sexta-feira, 28 de junho de 2013

Espanha classifica nos pênaltis e enfrenta o Brasil na final

Após uma longa e cansativa temporada, Espanha e Itália, finalistas da Euro 2012, jogaram 120 minutos de um fascinante futebol em Fortaleza. Somente a disputa alternada de pênaltis foi capaz de desempatar a equilibradíssima disputa.

A decisão ocorreu após a cobrança errada de Leonardo Bonucci, que deu a Jesús Navas a chance de classificar a sua seleção para a final no Maracanã. O atacante do Manchester City não perdoou, frustrando os corações italianos. A derrota foi a quinta da Azzurra em seis decisões por pênaltis disputadas em competições da FIFA.

A equipe de Cesare Prandelli foi sem dúvida superior no tempo regulamentar. Organizada, atenta, sólida e com bom controle de bola, ganhou até gritos de "olé" vindos das arquibancadas do Castelão em alguns momentos. Os italianos ficaram felizes pelo ótimo futebol apresentado, mas tristes por não terem marcado gols. Christian Maggio e Daniele de Rossi certamente lamentarão por muito tempo os gols de cabeça que perderam, mesmo desmarcados. Já Emanuele Giaccherini acertou a trave de Casillas.

A Espanha ressurgiu na prorrogação, com Juan Mata ditando o ritmo e Navas sendo uma ameaça constante pela ponta direita. Jordi Alba não deixou o seu por pouco, Xavi acertou a trave. Del Bosque e Prandelli, tensos, comandavam as equipes à beira do campo. O nível de estresse de ambos aumentou ainda mais quando teve início a decisão por pênaltis. Até Shakira pareceu aliviada quando o marido Gerard Piqué acertou a sua cobrança diante de Gianluigi Buffon.

Doze pênaltis foram convertidos em sequência até Bonucci dar azar no 13º. Já Navas bateu rasteiro, à direita de Buffon. Mesmo escolhendo o canto certo, o goleiro italiano não conseguiu alcançar a bola. A Espanha carimbou a vaga para enfrentar o Brasil, e o mundo inteiro estará de olho nesse jogaço.

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Brasil está na final da Copa das Confederações

O Brasil está na final. Depois de uma suada vitória por 2 a 1 no Mineirão, o time do técnico Luiz Felipe Scolari chega a decisão da Copa das Confederações com moral. Os gols foram marcados por Fred e Paulinho. Cavani fez o gol uruguaio.

Foi um primeiro tempo diferente de todos os outros da Seleção Brasileira nesta Copa das Confederações. O Brasil não começou fulminante no ataque como nos outros jogos. Também, do outro lado estava uma bem postada defesa uruguaia, que dificultava o avanço.

Com o jogo equilibrado e disputado no meio-campo, o primeiro lance de perigo veio de uma bola parada. David Luiz fez falta dentro da área em Lugano. Pênalti. Forlán cobrou, mas debaixo da baliza estava Julio Cesar. O camisa 12 voou no canto esquerdo e espalmou para escanteio.

O jogo seguia igual quando Fred mudou os rumos da partida. Neymar entrou na área e tentou tocar por cima do goleiro uruguaio. No rebote, o camisa 9 estava lá para conferir. Meio de raspão, mas o que interessa é a rede balançando. Brasil 1 x 0 Uruguai e intervalo de jogo!

Para o segundo tempo, a Seleção Brasileira voltou sem mudanças. O Uruguai também. E com apenas dois minutos, Cavani empatou para a Celeste.

Não demorou e Felipão chamou Bernard para substituir Hulk. Em seguida foi a vez de Hernanes entrar no lugar de Oscar.

No segundo tempo, com exceção do lance do gol uruguaio, quem tomou todas as ações do jogo foi o Brasil. A posse de bola chegou a passar de 70% para a Seleção.

Quando o relógio já marcava menos de cinco minutos para o fim do tempo regulamentar, Paulinho, no primeiro gol de escanteio da Seleção nesta competição, fez Brasil 2 x 1 Uruguai. Era o que faltava para a torcida explodir de vez.

Classificada para a final da Copa das Confederações, a Seleção Brasileira agora espera o vencedor de Espanha x Itália para saber quem enfrenta na decisão, no domingo, às 19 horas.

BRASIL

Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva (c), David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk (Bernard), Fred e Neymar.

Confederação Brasiliera de Futebol / http://www.cbf.com.br/

domingo, 23 de junho de 2013

Quixadá e Itapipoca conseguem acesso a Série A do Cearense 2014

Na tarde deste domingo (23) duas partidas definiram as duas equipes que conquistaram o acesso a Série A do Campeonato Cearense de 2014. No estádio Moraisão, em Maranguape, a equipe da casa derrotou o Itapipoca pelo placar de 2 a 1. Já no estádio Abilhão, o Quixadá empatou com o Iguatu pelo placar de 0 a 0.

Com os resultados Itapipoca e Quixadá conquistaram as duas vagas para a elite do futebol cearense do próximo ano.

Maranguape 2 x 1 Itapipoca
O Itapipoca conseguiu a vaga, após vencer a primeira partida, no estádio Perilo Teixeira pelo placar de 1 a 0. Com o gol marcado em casa, a equipe da Terra dos Três Climas, jogava pelo empate, ou caso marcasse um gol, precisaria perder pela diferença de mais de 2 gols.

O Maranguape precisava da vitória e saiu na frente com gol de Jessuí, aos 11 minutos da primeira etapa, Clenilson ampliou aos 27 minutos. O resultado classificava o Maranguape, até que aos 29 minutos da segunda etapa, o atacante Jorge Luis descontou para o Itapipoca, de pênalti. Resultado que classificou o Itapipoca.

Quixadá 0 x 0 Iguatu
O Quixadá empatou a primeira partida com a equipe do Iguatu também pelo placar de 0 a 0. Com o resultado a equipe do Sertão Central precisava de um novo empate por 0 a 0, ou da vitória. O Iguatu precisava de uma vitória simples, ou um empate por um ou mais gols de diferença.

A partida foi bem movimentada, com chances para as duas equipes, o Iguatu chegou a marcar com Juranilson, mas o assistente marcou impedimento do atacante. No segundo tempo, o clima esquentou, após um dos atletas do Iguatu chutar a bola com força, em direção ao banco do Quixadá. Os jogadores reservas do Canarinho do Sertão partiram para cima, mas a turma do deixa disso entrou em ação e evitou maiores confusões.

Artilheiro.com.br / http://artilheiro.com.br/

O clube amador: EC Sinesio Martins

Esporte Clube Sinésio Martins 

O Esporte Clube Sinésio Martins foi Fundado no dia 01/06/1968 na cidade de SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP.

PRINCIPAIS CONQUISTAS
Campeão Varzeano de São José dos Campos 1976, 1977.

futlog.net / http://futlog.net/

Espanha vence a Nigéria, mantém 100% e garante primeiro lugar

A Espanha sequer precisa jogar bem para ganhar. A campeã europeia e do mundo deu espaços como poucas vezes se vê, deixou o adversário chegar perto da sua área um número significativo de vezes, mas ainda assim venceu com certa tranquilidade a Nigéria por 2 a 0. Claro que não é o mesmo time que entrou com a faca nos dentes contra o Uruguai e só não goleou porque resolveu diminuir o ritmo. Foi um time preguiçoso, mas que ainda conseguiu um resultado sem forçar – e graças a uma grande incompetência dos Super Águias.

A Espanha começou o jogo de maneira avassaladora. Marcou um gol aos três minutos, quando já tinha criado duas boas jogadas. Só que não durou muito. Com a marcação frouxa, sem pressão na saída de bola adversária, a Roja viu a Nigéria crescer no jogo e criar chances, que só não foram mais claras porque os nigerianos parecem ter uma compulsão de ajeitar a bola antes de chutar. E aí perderam chances em profusão de chutar a gol quando tiveram a chance.

O primeiro tempo acabou dando a sensação que a Nigéria poderia arrancar um empate a qualquer momento. O início do segundo tempo foi exatamente assim. A Espanha seguia com o seu jogo preguiçoso, muitas vezes atrás da linha da bola, claramente com o freio de mão puxado.

Mesmo sem atuar bem, a Espanha, se poupando, chegou ao segundo gol. Aproveitando o espaço que deram a Pedro, Fernando Torres marcou seu 27º na temporada, contando todas as competições por clube e país. O segundo gol desanimou um pouco os nigerianos, mas o time africano teria outra chance. E foi assim que Gambo perdeu mais uma chance e ficou evidente que não tinha mais como a Nigéria reagir. Pior ainda, no final tomou mais um gol de Alba, desta vez no contra-ataque. Não havia orixá que aguentasse tanta incompetência no ataque contra a campeã do mundo.

A torcida brasileira cantou “Espanha/pode esperar/a sua hora vai chegar” quando o jogo estava definido, já projetando uma final entre a Roja e a Seleção Brasileira. É o que se espera. Antes disso, a Espanha tem a Itália pela frente. Mas certamente há uma expectativa em relação a uma possível final com o Brasil. Isso também, claro, se a Seleção brasileira passar pelo Uruguai.

Ficha técnica

NIGÉRIA X ESPANHA

Nigéria
Vincent Enyama; Efe Ambrose, Godfrey Oboabona, Kenneth Omeruo (Azubuike Egwuekwe, 11’/1T) e Uwa Echiejile; Sunday Mba (John Ogu, 18’/2T), John Obi Mikel e Fegor Ogude; Joseph Akpala (Mohamed Gambo, 26’/2T), Brown Ideye e Ahmed Musa. Técnico: Stephen Keshi
Espanha
Victor Valdés; Álvaro Arbeloa, Gerard Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Sergio Busquets, Xavi Hernández e Andrés Iniesta; Pedro Rodríguez (David Villa, 30’/2T), Cesc Fàbregas (David Silva, 9’/2T) e Roberto Soldado (Fernando Torres, 15’/2T). Técnico: Vicente Del Bosque
Local: Estádio Castelão (Fortaleza-BRA)
Árbitro: Joel Aguilar (ESL)
Gols: Jordi Alba, 3’/1T, 43′/2T, Fernando Torres, 17’/2T (Espanha)
Cartões amarelos: Nenhum
Cartões vermelhos: Nenhum

by Trivela / http://trivela.uol.com.br/
AP Photo/Fernando Llano

Uruguai conquista vaga e Taiti diz "Obrigado, Brasil"

Bastaram 80 segundos. De cabeça, Abel Hernandez marcou o gol mais rápido da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013 e deixou bastante clara a superioridade uruguaia, mesmo sem seus principais jogadores. Nos 88 minutos seguintes, a Celeste ainda marcaria outros sete gols e, ao fim, por 8 a 0, conquistou, em Recife uma vaga nas semifinais da competição. O próprio Hernández marcou mais três, enquanto Diego Perez, Nicolas Lodeiro e Luiz Suarez, duas vezes, completaram a goleada.

A seleção do Taiti, que recebeu grande apoio do público em todas suas partidas na Copa das Confederações, saiu de campo mais uma vez aplaudida. Neste domingo, porém, os jogadores carregaram bandeiras brasileiras e só deixaram a Arena Pernambuco após uma volta olímpica com uma faixa que dizia "Obrigado, Brasil".

Em segundo lugar no Grupo B, com seis pontos, o Uruguai agora tem confronto marcado contra o Brasil, dono da casa e com 100% de aproveitamento. A Espanha, que superou a Celeste na primeira rodada e ficou em primeiro lugar na chave, enfrentará a Itália na outra semi.

A torcida maciça pelo Taiti na Arena Pernambuco pouco ajudou os azarões. Depois do primeiro gol de Hernandez, o Uruguai jogou com calma no ataque, controlando a posse de bola e aproveitando-se da frágil zaga adversária. No fim do primeiro tempo, o placar já era de 4 a 0. Na segunda etapa, a torcida só conseguiu comemorar o pênalti defendido pelo goleiro Gilbert Meriel, que encaixou o chute de Andres Scotti. Com a vaga praticamente assegurada, a Celeste não mudou a postura. Seguiu atacando sem afobação e aproveitando as chances criadas. O Haiti mal conseguiu criar chances. Como consolação, saiu de campo novamente aplaudido, assim como  no Mineirão e no Maracanã.

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sábado, 22 de junho de 2013

Copa das Confederações: Todas as semifinais de 1992 a 2009

Copa das Confederações 1992
País Sede: Arábia Saudita
Semi Final
Estados Unidos  0 x 3 Arábia Saudita
Argentina 4 x 0 Costa do Marfim

Copa das Confederações 1995
País Sede: Arábia Saudita
Semi Final
*Não aconteceu, os primeiros colocados de cada grupo disputaram a final

Copa das Confederações 1997
País Sede: Arábia Saudita
Semi Final
Brasil  2 x 0 Rep. Tcheca
Uruguai 0 x 1 Austrália

Copa das Confederações 1999
País Sede: México
Semi Final
México 1 x 0 Estados Unidos
Brasil 8 x 2 Arábia Saudita

Copa das Confederações 2001
País Sede: Coreia do Sul / Japão
Semi Final
Japão  1 x 0 Austrália
França 2 x 1 Brasil

Copa das Confederações 2003
País Sede: França
Semi Final
Camarões 1 x 0 Colômbia
França 3 x 2 Turquia

Copa das Confederações 2005
País Sede: Alemanha
Semi Final
Alemanha 2 x 3 Brasil
México   1 x 1 Argentina (5x6 Pen.)

Copa das Confederações 2009
País Sede: África do Sul
Espanha       0 x 2 Estados Unidos
África do Sul 0 x 1 Brasil

Fonte de pesquisa: OGOL.COM.BR / http://www.ogol.com.br/
Roberto Feitosa / Bom de Gol

México se despede da Copa das Confederações com vitória sobre o Japão

A seleção do México entrou no Mineirão, neste sábado, com um plano bem definido: trabalhar com bolas aéreas. A estratégia deu certo, e a despedida da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013 deu-se com uma vitória por 2 a 1 sobre o Japão, com dois gols de cabeça de Javier Hernandez, o Chicharito. Com o resultado, o México fica em terceiro lugar no Grupo A, com três pontos. O Japão, que também chegou a este sábado eliminado, volta para casa sem um ponto sequer. Brasil, em primeiro, e Itália, no segundo posto, classificaram-se para as semifinais.

Os primeiros minutos mostraram um Japão mais efetivo no ataque, levando perigo com chutes de Kagawa e Honda. Aos poucos, porém, o México foi administrando melhor a posse de bola e aproximando-se da trave adversária. O gol quase saiu no primeiro tempo, com Guardado cabeceando sozinho dentro da área. A bola, contudo, explodiu na trave direita de Kawashima.

No segundo tempo, o México seguiu investindo no jogo aéreo e foi recompensado com Chicharito, abrindo o placar de cabeça. Doze minutos depois, mais do mesmo: outro cruzamento, outro gol de Chicharito. A equipe japonesa, que á perdia o domínio do meio-de-campo, reagiu tarde demais. Okazaki anotou aos 41, incentivando o time a tentar o empate até o fim, mas não houve tempo. Chicharito ainda desperdiçou um pênalti aos 47, e o placar não mudou mais.

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Brasil faz jus à tradição e vence a Itália

Algumas coisas já estão começando a se tornar praxe nos jogos da Seleção Brasileira, ao fim da primeira fase da Copa das Confederações da FIFA. Coisas como o apoio incondicional da torcida, um belo jogo em campo e... um golaço de Neymar e, para ele, um troféu de Craque do Jogo Budweiser. Houve disso tudo neste sábado na Arena Fonte Nova.

O camisa 10 brasileiro marcou pela terceira vez na competição – e o terceiro bonito gol – naquele que foi o segundo gol brasileiro numa emocionante vitória por 4 a 2 sobre a Itália, que valeu à equipe de Luiz Felipe Scolari a liderança invicta do grupo A, com nove pontos. Os outros gols brasileiros foram do soteropolitano Dante, no finalzinho do primeiro tempo, e mais dois de Fred, - que deixou o placar primeiro em 3 a 1 e, depois, o completou. Os gols italianos foram de Emanuele Giaccherini e Giorgio Chiellini.

O clima de apoio da torcida baiana era tão animado e irrestrito quanto aquele que a Seleção encontrou em seus dois primeiros jogos do torneio, em Brasília e Fortaleza. E, como naquelas ocasiões, isso se traduziu imediatamente em pressão para cima do adversário. Com pouco mais de um minuto, Hulk já invadiu a área entre três defensores, pela esquerda, e exigiu defesa difícil de Gianluigi Buffon. Ao longo dos dez seguintes, os italianos mal passaram do meio-campo e a bola quase não saía da área Azzurra.

Foi aos poucos que o ritmo da partida desacelerou e que o que começou a chamar mais atenção foram as lesões que desfalcaram os dois times num intervalo de oito minutos: aos 26 minutos, Emanuele Giaccherini substituiu Riccardo Montolivo; aos 30, Christian Maggio entrou na vaga de Ignazio Abate e, por fim, aos 34, David Luiz deu lugar a Dante. Mal se sabia, então, que entravam em campo alguns dos protagonistas do jogo.

Começando por Dante, um dos dois baianos em campo, ao lado de Dani Alves. Depois de um bom tempo sem que os brasileiros levassem verdadeiro perigo à defesa da Itália, nos acréscimos, foi o zagueiro nascido em Salvador e torcedor fanático do Bahia quem abriu o placar: após cobrança de falta de Neymar do bico da grande área, pela esquerda, Fred subiu bem de cabeça e obrigou Buffon a uma defesa difícil. A bola espalmada ficou nos pés do defensor do Bayern de Munique, que tocou para o gol.

Na segunda etapa, o incentivo da torcida foi de novo fundamental, mas desta vez para uma recuperação relativamente inesperada para quem dominara os primeiros 45 minutos e tivera a bola por quase 70% do tempo. É que, aos seis minutos, um chutão de Buffon encontrou Mario Balotelli na intermediária, de costas para o gol. O milanista teve categoria para dominar e, por cima de seu próprio corpo, dar um passe sensacional para Giaccherini, livre na direita da área. O chute cruzado foi indefensável para Júlio César e, imediatamente, despertou os gritos de “Brasil, Brasil” por parte dos quase 50 mil torcedores.

Pois quem atendeu, como tem sido praxe, foi Neymar. Desta vez, de uma forma (ainda) pouco usual: de falta. Apenas quatro minutos depois do empate, ele sofreu falta na beira da grande área e tratou de batê-la com perfeição, enganando Buffon ao mirar no próprio canto em que o goleiro italianos se colocava.

Parecia que tudo estava decidido aos 21, quando um lançamento de Marcelo, perfeito, encontrou Fred quase na marca do pênalti. O artilheiro do Fluminense dominou uma bola dificílima, aguentou o tranco de Giorgio Chiellini e, de canhota, bateu forte e sem chances. Era mais uma vantagem que duraria pouco. Cinco minutos, exatamente, até que Chiellini aproveitasse um lance confuso na área para bater rasteiro, da entrada da pequena área e marcar o 3 a 2 que transformaria os últimos minutos do jogo em outra pressão, mas agora da Azzurra – com direito a uma cabeçada na trave de Maggio, aos 35.

Na medida em que a pressão não funcionou, o Brasil se aproveitou de novo. Marcelo, excelente no apoio ao ataque, acertou chute colocado da entrada da área que obrigou defesa difícil de Buffon. Fred, como sempre, estava atento e bem colocado para o rebote. Fim de primeira fase para a Seleção de uma maneira que até os otimistas se surpreendem: três vitórias, nove gols e bom futebol.

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Uruguai vence Nigéria e fica perto da vaga

Os anos de rivalidade entre brasileiros e uruguaios fizeram com que, na Arena Fonte Nova, a Celeste fosse tratada como equipe visitante e seus rivais nigerianos, como time da casa nesta quinta-feira. Pois, então, coloque-se aí na conta do Uruguai uma suada e decisiva vitória fora de casa por 2 a 1 – com gols de seus veteranos Diego Lugano, 32 anos, e Diego Forlán, 34, e um de John Obi Mikel entre eles - , que deu aos campeões sul-americanos seus três primeiros pontos no Grupo B e uma boa chance de passar à semifinal.

Na última rodada da chave, no domingo, os uruguaios enfrentam o Taiti em Recife, enquanto a Nigéria – que também tem três pontos - joga com a Espanha, que já soma seis, em Fortaleza.

Apesar de os nigerianos terem começado infamados pelo apoio da torcida baiana, o Uruguai foi quem anotou primeiro, com 19 minutos: após pegar o próprio rebote de uma cobrança de escanteio, Diego Forlán cruzou rasteiro para a área. A bola passou por Edinson Cavani e encontrou o zagueiro Diego Lugano, que, de canhota e meio sem jeito, escorou para o gol.

Pouco depois, porém, ao exercer sua função original – a de defender -, Lugano perdeu a passada e levou um belo drible de John Obi Mikel após este tabelar com Brown Ideye. O meia do Chelsea bateu no ângulo para empatar em 1 a 1, aos 37.

O jogo era, além de bom, muito disputado. Para fazer alguma diferença nos espaços cada vez menores deixados de lado a lado, seria preciso talento; algo especial. Pois Forlán – no dia em que se tornou o 1° uruguaio a chegar a cem jogos com a seleção e após ter estado no banco de reservas diante dos espanhóis -, tratou de mostrar que isso, aos 34 anos, ainda tem.

Logo no início da segunda parte, aos seis minutos, um contra-ataque puxado por Cavani encontrou o jogador do Inter de Porto Alegre entrando na área pela esquerda, com a bola rolada para sua canhota, teoricamente a perna ruim. Mas o famoso talento ambidestro do Bola de Ouro adidas da Copa do Mundo da FIFA 2010  apareceu no formato de um petardo no ângulo direito de Victor Enyeama.

O golaço deu vantagem aos uruguaios e lhes permitiu jogar como mais gostam: contra-atacando, com espaços. Isso porque a Nigéria partiu para cima e até criou uma ou outra chance. Mas, quando a presença poderia virar pressão, o Uruguai já estava fechadinho, com a defesa reforçada. E, graças aos grandes nomes de sua geração trintona, bem perto das semifinais.

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Espanha goleia Taiti e quebra recorde

Já se sabia que era Davi contra Golias no Maracanã e não faltavam razões para isso. A campeã do Mundo e da Europa, Espanha, pegava uma seleção do Taiti quase 100% amadora e não facilitou. Venceu por 10 a 0, selou praticamente a presença nas semifinais da Copa das Confederações da FIFA, mas os taitianos também saíram com razões para sorrir de uma das grandes catedrais do futebol mundial.

Afinal, com apenas um jogador profissional no elenco, o Taiti ocupa a 138.ª posição do Ranking Mundial FIFA/Coca Cola e certamente seriam poucos os atletas do pequeno país da Oceania que algum dia imaginariam jogar no Maracanã e logo contra a enorme Espanha, que não perdeu qualquer dos últimos 24 jogos oficiais disputados e que lidera o Ranking.

Depois da derrota, por 6 a 1, contra a Nigéria na estreia no Grupo B, o Taiti ganhou a simpatia dos torcedores brasileiros. Esta quinta-feira, foram mais de 71 mil sempre a puxar pelo Taiti, quem sabe a imaginar um maracanazo em pequena escala que seria um gol taitiano contra a campeã do Mundo e bicampeã europeia.

Gols para todos os gostos
Não aconteceu, é verdade. O que aconteceu foi a maior goleada de todos os tempos na história da Copa das Confederações da FIFA e a Espanha a provar que, mesmo sem grande parte dos seus titulares, continua a ser uma seleção de grande nível.

O marcador funcionou logo aos cinco minutos, com Fernando Torres a marcar o primeiro dos seus quatro gols na partida, mas nem isso quebrou o espírito taitiano. A seleção da Oceânia aguentou-se bem até à meia hora de jogo e até tentou chegar, sempre que possível, à área espanhola.

Sempre que isso acontecia, o Maracanã ficava em festa, mas o estádio teve mesmo de se render às evidências. O 1 a 0 manteve-se até à meia hora de jogo, mas David Silva, Torres e David Villa elevaram a contagem até 4 a 0 antes do intervalo.

Para recordar
O segundo tempo trouxe ainda mais gols. Villa também completou o seu “hat-trick” – aumentou o seu recorde para 56 tentos em 90 jogos pela Roja – e a Espanha conseguiu mesmo chegar aos dois dígitos. O Taiti repetia a maior derrota da sua história, mas esse acaba por ser um pequeno pormenor na grande aventura desta seleção.

O pequeno país já fez história do Brasil 2013. Os seus jogadores, que têm no futebol uma paixão e não uma profissão, deixaram o gramado debaixo de aplausos da torcida e certamente nunca esquecerão a noite em que jogaram perante 71.806 pessoas no grande Maracanã. Mesmo que tenham sofrido a maior derrota num torneio sénior da FIFA.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Itália vence Japão e conquista vaga em jogo dramático

Sete gols, uma virada relâmpago e um fim de jogo dramático. Assim, em um jogo de tirar o fôlego e cheio de alternativas, a Itália contou com um gol de Sebastian Giovinco aos 41 minutos do segundo tempo para decretar a vitória sobre o Japão por 4 a 3 e conquistar uma vaga nas semifinais da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013.

O resultado deixa a equipe do técnico Cesare Prandelli com seis pontos, mesmo número do Brasil, que lidera o Grupo A por ter melhor saldo de gols. Às 16h (locais) de sábado, dia 22, em Salvador, a Azzurra encara os donos da casa com a primeira posição da chave em jogo. No mesmo dia, Japão e México, ambos sem pontos e sem chances, despedem-se do torneio em Belo Horizonte.
A luta pela sobrevivência após a derrota diante do Brasil forçou o Japão a atacar, e a postura pareceu pegar os italianos de surpresa. Shinji Okazaki foi derrubado por Gianluigi Buffon dentro da área, e Keisuke Honda aproveitou o pênalti para abrir o placar aos 21 minutos. Aos 33, Shinji Kagawa aumentou, pegando uma sobra dentro da área. A Itália acordou para o jogo quando Daniele de Rossi cabeceou para o fundo da rede aos 41. O gol da Azzurra mudou a partida, e o empate só não saiu na etapa inicial porque o chute de Emanuele Giaccherini, as 46, parou na trave esquerda do goleiro Eiji Kawashima.

A pressão continuou no segundo tempo. Aos cinco minutos, Giaccherini ganhou dividida e cruzou para Mario Balotelli, que estava sozinho na pequena área. Atsuto Uchida esticou-se para fazer o corte, mas acabou marcando contra. Aos seis, um chute de Sebastian Giovinco resvalou na mão de Makoto Hasebe dentro da área. Aos sete, Balotelli converteu o pênalti e colocou a Itália na frente. O placar que daria a vaga nas semifinais aparentemente relaxou a Itália, que voltou a sofrer ataques do Japão. E o ataque nipônico voltou a funcionar aos 24, com Okazaki cabeceando para deixar o placar igualado mais uma vez: 3 a 3.

A partida seguiu cheia de emoção, com as duas equipes saindo para o ataque. O Japão, mais agressivo, quase marcou aos 37, quando, no mesmo lance, Okazaki carimbou na trave e, no rebote, Kagawa cabaceou para baixo. A bola, no entanto, quicou e subiu muito, raspando o travessão antes de sair sobre o gol. A busca pela vitória deixou espaços, e a Itália aproveitou antes do fim. Aos 41, em uma bela triangulação no ataque, Claudio Marchisio cruzou e achou Giovinco solto na pequena área para decretar a vitória da Azzurra.

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Neymar comanda 2ª vitória do Brasil

Vestir a camisa 10 da Seleção Brasileira não é para qualquer um, mesmo. Mas Neymar deixou claro, mais uma vez, nesta quarta-feira, que seu talento está longe de ser banal, liderando a Seleção Brasileira a uma vitória por 2 a 0 sobre o México. A segunda vitória pela Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, em Fortaleza, na belíssima Arena Castelão.

O atacante marcou mais um golaço, deu muito trabalho para os laterais mexicanos pelas pontas e foi uma constante ameaça ao goleiro José Corona, com facilidade impressionante para finalizar e controlar a bola com os dois pés. Não à toa que, bastava ele pegar na bola, que a torcida da capital cearense entrava em prolvorosa.

Seu gol saiu aos 9 minutos, mais uma vez dando tranquilidade para a equipe anfitriã com pouco tempo de jogo. O lance começou a partir de um cruzamento de Dani Alves pela direita. O lateral buscava Fred no centro da área, e o capitão mexicano Francisco Rodríguez cortou de cabeça. A bola sobrou na pinta para Neymar pegar de primeira, de canhota, sem deixá-la cair para superar Corona.

Depois, já nos acréscimos, ele fez uma grande jogada pela esquerda. Próximo à linha de fundo, ele encarou dois defensores mexicanos – Rodríguez e Hiram Mier –, passou pelos dois com categoria impressionante e rolou nos pés de Jô, que bateu firme para ampliar.

Mas não era apenas Neymar a empolgar os brasileiros no estádio. Na verdade, o público já foi um espetáculo à parte, com uma empolgação contagiante, a começar pelo fevor na hora de cantar seu hino nacional. Empurrada por essa energia, a Seleção começou com tudo, de modo que o gol parecia realmente questão de tempo.

Era difícil, porém, manter o ritmo, ainda mais pelo calor típico da capital cearense. O Brasil passou a se posicionar mais recupado, esperando os mexicanos, que controlaram a bola nos 15 minutos finais, rondando a área brasileira, mas sem propriamente ameaçar Julio Cesar.

No seundo tempo, o time visitante também manteve mais posse de bola, mas não conseguia criar situações de perigo, numa prova de efetiva combatividade do meio-campo e da defesa de Luiz Felipe Scolari, que vai ganhando em solidez. Um bom trabalho coletivo que permitiu que, lá na frente, Neymar pudesse fazer a diferença.

Seguro, o Brasil desta forma chegou a dez jogos de invencibilidade e a nove vitórias consecutivas pela Copa das Confederações da FIFA, estabelecendo dois recordes. Este foi o quarto confronto entre os dois países pelo torneio. Agora são duas vitórias para cada lado.

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terça-feira, 18 de junho de 2013

Espanha é tetra da Euro S21

A Espanha é também imbatível no Sub-21. A Fúria conquistou nesta terça-feira o título da Eurocopa da categoria, depois de vencer a Itália por 4 a 1 na final, completando campanha com 100% de aproveitamento.

O jogo decisivo foi muito movimentado, desde os primeiros minutos. A Espanha abriu o placar logo aos seis minutos, com Thiago Alcântara, mas levou o empate antes dos 10.

O "brasileiro" Thiago brilhou com mais dois gols, um de pênalti, ainda no primeiro tempo. Isco, já na segunda parte, ampliou para 4 a 1, dando a entender que a emoção terminava ali. Mas Borini, com 10 minutos para o fim, diminuiu a diferença, deixando o jogo tenso pelos minutos seguintes.

Antes do apito final, a Espanha já havia retomado seu domínio com troca de passes precisos, sem deixar possibilidade de reação para a Squadra Azzurra.

A vitória encerra uma campanha apenas com vitórias da Fúria, que passou por Rússia, Alemanha, Holanda e Noruega, além da Itália. O título é o quarto da seleção espanhola na categoria.

OGOL.COM.BR / http://www.ogol.com.br/
Real Federación Española de Fútbol / http://rfef.es/

Coréia do Sul e Irã garantem vaga na Copa do Mundo de 2014

Coréia do Sul e Irã marcarão presença na Copa do Mundo de 2014. As duas seleções se enfrentaram nesta terça-feira, e apesar da vitória dos iranianos, os coreanos também se classificaram.

A Coréia do Sul entrou em campo praticamente com a vaga para a Copa nas mãos, sabendo que até uma derrota servia, dependendo do resultado entre Uzbequistão e Qatar.

O Irã, que só tinha em mente a vitória, conseguiu o seu objetivo. O triunfo por 1 a 0 fora de casa garantiu o primeiro lugar do grupo. A Coréia terminou em segundo, mas por pouco! No outro jogo, o Uzbequistão goleou o Qatar por 5 a 1 e quase recuperou a desvantagem que tinha no saldo de gols.

Sendo assim, Japão, Austrália, Coréia do Sul e Irã são os representantes da AFC na Copa do Mundo de 2014. O Uzbequistão precisará enfrentar ainda os playoffs para continuar sonhando com a vaga.

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