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domingo, 20 de abril de 2014

PSG supera Lyon e conquista Copa da Liga Francesa

O Paris Saint-Germain levou a melhor sobre a Lyon na decisão da Copa da Liga Francesa. Na final, disputada em jogo único, na noite de sábado, no Stade de France, a equipe local triunfou por 2 a 1, com dois gols marcados pelo centroavante uruguaio Edinson Cavani.

A formação de Laurent Blanc, que caminha também para o título do Campeonato Francês, aliviou assim um pouco da pressão decorrente da eliminação na Liga dos Campeões. A derrota para o próprio Lyon, no último final de semana, no Nacional, havia aumentado a preocupação no novo rico do futebol europeu.

No confronto que definiu o campeão da Copa da Liga, o PSG começou muito bem. Logo aos quatro minutos do primeiro tempo, em jogada com a participação do lateral esquerdo brasileiro Maxwell, Cavani mostrou o seu oportunismo para inaugurar o marcador.

A vantagem foi ampliada ainda na etapa inicial, em mais um lance com toque verde-amarelo – desta vez do atacante Lucas –, que resultou em pênalti. Cavani fez uma boa cobrança, aos 32, e deixou os parisienses em situação confortável na luta por seu quarto título na competição.

O Lyon buscou mais o ataque após o intervalo e conseguiu descontar aos 11 minutos, quando Lacazette ganhou de Jallet e Alex na corrida antes de acertar um bom chute. No entanto, com um comportamento cauteloso até o apito final, o Paris Saint-Germain assegurou o título.

Gazeta Esportiva / http://www.gazetaesportiva.net/
Paris Saint-Germain / http://www.psg.fr/
Foto: C.Gavelle/PSG

domingo, 30 de junho de 2013

Itália vence disputa de pênaltis e conquista o terceiro lugar

Tudo o que a Itália sofreu na disputa de pênaltis da semifinal, contra a Espanha, compensou na disputa de terceiro lugar deste domingo, em Salvador. Ao contrário do que aconteceu na semi, que teve 12 pênaltis anotados consecutivamente, a série que definiu a vitória sobre o Uruguai, após empate por 2 a 2 ao longo dos 120 minutos, terminou em 3 a 2, graças a três defesas de Gianluigi Buffon.

O belo jogo teve três gols que vieram de bola parada – os dois italianos e um dos dois de Edinson Cavani para o Uruguai – além de um sem-número de chances de gol que marcaram mais um jogo de alto nível na Copa das Confederações da FIFA:

Buscando um final vitorioso para um torneio em que não lhes faltaram bons momentos – até mesmo nas derrotas apertadas nas semifinais -, Itália e Uruguai entraram em campo na Arena Fonte Nova dispostos a procurar o ataque, e os primeiros 45 minutos já deixaram isso bem claro.

Os goleiros Gianluigi Buffon e Fernando Muslera trabalharam, e muito. Mesmo na hora de tomar o primeiro gol da partida, aos 24 minutos, o camisa 1 uruguaio ainda participou: foi uma cobrança de falta longa de Alessandro Diamanti, do lado direito da intermediária:  um misto de cruzamento e chute a gol. A bola encobriu Muslera, acertou a trave direita, voltou, bateu no ombro do uruguaio e, em cima da linha, Davide Astori tocou para o gol.

Com o gol, o ritmo só aumentou: Luis Suárez obrigou Buffon a uma defesaça e, pouco depois, de longe, Diego Forlán complicou de novo a vida do goleiro. Era um prenúncio do que estava por vir: primeiro, aos 13 minutos da segunda parte, o momento do empate: Walter Gargano roubou a bola, avançou desde o meio-campo e rolou para Edinson Cavani. O atacante fez aquilo que tem sido mais do que praxe na Serie A italiana: não perdoou. De perna direita, o jogador do Napoli tocou com categoria no canto esquerdo.

Tornou-se a tônica do jogo: a Itália mais tempo com a bola no pé, procurando encontrar um jeito de construir suas jogadas e os uruguaios, com velocidade, tentando contra-atacar. Foi assim que Forlán saiu cara a cara com Buffon e obrigou o goleiro a duas defesas consecutivas de forma espetacular, aos 23 da segunda etapa.

Para sorte dos italianos, porém, Diamanti estava em seu primeiro jogo como titular no torneio. Foi em mais uma falta cobrada pelo meia do Bologna que nasceu o segundo gol. Essa, no entanto, não deixou dúvidas que entrou de forma direta: de frente para a grande área, o canhoto acertou com precisão o canto esquerdo de Muslera, por cima da barreira, e marcou um golaço para deixar o jogo em 2 a 1. A reação foi idêntica e quase imediata, quando Cavani, inspirado, acertou uma cobrança de falta de muito longe – forte, apesar de com a lateral interna do pé – e surpreendeu Buffon para decretar novo empate.

Ao longo dos 30 minutos de tempo suplementar, apesar do calor baiano, o ritmo seguiu forte e ainda houve chances, mas não saíram mais gols. Pela segunda vez consecutiva, os italianos jogaram 120 minutos e precisaram da disputa de pênaltis para decidir seu destino. Desta vez, porém, a sorte – como o desempenho de Buffon - foi outra. Com três pênaltis defendidos, o goleiraço brilhou, pegou três pênaltis e assegurou a vitória italiana.

FIFA / http://pt.fifa.com/
Foto: Getty Images

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Brasil está na final da Copa das Confederações

O Brasil está na final. Depois de uma suada vitória por 2 a 1 no Mineirão, o time do técnico Luiz Felipe Scolari chega a decisão da Copa das Confederações com moral. Os gols foram marcados por Fred e Paulinho. Cavani fez o gol uruguaio.

Foi um primeiro tempo diferente de todos os outros da Seleção Brasileira nesta Copa das Confederações. O Brasil não começou fulminante no ataque como nos outros jogos. Também, do outro lado estava uma bem postada defesa uruguaia, que dificultava o avanço.

Com o jogo equilibrado e disputado no meio-campo, o primeiro lance de perigo veio de uma bola parada. David Luiz fez falta dentro da área em Lugano. Pênalti. Forlán cobrou, mas debaixo da baliza estava Julio Cesar. O camisa 12 voou no canto esquerdo e espalmou para escanteio.

O jogo seguia igual quando Fred mudou os rumos da partida. Neymar entrou na área e tentou tocar por cima do goleiro uruguaio. No rebote, o camisa 9 estava lá para conferir. Meio de raspão, mas o que interessa é a rede balançando. Brasil 1 x 0 Uruguai e intervalo de jogo!

Para o segundo tempo, a Seleção Brasileira voltou sem mudanças. O Uruguai também. E com apenas dois minutos, Cavani empatou para a Celeste.

Não demorou e Felipão chamou Bernard para substituir Hulk. Em seguida foi a vez de Hernanes entrar no lugar de Oscar.

No segundo tempo, com exceção do lance do gol uruguaio, quem tomou todas as ações do jogo foi o Brasil. A posse de bola chegou a passar de 70% para a Seleção.

Quando o relógio já marcava menos de cinco minutos para o fim do tempo regulamentar, Paulinho, no primeiro gol de escanteio da Seleção nesta competição, fez Brasil 2 x 1 Uruguai. Era o que faltava para a torcida explodir de vez.

Classificada para a final da Copa das Confederações, a Seleção Brasileira agora espera o vencedor de Espanha x Itália para saber quem enfrenta na decisão, no domingo, às 19 horas.

BRASIL

Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva (c), David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk (Bernard), Fred e Neymar.

Confederação Brasiliera de Futebol / http://www.cbf.com.br/

domingo, 11 de julho de 2010

Alemanha vence Uruguai em jogo de viradas

A Alemanha conseguiu vencer o Uruguai por 3 a 2 em Port Elizabeth, neste sábado, e ficou com o terceiro lugar da Copa. A vitória, porém, veio depois de o time marcar primeiro, tomar a virada e ter que reverter novamente o resultado, empatando e virando para garantir a vitória.

Este é o segundo Mundial seguido que os alemães ficam na terceira posição. Já os uruguaios não alcançavam essa fase desde 1970, quando também acabaram em quarto lugar.

Os dois times entraram com motivações diferentes em campo. O Uruguai jogou completo, buscando a sua melhor colocação desde o seu título mundial, em 1950. A Alemanha mostrou, já na escalação, que não dava a mesma importância ao jogo.

A torcida vaiava o atacante Luis Suárez, que tocou com a mão na bola na partida contra Gana, o que impediu o gol dos africanos e, com o erro de Gyan, levou a disputa para os pênaltis. Os Estrelas Negras acabaram eliminados e o jogador foi considerado vilão pelos ganeses.

Philipp Lahm e Lukas Podolski, gripados, ficaram fora da partida. O atacante Miroslav Klose, com dores nas costas, ficou no banco de reservas. O goleiro Manuel Neurer foi tirado para dar lugar a Hans-Jörg Butt, de 36 anos, em uma homenagem ao goleiro do Bayern de Munique.

Forlán teve a primeira chance de gol do jogo em cobrança de falta, aos seis minutos. O jogador bateu por cima da barreira, a bola foi saindo do goleiro, mas saiu.

Aos nove, a Alemanha assustou. Em cruzamento para a área no escanteio, o zagueiro Arne Friedrich cabeceou no travessão. Aos 18 minutos, Bastian Schweinsteiger chutou de fora da área, Fernando Muslera rebateu e Thomas Müller tocou para as redes.

Em uma saída de bola errada de Schweinsteiger, Diego Pérez tomou, Suárez avançou e tocou para Edinson Cavani tocar na saída do goleiro e fazer 1 a 1, aos 28 minutos.

Em um grande passe de Forlán aos 41 minutos, Suárez recebeu, ajeitou o pé direito e bateu para o gol, mas a bola foi fora. Pouco depois, em cobrança de falta, Schweinsteiger bateu falta perigosa, mas mandou por cima.

No segundo tempo, o primeiro lance de perigo foi do Uruguai. Aos três minutos, Cavani recebeu lançamento, fintou Hans-Jörg Butt e a bola sobrou para Suárez bater, mas o goleiro alemão defendeu.

No lance de ataque seguinte, aos seis minutos, a Celeste virou o jogo. Arevalo Ríos avançou pela direita, tabelou com Suárez, e cruzou para Forlán, de bate pronto, mandar para as redes e virar o jogo.

A Alemanha chegou ao gol de empate aos 11 minutos. Jerome Boateng chegou pela direita, fez um cruzamento longo, Muslera saiu mal do gol e Marcell Jansen tocou de cabeça para marcar.

Com 34 minutos do segundo tempo, a Alemanha trabalhou a bola pelo meio, Müller tocou para Boateng na direita, que cruzou para Stefan Kiebling, que não alcançou.

Em nova chegada pela direita, Müller tentou o cruzamento para Kiebling e a zaga tirou. No escanteio, Mesut Özil cruzou, Friedrich tentou o toque na segunda trave, a bola bateu em Lugano e Sami Khedira, de cabeça, mandou para o gol, virando novamente o jogo: 3 a 2.

A partir daí, o Uruguai passou a ceder muito mais espaço e os contra-ataques alemães começaram a encaixar. Kiebling perdeu gol incrível em jogada rápida pela esquerda. Em outras duas oportunidades, os alemães erram na conclusão.

No último minuto do jogo, já aos 47 minutos do segundo tempo, o Uruguai teve a chance de empatar. Forlán bateu falta e a bola explodiu no travessão, para frustração do Uruguai, que terminou em quarto. Ainda assim, o time de Oscar Tabárez termina a Copa do Mundo com sua melhor posição desde 1970, quandotambém foi quarto lugar.

Ficha Técnica

Uruguai 2x3 Alemanha

Local: Nelson Mandela Bay, Port Elizabeth
Data: 10/07, sábado
Árbitro: Benito Archundia (MEX)
Gols: Thomas Müller aos 18’/1T, Marcel Jansen aos 11’/2T,Sami Khedira aos 34´/2T (Alemanha), Edinson Cavani aos 28’/1T, Diego Forlán aos 6’/2T (Uruguai)
Cartões Amarelos: Dennis Aogo e Cacau (Alemaha); Diego Pérez (Uruguai)

Uruguai:
1-Fernando Muslera, 4-Jorge Fucile, 3-Diego Godín, 2-Diego Lugano e 22-Martín Cáceres; 16-Maximiliano Pereira, 15-Diego Pérez (5-Walter Gargano aos 31’/2T), 17-Egidio Arevalo Rios e 7-Edinson Cavani (13-Sebastián Abreu aos 43’/2T); 10-Diego Forlán e 9-Luis Suárez. Técnico: Oscar Tabárez.

Alemanha:
22-Hans-Jörg Butt, 20-Jérôme Boateng, 3-Arne Friedrich, 17-Per Mertesacker e 4-Dennis Aogo; 6-Sami Khedira e 7-Bastian Schweinsteiger; 13-Thomas Müller, 8-Mesut Özil (5-Sedar Tasci aos 46’/2T) e 2-Marcell Jansen (18-Toni Kroos aos 35’/2T); 19-Cacau (9-Stefan Kiebling aos 28’/2T). Técnico: Joachim Löw.
Trivela