muitos cartões amarelos e uma sequencia de erros de passe dos jogadores Rubro-Negros, dificultando a ligação com o ataque e, portanto, facilitando a vida do Bahia.

O Vitória só chegou aos 9 minutos, com um chute de Souza, e aos 10 minutos com Marquinhos, de longe.

Com uma marcação compacta, o Bahia apostava no contra-ataque, com Talisca, Rhayner ou Máxi Biancucchi, e aos 20 minutos praticamente selou o destino do campeonato. Anderson Talisca cobrou falta pela esquerda, levantou a bola na área e Fahel mais uma vez chegou para cabecear e fazer Vitória 0 x 1 Bahia.

Falharam Neto Coruja, que deixou o volante Tricolor ir sozinho para a bola, e o goleiro Wilson, porque a bola estava na pequena área e ele ficou plantado. Repetia-se um erro crônico da defesa do Vitória, repetido em todos os últimos 5 Ba-Vis.

A verdade é que no primeiro tempo o Bahia não correu riscos, e carimbou o título aos 42 minutos. Rhayner fez um lançamento perfeito para Lincoln, que estava entre 2 zagueiros do Vitória, em posição legal, saiu na cara de Lomba e fez Vitória 0 x 2 Bahia.

Àquela altura, fazer um gol era, para o Vitória, missão quase impossível, diante da marcação correta feita pelo Bahia; 4 gols, beirava o milagre.

No intervalo, o técnico Ney Franco tirou Souza, para a entrada de William Henrique, na tentativa de ampliar a velocidade do time e furar o bloqueio construído pelo Tricolor.

Mas o Rubro-Negro precisou de 5 minutos para que tivesse uma chance de chegar à área do Bahia, com José Wellison, que girou à frente de Diego Macedo e chutou forte, para boa defesa de Marcelo Lomba.

Aos 8 minutos, esperança para a torcida do Vitória. Falta praticamente na marca da grande área, mas em vez de Ayrton foi Wellison quem cobrou. Em cima da barreira.
E aos 10 minutos, Diego Macedo colocou o braço na bola. Pênalti de graça, cobrado aos 12 minutos por Juan. Bola no canto direito, Lomba no esquerdo. Vitória 1 x 2 Bahia.

Se surgiu alguma esperança entre os torcedores Rubro-Negros, 6 minutos depois Matheus Salustiano continuou insistindo em faltas grosseiras. Foi expulso, deixando o time com um jogador a menos. Ney Franco pretendia colocar Willie no jogo, mas acabou optando por Dão, em lugar de Cáceres. Precisava recompor o sistema defensivo e o meio-campo.

De qualquer forma, o empate quase aconteceu aos 21 minutos, novamente com um voleio de William Henrique, mas a bola explodiu em Dinei e foi para a linha de fundo. E Talisca poderia ter matado o jogo aos 22 minutos, mas chutou fraco, para defesa de Wilson.

A entrada de William Henrique deu outra movimentação ao Vitória, que até os 28 minutos da etapa final teve mais chances do que em todos os 45 iniciais. E foi William Henrique quem recebeu a bola de Ayrton e tocou de volta, para o empate. Vitória 2 x 2 Bahia.

A partir daí, o Bahia se segurou, mas foi ampliando a pressão sobre o time do Vitória e aproveitando os espaços. Com isso, quase faz o terceiro com Talisca, aos 43 minutos, Rafinha aos 45 e Diego Macedo aos 46. Os dois que fez no primeiro tempo bastaram. Bahia é o campeão baiano de 2014.

Ficha técnica

Vitória - Wilson, Ayrton, Matheus Salustiano, Luiz Gustavo, Juan, Neto Coruja, José Wellison (Mansur), Cáceres, Marquinhos, Dinei e Souza (William Henrique) - Técnico: Ney Franco

Bahia - Marcelo Lomba, Diego Macedo, Demerson, Titi, Pará, Fahel, Rafael Miranda, Lincoln (Pittoni), Rhayner (Rafinha), Maxi Biancucchi (Anderson Conceição) e Anderson Talisca - Técnico: Marquinhos Santos

Cartões amarelos - Ayrton, Matheus Salustiano, Cáceres (Dão), Juan e Souza (V); Lincoln, Rafael Miranda, Diego Macedo, Marcelo Lomba e Rhayner (B)

Cartão Vermelho - Matheus Salustiano (V)

Arbitragem - Péricles Bassols Pegado Cortez (FIFA-RJ), Rodrigo Pereira (FIFA-RJ) e Kleber Lúcio Gil (FIFA -SC)

Tribuna da Bahia / http://www.tribunadabahia.com.br/
Foto: A TARDE

Fluminense é campeão da Taça Guanabara Sub-20

Com gols de Kenedy e Marcelo, o Fluminense derrotou o Nova Iguaçu por 2 a 1, na tarde do úlimo sábado (12/04), nas Laranjeiras, na segunda partida decisiva da Taça Guanabara Sub-20. Marlon descontou para a equipe da Baixada. Todos os gols foram marcados na primeira etapa. O resultado garantiu o título à meninada tricolor que já havia vencido a primeira partida por 2 a 0.

Agora ambas as equipes voltam suas atenções para a Taça Rio. Em caso de nova conquista, o Tricolor das Laranjeiras conquistará o Campeonato Estadual da categoria de forma direta.

O vice-presidente da FERJ, Sr. Adilson Ferreira, realizou a entrega das medalhas e do troféu ao time campeão.

FICHA TÉCNICA:

Fluminense 2 x 1 Nova Iguaçu - Final Taça Guanabara Sub-20

Data/Hora: 12/04/2014 às 15h

Local: Estádio das Laranjeiras

Árbitro: Gefferson Gonçalves Garcia

Assistentes: André Luis Azevedo de Souza e Bruno Silva de Amorim

Fluminense: Marcos; Breno, Marcelo, Marlon e Leonardo; Gerson, Marlon Freitas e Gustavo Scarpa; Pablo (Luiz Fernando), Luquinhas (Paulinho) e Kenedy. Técnico: Edevaldo Freitas.

Nova Iguaçu: Rodrigo; Yan, Daniel, Pedro e Luiz Felipe; Vinícius, Carlos Henrique, Oliveira (Rafael) e Wellington (Yagho); Marlon e Cristian (Lucas Henrique). Técnico: Armênio Moura.

Agência FERJ
http://www.fferj.com.br/

quinta-feira, 10 de abril de 2014

O Nordeste é rubro-negro! Sport empata em 1x1 com o Ceará e conquista a Copa do Nordeste 2014

O Sport Club do Recife é o campeão da Copa do Nordeste 2014. Pela terceira vez, o Leão pinta a Região de vermelho e preto. Após oscilarem durante a primeira fase do torneio, os rubro-negros mostraram, mais uma vez, que não se pode duvidar do time leonino. Os comandados de Eduardo Baptista garantiram o troféu ao empatarem em 1x1 com o Ceará, na última quarta-feira (09), na Arena Castelão, em Fortaleza, na final do Nordestão. O gol do título foi marcado por Neto Baiano, em firme cobrança de pênalti. Com a conquista, a equipe assegurou, também, vaga na Copa Sul-Americana.

A taça chega para coroar uma campanha construída através de um estilo de jogo cauteloso, porém ousado. O time rubro-negro sempre manteve uma forte marcação, e soube aproveitar com eficiência as oportunidades que criou durante as partidas. Além disso, a disciplina do Leão encontrou apoio incondicional nas arquibancadas da Ilha do Retiro. Tanto que, no mata-mata do Nordestão, iniciou todas as fases como anfitrião, e fez placares que o deixaram confortável para decidir fora de casa. Como na grande decisão desta noite, que terminou com volta olímpica do grupo da Praça da Bandeira.

Durante o primeiro tempo, o Sport manteve a firme marcação que impôs durante toda a Copa do Nordeste. Com Rodrigo Mancha fechando a cabeça de área e Renê encaixando seguidos desarmes na lateral esquerda, o Leão neutralizou o poder ofensivo do Ceará. Os rubro-negros arriscaram subidas ao ataque e chegaram perto de abrir o marcador em duas oportunidades. Aos 31 minutos, Ewerton Páscoa avançou pelo lado direito e soltou um foguete que passou perto da trave do Ceará. Logo em seguida, Wendel, posicionado na ponta esquerda, soltou o pé. Novamente, foi por pouco. Mas foi o Vozão que acabou o primeiro tempo na vantagem. Aos 41, Magno Alves fez 1x0.

A alegria dos donos da casa, no entanto, durou pouco. Aos quatro minutos da etapa complementar, Ailton foi lançado, invadiu a grande área, e foi derrubado pelo goleiro alvinegro. Na cobrança, o "Carrasco da Ilha do Retiro", Neto Baiano, bateu com força, estufando as redes adversárias. Foi o 6º tento do artilheiro da Praça da Bandeira na Copa do Nordeste. O gol do título. O decreto do tricampeonato regional do Leão.

SPORT CLUB DO RECIFE / http://www.sportrecife.com.br/

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Vila Azul conquista o Campeonato da Piedade Aspirantes 2014

O Vila Azul segue fazendo bonito. Em jogo emocionante no último domingo, 6, no Campo Bezerrão (Piedade), o Vila Azul derrotou o Bragantino do Catolé por 3 a 1 nos pênaltis, após empate em 2 a 2 no tempo normal, e conquistou o II Campeonato da Piedade (Copa Manoel Américo) Aspirantes 2014 de forma invicta.

O Vila Azul jogou com 1-Gildásio; 2-Adriano (15-Neném), 3-Iran Júnior "Zidon", 4-Edson, 6-Leandro "Esquerdinha"; 5-Jorliano "Bode", 9-Danyllo, 10-Fábio Orelha,
8-Flávio "Pelado", 7-João Gabriel "Balotelli" (19-Demí); 16-Anderson. Técnico: Roberto Feitosa

Confira a campanha do Vila Azul EC na Copa Manoel Américo 2014:
5 jogos, 3 vitórias, 2 empates, 15 gols marcados, 5 gols sofridos, 10 gols de saldo

Fase de classificação – Grupo A:
Vila Azul 3 x 1 Cruzeiro da Floresta – 01/02
Gols: Filipe, Orelha e Diogo

Vila Azul 5 x 0 Piedade  16/02
Gols: Danyllo, Gol contra, João Gabriel "Balotelli", Fábio Orelha, Ruti.

Vila Azul  1 x 1 Colorado da Jacaúna 08/03
Gol: Samuel

Semifinal
Vila Azul 4 x 1 Brilhante FC - 23/03
Gols: Alison Diogo, Anderson, Adriano, Danyllo

Final
Vila Azul 2 x 2 Bragantino do Catolé (Penaltis 3 x 1) - 06/04
Gols do Vila Azul: João Gabriel "Balotelli", Jorliano "Bode"

Artilheiros: Fábio Orelha, Alison Diogo, Danyllo, João Gabriel (2), Filipe, Ruti, Samuel, Anderson, Adriano, Bode, Gol contra (1).

Elenco Campeão: Gildásio, Alfredo, Neném, Iran "Zidon", Edson, Leandro, Jorliano "Bode", Demí, Samuel, Fábio Orelha, Filipe, Diogo, Danyllo, João Gabriel "Balotelli", Flávio "Pelado", Henrique, Ruti, Adriano. Técnico: Roberto Feitosa

Roberto Feitosa / Bom de Gol

É campeão!!! Sampaio conquista os dois turnos e ganha o seu 32º estadual

O Sampaio poderia até perder o jogo deste domingo para ficar com o título e o Tricolor conquistou a taça com uma derrota de 1 a 0 para o Moto, no Estádio Castelão. Com o resultado, o Tubarão levantou o troféu do segundo turno e consequentemente do Campeonato Maranhense, pois foi o campeão também do turno inicial. O único gol da partida, marcado em uma cobrança de pênalti por Kléo, ainda no primeiro tempo, não foi o suficiente para o Papão do Norte forçar uma decisão extra entre os dois times.

Com o 32º título, o Sampaio garantiu vaga na Copa do Brasil e na Copa do Nordeste do próximo ano. Já o Moto, além de assegurar um lugar também nessas duas competições, se classificou para a Série D do Brasileiro de 2014.

A partida começou como se esperava, o Moto atacando, pois outro resultado que não fosse a vitória por dois ou mais gols de diferença, não interessava, já que havia perdido o primeiro jogo da final do returno por 2 a 0. E por muito pouco não abriu o marcador logo no início com o meia Felipe, que acabou chutando pra fora.

O time motense seguiu pressionando até que o atacante Gabriel foi derrubado pelo goleiro Rodrigo Ramos dentro da área. O árbitro Paulo Sérgio Santos Moreira marcou pênalti. Na cobrança, Kléo fez 1 a 0, aos 38 minutos.

Na volta do intervalo, muitas reclamações do Moto por causa da arbitragem que deixou de marcar algumas faltas e aplicar os cartões para o rival. Mesmo assim, o time seguiu em busca do segundo gol. As oportunidades apareceram, mas na hora de finalizar o Rubro-Negro pecou muito, principalmente com Henrique e Kléo.

O Sampaio, por sua vez, praticamente se limitou a se defender e pouco saiu para o ataque. Nas poucas vezes que arriscou também acabou desperdiçando. Até o próprio técnico Flávio Araújo admitiu que o time não fez uma boa partida.

“Eu reconheço que hoje a nossa equipe foi muito abaixo do esperado, mas no geral nós merecemos por tudo que fizemos ao longo de todo o campeonato e também no primeiro jogo, que fomos muito melhor e vencemos por dois gols de diferença”, declarou o treinador.

FICHA TÉCNICA
MOTO CLUB
Ruan, Diego Renan, Fernando Fonseca, Luis Fernando e Ítalo; Jefferson Abreu (Vitor), Curuca, Kléo e Felipe (Romano); Gabriel (Gilson) e Henrique (Gabriel)
Técnico: Edson Porto

SAMPAIO
Rodrigo Ramos, Tote (Paulo Ricardo), Mimica, Alex e Gelvane; Robson Simplício, Arlindo Maracanã, Uilliam Corrêa e Cleitinho (Eloir); Edgar e Bruno Chocolate (Casagrande)
Técnico: Flávio Araújo

Local: Estádio Castelão
Data: 06/04/14
Horário: 17h
Renda: R$ 117.825
Público total: 7.441 torcedores
Gol: Kléo de pênalti 38’ 1º tempo
Cartão vermelho: Luis Fernando (Moto)
Árbitro: Paulo Sérgio Santos Moreira
Assistentes: Carlos André Pereira Sousa e João Fonseca de Sousa

CAMPANHA DO SAMPAIO NO ESTADUAL
1º Turno
26/01    Bacabal    0x3    Sampaio
02/02    Sampaio    1x1    Maranhão
06/02    Balsas    0x1    Sampaio
10/02    Sampaio    3x0    Santa Quitéria
13/02    Araioses    1x2    Sampaio
16/02    Sampaio    3x1    Araioses
19/02    Moto    1x1    Sampaio
23/02    Sampaio    2x2    Moto

2º Turno
26/02    Imperatriz    1x0    Sampaio
06/03    Sampaio    3x0    Cordino
09/03    Sampaio    1x0    São José
16/03    Sampaio    2x0    Araioses
23/03    Moto Club    1x0    Sampaio
27/03    Cordino    1x5    Sampaio
31/03    Sampaio    1x0    Cordino
03/04    Sampaio    2x0    Moto
06/04    Moto    Club    1x0    Sampaio

TÍTULOS DO CAMPEONATO MARANHENSE
1933,1934, 1940, 1942, 1953, 1954, 1956, 1961, 1962, 1964, 1965, 1972, 1975, 1976, 1978, 1980, 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1990, 1991, 1992, 1997, 1998, 2002, 2003, 2010, 2011, 2012 e 2014

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domingo, 6 de abril de 2014

Cuiabá vence o Luverdense e conquista seu quinto título mato-grossenses

Na tarde deste domingo, Luverdense e Cuiabá fizeram um jogo emocionante pela decisão do Campeonato Mato-grossense no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde. O Cuiabá soube administrar a vantagem obtida no primeiro jogo, quando venceu por um a zero, e aproveitou o nervosismo do Verdão do Norte para vencer mais uma vez. Cuiabá derrotou o Luverdense por um a zero, com gol do zagueiro e capitão Samuel aos 21 minutos do primeiro tempo e conquistou o seu quinto título estadual.

No fim da partida houve um inicio de confusão e o árbitro Edilson da Mata expulsou o atacante Tiago Chulapa, do Cuiabá, e o zagueiro Braga, do Luverdense.

Agora o Luverdense foca suas atenções na disputa do Campeonato Brasileiro da Série B e o Cuiabá divide suas atenções para o jogo de volta da Copa do Brasil diante o Barbalha, no próximo dia 16, e no Campeonato Brasileiro da Série C.

Cuiabá domina o inicio do jogo

O primeiro tempo começa com os dois times se movimentando muito em campo, mas o nervosismo aparente contribui para muitos erros de passes. Aos seis minutos do primeiro tempo, no primeiro lance de perigo do jogo, o centroavante Tiago Chulapa, divide com o goleiro Gabriel Leite que consegue evitar o gol do Cuiabá. O Dourado se acerta em campo e cria outra chance aos 10, quando Allan Popó arrisca um cruzamento e quase marca um belo gol por cobertura. Aos 13 Tiago Chulapa aparece cara a cara com o goleiro Gabriel Leite, mas chuta em cima do goleiro luverdense. Na sequencia o zagueiro Braga recua a bola e o goleiro pega com a mão, mas o juiz não entende como recuo intencional e deixa o jogo seguir enquanto os jogadores do Cuiabá reclamam do lance.

Com o domínio total do jogo, aos 21 o Dourado consegue repetir a jogada do gol que deu a vitória no primeiro jogo da final e o zagueiro Samuel abre o placar com um gol de cabeça após cobrança de escanteio pela esquerda. Aos 30 o time de Lucas do Rio Verde perde o meia Washington por contusão e em seu lugar entra Matheus Lima.  O Cuiabá manteve o controle do jogo até os 41 quando o meia Fernando do Luverdense cabeceia e Tiago Chulapa desvia e quase marca um gol contra. No último lance antes do intervalo Samuel comete falta dura em cima de Misael e leva o cartão amarelo.

Luverdense tenta pressionar

Os dois times voltam sem fazer alterações e o Luverdense tenta ir para cima do Cuiabá. Aos 10 do segundo tempo o Verdão do Norte tem uma falta na entrada da área cuiabana, mas Samuel cobra mal e a bola passa longe do gol. Depois disso, o time de Lucas do Rio Vede arrisca mais e o Cuiabá aproveita para contra-atacar, mas o ataque do Dourado continuou desperdiçando as chances.

Na base do desespero e sem muita organização o Luverdense conseguiu criar algumas oportunidades, mas o ataque não conseguiu vazar o goleiro Willian Alves. No final do jogo houve uma pequena confusão e o árbitro expulsou o atacante Tiago Chulapa, do Cuiabá, e o zagueiro Braga, do Luverdense.

Este foi o quinto título do Cuiabá que garantiu vaga na Copa do Brasil e Copa Verde na temporada 2015.

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Foto: Robson Boamorte

Red Bull conquista acesso inédito à elite do futebol paulista

Neste domingo (06) Grêmio Osasco e Red Bull se enfrentaram no estádio Pref. José Liberatti, em Osasco, vivendo momentos opostos na Série A2 do Campeonato Paulista. A equipe da casa precisava do resultado para sair da zona de rebaixamento. Já o clube visitante entrou em campo precisando de apenas uma vitória para conquistar pela primeira vez o acesso à divisão de elite do futebol paulista. Dentro de campo, o Red Bull venceu por 3 a 1 e alcançou seu objetivo.

Demostrando muita vontade de conquistar o acesso, o Red Bull criou a primeira oportunidade logo no minuto inicial. Bruno Paulo recebeu passe Raul pelo lado esquerdo, fintou o zagueiro e bateu cruzado pela linha de fundo. A resposta da equipe de Osasco veio no lance seguinte. Geninho tocou para João Paulo que invadiu a área e finalizou à direita do goleiro Juninho.

Após minutos de muita disputa no meio de campo, o meia do Grêmio Osasco, Geninho, chutou de longe e obrigou Juninho a colocar a bola para escanteio, aos 12 minutos. Na cobrança, a zaga campineira afastou, e no contra-ataque, Allan Dias avançou até a intermediaria adversária e finalizou no meio do gol, facilitando a defesa do goleiro Jeferson.

Aos 14 minutos, o técnico do Grêmio Osasco, Zé Augusto, perdeu Wallace, lesionado, e colocou Kléber em seu lugar na lateral-direita. Em sua primeira participação, o lateral osasquense foi fintado por Bruno Paulo que cruzou da esquerda para Henan que quase marcou de cabeça. No lance seguinte, novamente Bruno Paulo recebeu pela esquerda e chutou forte para a defesa de Jeferson.

Aos 17 minutos, Romário tocou para o meia Éder, que rolou na direita para Raul. O atacante dominou dentro da área e bateu cruzado, abrindo o placar para o Red Bull. A resposta do time da casa veio aos 21 minutos após falta do lado direito. Geninho cruzou na cabeça do zagueiro Peterson que mandou a bola à direita do gol adversário.

Precisando do resultado, o Grêmio Osasco foi para o ataque e criou uma boa oportunidade com o atacante João Paulo aos 26 minutos. Após tabela com Ingro, o camisa 9 osasquense finalizou com força no canto esquerdo de Juninho que fez boa defesa. Quatro minutos depois, Geninho fez boa jogada no meio de campo e rolou na esquerda para Ingro que bateu cruzado para a defesa do goleiro adversário. No minuto seguinte, o lateral-esquerdo do Red Bull, Romário, fintou dois adversários e chutou com perigo de perna direita. Mas a bola saiu à esquerda da meta de Jeferson.

Aos 37 minutos o Red Bull perdeu duas boas oportunidades com o artilheiro Henan. Na primeira, o camisa 9 recebeu de Éder dentro da área e chutou em cima de Jeferson. Na segunda, driblou dois zagueiros, invadiu a área e finalizou com força por cima do gol. Aproveitando a desestabilidade do clube da casa, o Red Bull criou a última oportunidade do primeiro tempo com Bruno Paulo aos 43 minutos. O camisa 7 recebeu de Allan Dias na entrada da área, mas pegou mal na bola e finalizou para fora.

No segundo tempo a primeira chance foi do Grêmio Osasco, aos cinco minutos. Ingro lançou Dedé na área, o meia finalizou com força, mas o bandeirinha assinalou impedimento. No lance seguinte, Romário recebeu a esquerda de Allan Dias, mas pegou mal na bola e cruzou por cima do gol.

Com o apoio do torcedor, o Grêmio Osasco empatou aos sete minutos. Geninho avançou pelo meio de campo, jogou a bola entre as pernas de Andrade e acertou o ângulo de Juninho, um golaço. A resposta campineira veio dois minutos depois. Éder bateu falta dentro da área e após confusão a bola foi para o fundo das redes. Quem saiu comemorando foi o zagueiro Anderson Marques.

O jogo ganhou muita emoção, e aos 10 minutos a equipe da casa chegou mais uma vez. Ingro fez boa jogada pelo lado direito e bateu forte, mas a bola passou à esquerda de Juninho. No minuto seguinte, Dedé recebeu de Geninho e cruzou, porém a bola passou por toda a extensão da área. Na pressão, o time da casa chegou mais uma vez aos 16 minutos. Dudu Mazão cruzou pela esquerda e Ingro finalizou para fora. Após este erro, o técnico Zé Augusto tirou o camisa 11 e colocou Paulinho em seu lugar,

Se precavendo da pressão adversária, o técnico do Red Bull, Mauricio Barbieri, colocou o volante Mayaro no lugar do meia Éder, aos 22 minutos. A resposta de Zé Augusto veio no mesmo minuto, colocando o atacante Deivyd no lugar de Dedé. Mas quem apareceu com perigo, aos 24 minutos, foi o volante Andrade, que cobrou falta com força. A bola desviou na zaga e saiu para escanteio.

Visando segurar o resultado, Maurício Barbieri colocou o zagueiro Gerson na vaga do atacante Bruno Paulo, aos 32 minutos. Já na base do abafa, a equipe local chegou mais uma vez pela direita. João Paulo cruzou e a bola passou por toda área, saindo em tiro de meta. Porém, aos 37, quem brilhou foi o meia Allan Dias, que em contra-ataque recebeu passe de Mizael na meia lua da grande área e finalizou no cantinho de Jeferson.

Ainda mostrando forças, o Grêmio Osasco chegou aos 42 minutos. Geninho bateu falta, mas Juninho defendeu. Com o 3 a 1 assegurado no placar, o Red Bull utilizou a experiência dos seus atletas e manteve a posse de bola até o final da partida. O resultado coloca o clube na divisão de elite do futebol paulista em 2015 junto com o Capivariano, que assegurou a vaga na semana passada.

FPF / http://www.futebolpaulista.com.br/

América lança novo uniforme para 2014

A nova linha de material esportivo do América será utilizada já na disputa da Taça Corcovado, o segundo turno do Campeonato Estadual da Série B. Produzido pela Nakal, empresa do setor sediada em São Carlos, no interior de São Paulo, que fornece material para o clube desde 2011, o novo uniforme do Mecão é uma releitura do histórico modelo de 1982, quando o clube conquistou seu título mais importante: o Torneio dos Campeões. Naquela temporada, conquistamos ainda a primeira edição da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Estadual.

Entre as novidades, estão a volta da estrela dourada sobre o escudo. Ela simboliza o Torneio dos Campeões de 1982, que também ganhou espaço nobre no uniforme: na parte de trás, haverá inscrição “Campeão dos Campeões”. A camisa ganhou também uma fina listra sobre o escudo, onde é possível ler um dos mais belos trechos do hino composto por Lamartine Babo: “Unido vencerás”.

O novo uniforme será utilizado pela primeira vez no dia 12 de abril, quando o América recebe a Portuguesa, às 15h, no Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita, e substituirá o modelo utilizado ao longo da Taça Santos Dumont, o primeiro turno do Campeonato Estadual.

América / http://www.americario.com.br/

Barra Mansa FC conquista a Taça Santos Dumont

Jogando com o regulamento debaixo do braço, o Barra Mansa sagrou-se campeão da Taça Santos Dumont, o primeiro turno do Campeonato Estadual da Série B de Profissionais, na tarde deste sábado, dia 05 de abril.

Apoiado pela sua torcida que compareceu em grande número ao estádio Leão do Sul, a equipe comandada pelo técnico Wilson Leite empatou com o Olaria em 2 a 2 e garantiu não só o título como um lugar no triangular final que levará duas equipes à elite do futebol carioca em 2015.

O JOGO

Logo aos sete minutos de jogo, os visitantes abriram o placar. Nêgo, em cobrança de falta, soltou uma bomba e marcou um golaço. A virada do Barra Mansa veio ainda na primeira etapa. Bahia cruzou para área, o goleiro Cleber saiu errado e a bola sobrou nos pés do zagueiro Thiago, que deixou tudo igual. Os donos da casa seguiram pressionando e, no último lance do primeiro tempo, viraram a partida. Bahia, novamente, avançou pelo lado esquerdo, se livrou da marcação e acertou cruzamento para Kaique, que se antecipou ao zagueiro adversário e chutou para fazer a alegria da torcida presente ao estádio: 2 a 1.

Diante da necessidade da vitória, o Olaria voltou com uma proposta ofensiva para os 45 minutos finais. Aos 21, o time da Bariri empatou novamente a decisão com o jogador Gian.

Precisando de mais um gol, o Azulão da Leopoldina se mandou todo ao ataque e pressionou. Porém, muito bem postado em campo, o Barra Mansa segurou o placar que lhe garantiu o título. Festa no estádio Leão do Sul.

Coube ao vice-presidente da FERJ, o Sr. Adilson Ferreira, realizar a cerimônia de premiação aos campeões que receberam suas medalhas e o troféu pela conquista.

FICHA TÉCNICA:

Barra Mansa 2 x 2 Olaria - Final da Taça Santos Dumont

Data/Hora: 05/04/2014 às 15h

Local: Estádio Leão do Sul, em Barra Mansa

Árbitro: Diego da Silva Lourenço

Assistentes: Thiago Gomes Magalhães e Thiago Varela dos Santos

Barra Mansa: Iago; Brasinha, Carlão (Willian), Thiago e Vinícius; Audren (Nandinho), Sérgio Manoel, Rafael Laurenço (Rodriguinho) e Bahia; Vitinho e Kaique. Técnico: Wilson Leite.

Olaria: Cleber (Adilson); Ivan, Daniel, Vandinho e Kevin Gaúcho; Robertinho, Nêgo, Júnior e Lincoln (Gian); Renatinho e Bruno Andrade (Thiago). Técnico: Cleimar Rocha.

Agência FERJ
SITE OFICIAL DA FEDERAÇÃO DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO / http://www.fferj.com.br/

domingo, 30 de março de 2014

Capivariano vence Guarani e conquista acesso histórico

O Capivariano é o primeiro time a conquistar o acesso na Série A2 do Campeonato Paulista. Pela 17ª rodada, o time de Capivari visitou o Guarani no estádio Luiz Perissinoto, em Paulínia. Com gols de Silas e Rodolfo, o Capivariano conquistou uma vitória pelo placar de 2 a 1, de virada, que garantiu o histórico resultado para a equipe.

Logo no primeiro lance da partida, em falha do zagueiro capivariano Petterson, a bola sobrou para Fabinho, que desperdiçou a chance oferecida. Logo depois, o Guarani levou perigo novamente ao gol de Wanderson, em jogada criada por Fumagalli.

O começo do jogo foi marcado pela pressão exercida pela equipe do Guarani em cima do líder da competição. Aos 11 minutos do primeiro tempo, Fumagalli acertou cruzamento na cabeça do zagueiro Eduardo Eré que, na entrada da área, estufou as redes do Capivariano e abriu o placar em Paulínia.

Contando com a forte presença da torcida de Capivari, o líder da competição consegue ter a posse de bola, mas as melhores chances ainda foram criadas pelo Guarani, principalmente em jogadas do experiente capitão da equipe campineira, Fumagalli. Até a metade do primeiro tempo, a zaga do Capivariano seguiu falhando bastante, oferecendo diversas chances para o Guarani que, com falta de oportunismo, desperdiçou as oportunidades.

Aos 45 minutos do primeiro tempo, em falta cruzada pelo camisa 10 Melinho, Silas fez de cabeça para igualar o placar no estádio Luiz Perissonotto. Com este gol, o artilheiro da equipe do Capivariano chegou aos 8 gols marcados no torneio e continua na briga pela artilharia da competição.

No segundo tempo, o Capivariano voltou mostrando muita força, e conseguiu manter domínio na posse bola, mas sem conseguir concluir em gol. O Guarani não conseguiu impor o ritmo do primeiro tempo, mas seguiu levando perigo ao Capivariano em jogadas de bola parada.

Aos 20 minutos da segunda etapa, o atacante Everton acertou cruzamento para Fumagalli, mas a bola que passou raspando na trave do goleiro Wanderson.  Cinco minutos depois, o goleiro Juliano, salvou o clube alviverde em defesa de chute do meia Melinho.

Com o jogo pegado, o Capivariano mostrou mais preparo físico do que a equipe de Campinas. O clube de Capivari seguiu na busca do segundo gol, mas oferecia pouco perigo ao gol de Juliano. Aos 35 minutos, Carlos Henrique acertou um cruzamento para Rodolfo, que levou perigo ao gol de Juliano. O camisa 17 do clube de Capivari tinha acabado de entrar no lugar de Túlio, e mostrou muita vontade e disposição dentro de campo.

O Capivariano continuou pressionando a equipe do Guarani até o final da partida, mas não conseguia concluir as oportunidades criadas em gol. Mas, aos 43 minutos do segundo tempo, Rodolfo chutou e a bola passou por baixo do goleiro Juliano. Foi o gol da vitória por 2 a 1 e do acesso inédito do Capivariano para a elite do futebol paulista.

Victor Rabelo
Site da FPF / http://futebolpaulista.com.br/