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domingo, 13 de julho de 2014

James Rodriguez foi o artilheiro da Copa

James Rodriguez foi o artilheiro da Copa. O camisa 10 colombiano causou impacto imediato no Brasil 2014, criando dois gols e marcando outro na estreia da sua seleção, com vitória por 3 a 0 sobre a Grécia, atuação que lhe rendeu o prêmio de Craque do Jogo Budweiser. Ele também recebeu a premiação no jogo seguinte, uma vitória por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, dando uma assistência para Juan Fernando Quintero e marcando outro gol.

O jogador do Mônaco também foi decisivo diante do Japão: entrou em campo no segundo tempo, armando dois gols para Jackson Martínez e marcando outro. Rodríguez fez história no jogo seguinte, marcando os dois gols na vitória por 2 a 0 sobre o Uruguai, escore que garantiu a Colômbia nas quartas de final da Copa do Mundo pela primeira vez.
Ele sentiu pela primeira vez o sabor da derrota diante do Brasil. Ainda assim, fez um gol de pênalti e ganhou os aplausos da multidão que reconheceu a sua grande Copa do Mundo em Fortaleza.

Chuteira de Ouro: James Rodríguez (6 gols, 2 assistências) 
Chuteira de Prata: Thomas Müller (5 gols, 3 assistências) 
Chuteira de Bronze: Neymar (4 gols, 1 assistência)

Confira como ficou a lista dos goleadores:
Top 10

1º James Rodríguez [Colômbia] 6
2º Thomas Muller [Alemanha] 5
3º Neymar [Brasil] 4
3º Robin van Persie [Holanda] 4
3º Lionel Messi [Argentina] 4
6º Enner Valencia [Equador] 3
6º Xherdan Shaqiri [Suíça] 3
6º Karim Benzema [França] 3
6° André Schürrle [Alemanha] 3
6° Arjen Robben [Holanda] 3

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Pogba foi eleito a revelação da Copa do Mundo

O francês Paul Pogba, jogador da Juventus e que interessa a Chelsea e Paris Saint-Germain, saiu da Copa do Mundo eliminado pela eventual campeã Alemanha nas quartas de final, mas saiu do Mundial valorizado. Ele foi eleito o melhor jogador jovem do torneio, o primeiro jogador não-alemão a conquistar o prêmio de revelação, que foi dado pela primeira vez em 2006.

Ele segue os passos de Podolski (2006) e Müller, em 2010. Aliás, os dois foram campeões do mundo neste ano, com o segundo ainda quase sendo eleito o melhor jogador do torneio - o meia do Bayern de Munique só perdeu para Lionel Messi, da Argentina na principal premiação individual da Copa do Mundo.

Pogba jogou cinco partidas com a França neste torneio e foi responsável pela classificação dos Bleus para as quartas de final ao marcar o gol da vitória sobre a Nigéria nas oitavas. A Fifa não divulgou quem ficou em segundo e terceiro na votação do Grupo de Estudos Técnicos da entidade. Os outros indicados eram Varane, compatriota de Pogba, e Depay da Holanda.

Os critérios de avaliação, além do fato de que os candidatos tinham que ter nascido de 1º de janeiro de 1993 em diante, foram os seguintes:
• Nível técnico excepcional
• Estilo de jogo jovem e inovador
• Criatividade e inspiração
• Maturidade tática e eficácia
• Ganhar o reconhecimento dos torcedores com belas atuações
• Ser um modelo para os jogadores mais jovens
• Atitude positiva e fair-play

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Lionel Messi recebe a Bola de Ouro

Lionel Messi ficou com a Bola de Ouro como prêmio de consolação. Um troféu recebido com gosto amargo pelo atacante.

Messi fez Copa de altos e baixos no Brasil, mas quando apareceu foi decisivo. Não fosse pelo craque, a Argentina certamente não teria chegado tão longe. Na final, nenhum de seus concorrentes brilhou e o troféu de melhor jogador acabou nas mãos do jogador do Barcelona, que preferia erguer outro prêmio, coletivo, de campeão mundial, e deixou claro isso pela expressão na premiação.

Bola de Ouro: Lionel Messi (Argentina)
Bola de Prata: Thomas Müller (Alemanha)
Bola de Bronze: Arjen Robben (Holanda)

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Neuer leva Luva de Ouro

Manuel Neuer dedicou o título ao companheiro Marco Reus, que perdeu a Copa do Mundo por lesão. Neuer recebeu o prêmio "Luva de Ouro" como melhor goleiro da Copa.

"Estou muito feliz porque conseguimos nos tornar campeões mundiais com esses jogadores, conseguimos algo excepcional. Nos preparamos muito bem, planejamos tudo da forma certa e dedicamos o título a Marco Reus, e a outros que não puderam vir", discursou após o jogo.

"Sempre procurei estar presente para a equipe e fazer o meu papel. Não tenho nem palavras. Amanhã vou levantar e dizer, sou campeão mundial", completou, emocionado.

Neuer encerrou a Copa com o título de tetracampeão e o prêmio de melhor goleiro da Copa do Mundo do Brasil.

Os vencedores da Luva de Ouro
1994: Michel Preudhomme (Bélgica)
1998: Fabien Barthez (França)
2002: Oliver Kahn (Alemanha)
2006: Gianluigi Buffon (Itália)
2010: Iker Casillas (Espanha)
2014: Manuel Neuer (Alemanha)

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Götze marca na prorrogação e Alemanha conquista o tetra no Maracanã

O mundo do futebol conheceu seu novo campeão, e não poderia ser mais épico, não poderia ser mais suado, e não poderia ser mais justo. A Alemanha, gigante, batalhou por 120 minutos contra uma guerreira Argentina. Götze saiu do banco para entrar para história, com gol nos minutos finais, levando a "Máquina Alemã" que atropelou o Brasil ao tetracampeonato.

Não foi fácil chegar à final. A Alemanha teve que encarar um dos grupos mais fortes da Copa e sobrou na primeira fase, mas sofreu para passar por Argélia e França, antes de massacrar os donos da casa no que era previsto ser o mais complicado dos confrontos. A Argentina teve caminho um pouco mais fácil na teoria, só que a prática colocou a seleção na prorrogação contra a Suíça e nos pênaltis contra a Holanda. As duas finalistas fizeram por merecer a honra de decidir a final no palco sagrado do Maracanã, mas apenas uma poderia levantar a taça.

A final não poderia ser de outra forma, dramática, nervosa, disputada palmo a palmo no campo, e terminando após 120 minutos, com um gol nos instantes finais, de Götze, definindo o campeão. Foram 24 anos de espera e 32 dias de futebol para a consagração.

Alemanha entra na armadilha argentina

A Alemanha sofreu duro golpe mesmo antes da bola rolar no Maracanã. Escalado para o jogo, Khedira sentiu lesão e foi substituído por Kramer. Mas o conjunto alemão funcionou como sempre. A diferença para a partida da semifinal é que desta vez havia oposição. A Argentina endurecia na marcação e levava perigo nos contra-ataques.

De fato, enquanto a Alemanha rondava a área argentina sem ameaçar Romero, as respostas vinham com velocidade nos pés de Lavezzi e Messi. Neuer passou momento de terror e contou com a sorte quando Kroos, ao cortar errado de cabeça na intermediária, deu assistência perfeita para Higuaín. Na cara do gol, o atacante desperdiçou chance inacreditável de abrir a contagem na decisão.

Higuaín chegou a balançar a rede aos 30 minutos, em jogada iniciada de forma genial por Messi. Desta vez, Pipita foi flagrado em impedimento. A Alviceleste empurrava o gigante alemão para as cordas, em busca do nocaute, nocaute que sentiu Kramer em dividida no meio-campo, sendo substituído por Schürrle ainda na primeira parte.

A entrada de Schürrle abriu ainda mais a Alemanha aos contra-ataques. Ao mesmo tempo, aumentou a pressão alemã no ataque. Foi do atacante do Chelsea a primeira finalização com perigo para Romero. A troca de passes no ataque ganhou em qualidade e velocidade, e Kroos também testou o goleiro argentino.

No resumo do primeiro tempo, a Argentina poderia ser apontada como o time mais próximo do gol. Porém, no último lance, em cobrança de escanteio, a Alemanha mostrou uma de suas armas mais letais: a bola parada. Howedes, o "ponto fraco" alemão, subiu mais que todos na área e acertou cabeçada na trave.

Equilíbrio na segunda etapa 

Apesar do bom primeiro tempo, Sabella alterou a equipe no intervalo. Agüero voltou na vaga de Lavezzi, dando mais poder ofensivo para a Argentina, embora ao custo de maior centralização do jogo. No início até deu certo, e Messi escapou na cara do gol, tocando colocado na saída de Neuer, em tentativa que raspou à trave. Assim que a Alemanha encaixou a marcação, a partida ficou truncada e com raras oportunidades dos dois lados.

Messi também sentiu o gol perdido. Muito ativo na primeira parte, o atacante do Barcelona reapareceu apenas aos 30 minutos, ao tentar a característica puxada para a esquerda seguida de finalização colocada. A bola passou sem grande perigo para o gol de Neuer desta vez.

Do outro lado, Müller e Klose eram os que mais incomodavam a defesa hermana, porém sem grande inspiração. Lahm e Schweinsteiger faziam partida discreta e Kroos apresentava seu pior futebol durante toda a Copa. Özil em certos momentos era um homem a menos para os alemães.

Götze entrou na vaga de Klose no fim da segunda etapa, em uma última tentativa de Joachim Löw de resolver a partida no tempo regulamentar. O meia ainda arriscou chute de fora da área em sua primeira participação, com defesa fácil de Romero.

Do banco para a consagração

Assim como a Argentina começou o segundo tempo no ataque, a Alemanha abriu a prorrogação com tudo. A primeira jogada terminou com Schürrle livre na área, talvez na mais clara oportunidade alemã no jogo. Romero defendeu da forma que deu e o rebote ficou com a defesa alviceleste.

Palacio, que entrou no lugar de Higuaín, também teve a bola do jogo em seus pés. Hummels subiu para cortar bola alçada à área e nada encontrou. O atacante pareceu não acreditar no presente e tentou de forma desajeitada encobrir Neuer, mandando a bola para fora.

O segundo tempo da prorrogação chegou e a partida caminhava em ritmo lento para a disputa por pênaltis. Até que, aos sete minutos, Schürrle colocou velocidade pela esquerda e cruzou na primeira trave. Götze matou no peito e, sem deixar a bola cair, tocou na saída de Romero para entrar na história.

A Alemanha conquistou o tetra, e a Copa das Copas encontrou seu campeão após 32 dias inesquecíveis.

Copa do Mundo 2014
Final
Domingo, 13 Julho 2014 - 16h00
Jornalista Mário Filho (Maracanã), Rio de Janeiro, RJ (BRA)
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Alemanha 1 x 0 Argentina, Pro.
Gol: Mario Götze

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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Klose: o maior artilheiro das Copas, veja o ranking

Copa do Mundo - Gols marcados

Top 13

1º Miroslav Klose (Alemanha) 16
2º Ronaldo (Brasil) 15
3º Gerd Müller (Alemanha) 13
4º Just Fontaine (França) 13
5º Pelé (Brasil) 12
6º Jürgen Klinsmann (Alemanha) 11
6º Sándor Kocsis (Hungria) 11
8º Thomas Müller (Alemanha) 10
8º Helmut Rahn (Alemanha) 10
8º Gabriel Batistuta (Argentina) 10
8º Gary Lineker (Inglaterra) 10
8º Grzegorz Lato (Polônia) 10
8º Teófilo Cubillas (Peru) 10

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Nos pênaltis, Argentina garante vaga na final: 4 a 2 sobre Holanda

120 minutos de futebol não foram suficientes para definir o adversário da Alemanha na final do Maracanã. O jogo foi tenso, cauteloso, com poucas chances de gol. Somente nos pênaltis a Argentina voltou a uma final de Copa do Mundo e eliminou a Holanda, com um Romero gigante!

Domingo, no Maracanã, a seleção argentina voltará a uma final de Copa para enfrentar a Alemanha, que humilhou na terça-feira (08) o Brasil.

No time de Alejandro Sabella, Enzo Pérez foi o escolhido para ser o substituto de Ángel Di María. Uma opção mais defensiva, já que o jogador atua como segundo volante no Benfica. Na zaga, Demichelis seguiu no time e Rojo voltou para a lateral-esquerda.

Do outro lado, Van Gaal seguiu escalando a Holanda com três defensores e Dirk Kuyt e Daley Blind como alas. Na frente, a força de Van Persie, Robben e Sneijder.

Messi marcado, Robben sumido

Nos primeiros movimentos, já se pôde perceber que a principal missão defensiva do time laranja era não deixar Messi jogar. Para isso, a marcação, pela primeira vez no Mundial, era individual: Nigel De Jong ia atrás do camisa 10 argentino até quando ele ia beber água na beira do campo.

O craque tinha dificuldade para jogar, o que atrapalhava, e muito, o jogo da Argentina. A primeira chance que teve foi em bola parada, mas parou em Cillenssen.

Com a bola, os holandeses tinham a cautela e a paciência de sempre. Toque para cá, toque para lá. Os brasileiros que estavam no estádio não demoraram muito para gritar olé e provocar os rivais.

O início com olé talvez tenha sido o único momento de grande empolgação do público com a partida em sua primeira metade, que foi de poucas chances de gol. Messi era muito marcado e Robben pouco aparecia.

Muitos erros e prorrogação

Na volta do intervalo, a tendência seguiu. Van Gaal tentou colocar Janmaat em campo e inverter Kuyt de ala, mas pouco mudou. Robben seguiu fora do jogo, Van Persie não recebia nenhuma bola na frente e Sneijder também pouco acrescentava.

Os argentinos também não conseguiam achar o seu jogo sem o principal articulador no meio, Di María. Messi estava apagado na partida.

As linhas foram ficando cada vez mais compactas, o que diminuia os espaços no campo. O jogo ficou físico. Muitos contatos, empurrões, as faltas, que eram raras, começaram a aparecer. Os erros também. De passes, de chutes. Messi chegou a isolar uma bola, coisa rara.

Sneijder, por sua vez, pegou mal na bola em cobrança de falta, o que gerou vaias da torcida. Sinais de que a vaga na final seria decidida na prorrogação?

Arjen Robben, aos 45, teve grande oportunidade na área para evitar mais 30 minutos de futebol, mas El Jefecito Mascherano evitou. Foi praticamente um gol do volante, que manteve sua seleção viva.

A volta por cima de Romero

Os dois países parecem gostar de fortes emoções, já que resolveram disputar mais uma prorrogação. E nos 30 minutos a mais, pouco se arriscou. Rodrigo Palacio teve a grande chance dentro da área mas, assim como Robben havia feito no tempo regulamentar, desperdiçou.

A definição do adversário da Alemanha na final do Maracanã só foi definido na maior fábrica de heróis e vilões do futebol: os pênaltis. Dessa vez Van Gaal não colocou Krul.

Cillenssen seguiu sem pegar um pênalti, e o herói da vez foi Romero. Muito criticado, o arqueiro argentino defendeu duas cobranças e colocou seu país na final do Maracanã.

Copa do Mundo 2014 
Semifinais
Quarta, 9 Julho 2014 - 17h00
Arena Corinthians, São Paulo, SP (BRA)
Árbitro: Cüneyt Çakir (TUR)
Holanda 0 x 0 Argentina, Pro. (2 x 4 Pen.)

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terça-feira, 24 de junho de 2014

Mondragón é o jogador mais velho a participar de uma partida de Copa do Mundo

A goleada da Colômbia sobre o Japão, por 4 a 1, abriu espaço para o goleiro Faryd Mondragón quebrar um recorde na história das Copas. Aos 43 anos e três dias, o goleiro substituiu Ospina no final da partida e se tornou o jogador mais velho a atuar em uma partida do Mundial.

A marca anterior era do camaronense Roger Milla. Na Copa de 1994, o africano entrou em campo com 42 anos, um mês e oito dias.

Mondragón também se tornou o jogador com maior intervalo entre partidas na Copa do Mundo. A sua última atuação havia sido em 1998, na França, e agora, 16 anos depois, ele novamente esteve em campo no Brasil. Ele bateu o suíço Alfred Bickel, que teve um intervalo de 12 anos entre a França, em 1938, e a de 1950, também em terras brasileiras.

O goleiro atualmente defende o Deportivo Cali, porém já defendeu mais de onze clubes durante a sua carreira. Mondragón também esteve na Copa de 1994, mas não atuou em nenhuma partida.

Goal.com / http://www.goal.com/
Federación Colombiana de Fútbol / http://www.fcf.com.co/

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Camarões na Copa do Mundo

Camarões tem um retrospecto positivo nas disputas recentes da Copa do Mundo, pois esteve presente nos últimos torneios. Na história da competição, no entanto, a equipe não acumulou bons resultados e ficou de fora de muitas edições.

A primeira participação de Camarões em Copas foi em 1982, na Espanha. A equipe caiu no grupo A com Itália, Polônia e Peru, empatou com os três adversários e, com isso, igualou a campanha da Itália. A seleção Azzura, no entanto, havia marcado um gol a mais e, assim, eliminou Camarões.

A seleção ficou de fora do Mundial de 1986 e voltou em 1990, na Itália, para realizar sua melhor campanha em Copas do Mundo. A equipe foi comandada até as quartas-de-final pelo experiente meia Roger Milla. O jogador é até hoje um dos principais ídolos do país.

Na primeira fase, a equipe se classificou em primeiro lugar do grupo, deixando para trás a poderosa Argentina, União Soviética e Romênia. Nas oitavas, bateu a Colômbia e chegou às quartas contra a Inglaterra. Perdeu na prorrogação por 3 a 2, foi eliminada, mas saiu da Copa como a grande surpresa.

A equipe se classificou para a Copa de 1994 e a expectativa sobre o futebol da seleção era considerável. Desta vez, contudo, o time foi eliminado ainda na primeira fase. A equipe empatou com a Suécia, mas perdeu para Brasil e Rússia.

A partida contra os russos, entretanto, serviu para marcar o nome do atacante Roger Milla na história das Copas. Com 42 anos e 39 dias de idade, o camaronês se tornou o jogador mais velho a marcar um gol em um Mundial, na goleada sofrida para a Rússia.

Nas Copas seguintes, Camarões foi eliminado novamente na primeira fase. Em 1998, conquistou apenas dois pontos e foi eliminado no grupo que tinha Itália, Chile e Áustria. Em 2002, ficou na primeira fase em um grupo com Alemanha, Irlanda e Arábia Saudita. A seleção não se classificou para o mundial de 2006.

E em 2010 a seleção camaronesa deixou a competição ainda na primeira fase após perder para o Japão por 1 a 0, a Dinamarca por 2 a 1 e a Holanda também por 2 a 1.

HSW International / http://esporte.hsw.uol.com.br/

México na Copa do Mundo

A história do México em Copas não é das melhores. Sem rivais na América do Norte, além dos EUA, o time disputou 14 das 19 edições da competição. Porém, sua melhor campanha foi nos anos de 1970 e de 1986, quando ambas as edições foram disputadas no país. A equipe chegou às quartas-de-final nestes Mundiais.

O México ficou de fora dos torneios de 1934, 1938, 1974, 1982 e 1990. Em 1938, se retirou da competição por problemas no país. Já, em 1990, ficou ausente como punição por ter falsificado a idade de um jogador em um campeonato juvenil.

Em 1930, em 1950 e, em 1954, a seleção fez a pior campanha da primeira fase, somando em três jogos, três derrotas. Já em 1958, o desempenho foi um pouco melhor: um empate e duas derrotas em três jogos.

Na Copa seguinte veio finalmente a primeira vitória. Os mexicanos bateram a Tchecoslováquia na última rodada da primeira fase por 3 a 1, mas ficaram mais uma vez pelo caminho ainda na fase de grupos.

Em 1966, os mexicanos caíram no grupo da anfitriã Inglaterra. Perderam para os donos da casa e empataram com Uruguai e França. A terceira colocação, porém, deixou mais uma vez o time da América do Norte de fora da segunda fase.

Na Copa de 1970, os mexicanos foram os anfitriões. Conquistaram a segunda vaga do Grupo 1, atrás da União Soviética. Duas vitórias, um empate e nenhum gol sofrido até então. Porém, encarou logo de cara nas quartas-de-final a poderosa Itália e sucumbiu. Como reconhecimento de seu esforço, o time mexicano foi aplaudido pelos 27 mil espectadores do Estádio Luis Dosal, em Toluca.

A equipe mexicana voltou a disputar uma Copa apenas em 1978, mas ficou na primeira fase. Mais uma vez, três derrotas em três partidas, em um grupo que tinha as fortes seleções da Polônia e da Alemanha Ocidental.

De fora da competição em 1982, o time retornou em 1986, novamente como anfitrião. Mais uma vez, passou da primeira fase, mas não das quartas. Segurou um 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação contra a Alemanha Ocidental, mas acabou derrotado nos pênaltis.

Fora em 1990, chegou às oitavas em 1994. Contra a Bulgária do craque Stoichkov, empatou no tempo normal por 1 a 1, contudo foi eliminado novamente nos pênaltis, desta vez por 3 a 1. Em 1998, na Copa da França, caiu no grupo da Holanda e se classificou em segundo. Porém, mais uma vez, sofreu a derrota nas oitavas e novamente para a Alemanha, algoz de outras duas oportunidades. A derrota por 2 a 0 para o time de Klinsmann tirou o sonho mexicano.

Na Copa seguinte, disputada na Coreia do Sul e no Japão, os mexicanos venceram o grupo G, que tinha a favorita Itália. Mas logo nas oitavas enfrentaram o maior rival: os EUA. Os americanos ganharam por 2 a 0  e avançaram na competição. A derrota foi decepção em todo México, que esperava um triunfo sobre os arquirrivais.

Na edição, disputada na Alemanha, em 2006, os mexicanos voltaram a superar a primeira fase, mas o destino foi o mesmo dos Mundiais anteriores: eliminação nas oitavas. Os argentinos passaram pelos mexicanos, com vitória na prorrogação.

E em 2010 não foi diferente. Novamente os mexicanos passaram com certa tranquilidade pela primeira fase e foram eliminados nas oitavas pelos argentinos.

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sábado, 7 de dezembro de 2013

Croácia na Copa do Mundo

A Croácia tem sido apontada como uma das seleções mais fortes, desde a separação da Iugoslávia, no início dos anos de 1990.

A seleção Croata já disputou 3 Copas do Mundo tendo a melhor posição em 1998. Conquistou do 3º lugar após uma vitória sobre a Holanda na decisão do terceiro lugar.

França 1998
A Croácia chegou na Copa da França com uma campanha regular conseguindo o segundo lugar do grupo 1 nas eliminatórias europeias (com um ponto a mais que o terceiro colocado - a Grécia, tendo que disputar a repescagem contra a Ucrânia. Venceu o primeiro jogo por 2 a 0 na cidade de Zagreb e empatou o segundo por 1 a 1 em Kiev.
Chegando a competição pela primeira vez a Cróacia entrou no Grupo H que tinha Argentina, Jamaica e Japão. Conseguiu o segundo lugar, com tranquilidade e antecedência (na segunda rodada) , após vencer na estreia por 3 a 1 a Jamaica e o Japão na segunda por 1 a 0. Mas fechou a fase com uma derrota de 1 a 0 para a Argentina. Assim, conquistou seis pontos, marcou quatro gols e sofreu dois. Na fase final, os croatas surpreenderam. Nas oitavas de final, com uma vitória por 1 a 0 sobre a Romênia, que foi cabeça de chave e líder do grupo G. Nas quartas uma grande exibição e mais uma vitória, agora sobre a forte Alemanha por 3 a 0. E assim chegou a semi-final onde perdeu para os donos da casa por 2 a 1. Essa derrota não abalou o time que chegou a disputa do terceiro lugar contra a Holanda. Venceu por 2 a 1 e assim fechou com “chave de ouro” a histórica campanha.
O time não chegou a final mas teve o artilheiro da Copa: Davor Šuker com 6 gols

Coréia do Sul/Japão 2002
A Seleção croata melhorou sua participação nas Eliminatórias e conseguiu chegar a mais uma Copa. Foi líder do grupo 7 de forma invicta (com 5 vitórias e 3 empates) fazendo 18 pontos em uma chave que contava com Bélgica, Escócia, Letônia e San Marino.
Mas não obteve o mesmo rendimento na Copa do Mundo. Com um desempenho fraco, perdeu para o México na estreia por 1 a 0, surpreendeu a Itália vencendo por 2 a 1 e perdeu para o último do grupo, o Equador, por 1 a 0. Assim, terminou a sua presença em terceiro lugar com três pontos.

Alemanha 2006
Outra bela campanha nas Eliminatórias, mais uma vez liderando o grupo 8 e de forma invicta (7 vitórias e 3 empates). Fez 21 pontos, a maior pontuação que conseguiu em eliminatórias. A chave também continha a Suécia, Bulgária, Hungria, Islândia e Malta
Na Copa do Mundo, formou o grupo F com Brasil, Austrália e Japão. Desta vez, os croatas não conseguiram vencer nenhum jogo. Perderam para o Brasil na estreia por 1 a 0 e empataram com a Austrália por 0 a 0 e o Japão por 2 a 2. Terminou em 3º no grupo e em 22º na classificação geral.

Wikipédia / http://pt.wikipedia.org/

Brasil na Copa do Mundo

A Seleção Brasileira é a única a participar de todas as copas do mundo de futebol. É também a única seleção pentacampeã mundial (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002).

Uruguai 1930
No Uruguai, em 1930, o Brasil esteve presente para a disputa da 1ª Copa do Mundo, mas um desentendimento entre times do Estado do Rio de Janeiro e times do Estado de São Paulo, ao preparar a escolha de seus jogadores, fez com que os melhores jogadores não participassem. A seleção entrou em um triangular com Iugoslávia e Bolívia, onde somente o primeiro do grupo se classificaria. A Iugoslávia venceu o Brasil por 2 gols a 1 e a Bolívia por 4-0, e se classificou, eliminando na primeira fase o Brasil.

Itália 1934
Na Copa do Mundo de 1934, o Brasil foi eliminado ainda na primeira partida, no jogo contra a Espanha, onde perdeu por 3 a 1. Assim, a Seleção Brasileira aproveitou a viagem para realizar dois jogos amistosos. O primeiro em Belgrado, onde perdeu para a Seleção da Iugoslávia pelo placar 8 a 4. O segundo em Zagreb, onde empatou sem gols com o Gradjanski, uma equipe local.

França 1938
Na França, a Seleção Brasileira obteve o terceiro lugar, sua melhor colocação até então nas Copas do Mundo. Eliminou a Polônia nas oitavas de final e a Tchecoslováquia nas quartas, perdendo para a Itália na semifinal. Ganhou da Suécia na disputa do 3º lugar. Leônidas da Silva conhecido como Diamante Negro, foi o artilheiro da competição com 7 gols.

Brasil 1950
Na Copa do Mundo de 1950 a Seleção Brasileira era tido como favorito ao título. Se classificou em 1º em seu grupo e, no quadrangular final, goleou Suécia pelo placar de 7-1 e Seleção Espanhola por 6-1. Precisava somente de um empate contra o Uruguai para obter o título, porém, o Uruguai venceu o Brasil por 2-1 de virada. A partida foi realizada no estádio Maracanã, construído especialmente para a Copa. A tragédia foi tão grande que o fato passou a ser chamado de "Maracanazo" pela imprensa hispânica.

Suíça 1954
Na Copa do Mundo de 1954, o Brasil, pela primeira vez, usou o uniforme com a camisa amarela e o calção azul. Depois da derrota no Mundial de 1950, o uniforme antigo (camisa branca e calção azul usado desde 1919) foi considerado azarado. A Seleção Brasileira estava em um período de entressafra, e a desorganização era tão grande, que os jogadores mal sabiam o regulamento da competição. O Brasil conseguiu se classificar, vencendo o México e empatando com a Iugoslávia, mas nas quartas-de-final enfrentou a poderosa Hungria de Kocsis e Puskás, sensação daquela Copa, e perdeu de 4-2, sendo eliminada.

Suécia 1958
O primeiro título do Brasil. A seleção ficou em 1º lugar num grupo forte, que tinha Inglaterra, União Soviética e Áustria. Ganhou com dificuldade do País de Gales, que utilizava um esquema fortemente defensivo, nas quartas-de-final. Na semifinal, goleou por 5-2 a França. A final foi disputada no Estádio Råsunda entre Brasil e Suécia. O Brasil perde o sorteio e joga de azul, ambos os times tinham o uniforme nº 1 em amarelo. A Seleção Brasileira vence por 5-2, mesmo placar que aplicara na semifinal. Nesta partida, a seleção tinha jogadores como: Pelé, Vavá, Zito, Mazzolla, Garrincha, Didi, Gilmar, Zagallo, entre outros. Assim o Brasil sagrava-se pela primeira vez Campeão Mundial de Futebol. Marcando para o mundo o surgimento de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

Chile 1962
A seleção faz seu bicampeonato nesta Copa. O Brasil se classificou em 1º do grupo. Eliminou a Inglaterra nas quarta-de-final e o Chile na semifinal. Na final, o Brasil venceu a Tchecoslováquia por 3-1 gols. Os jogadores Garrincha, Nilton Santos, Zagallo e Vavá foram grandes destaques.

Inglaterra 1966
Na busca pelo tricampeonato, o Brasil apresentou um time desorganizado e extremamente confuso, chegando a convocar mais de 40 jogadores. A Seleção acabou eliminada ainda na primeira fase, após perder para Portugal por 3-1 gols. Partida marcada pelas jogadas violentas contra Pelé.

México 1970
Brasil e Itália duelaram no estádio de Azteca, México, disputando o título de Primeira Seleção Tricampeã Mundial. Brasil venceu a competição por 4 x 1 gols, conquistando a Taça Jules Rimet. A Seleção Brasileira da época, que, para evitar a repetição do fiasco de 1966, realizou grande preparo físico e organização antes da Copa, foi considerada uma das melhores da História.

Alemanha Ocidental 1974
Zagallo e sua equipe, agora sem o Pelé, tentaram o tetracampeonato com um time muito discutido pela imprensa brasileira. Mas a Seleção não resistiu à inovação colocada em campo pela Laranja Mecânica da Holanda, e acabou em quarto lugar após perder para a Polônia.

Argentina 1978
A Copa da Argentina é certamente a mais suspeita das copas. O Brasil conquistou o terceiro lugar, invicto, mais empatando do que vencendo. Só não chegou à final por causa da suspeitíssima goleada de 6 a 0 da Argentina contra o Peru. Depois da vitória argentina, torcedores brasileiros foram humilhados e agredidos por torcedores locais: numa agência da Varig, sob ameaça de agressão. Nesta Copa, o técnico Cláudio Coutinho criou uma das jóias do anedotário futebolístico ao afirmar que o Brasil foi o campeão moral da competição, frase que virou motivo de gozação.

Espanha 1982
A Seleção Brasileira era considerada a melhor equipe do mundo, recheada de craques como Zico, Sócrates e Falcão, comandados por Telê Santana. Mas na partida contra a Itália, Paolo Rossi marca três gols e decreta a tragédia do Sarriá.

México 1986
Problemas variados atrapalharam o Brasil na Copa de 1986. Várias lesões atrapalharam a formação de um time tão forte quanto o de 1982: Cerezo foi cortado, Zico e Falcão não tinham condições de serem titulares. Renato Gaúcho foi cortado por indisciplina e Leandro o acompanhou, em solidariedade. No desembarque no México, Zico fazia tratamento intensivo para poder se recuperar a tempo de jogar; Júnior e Sócrates não estavam em suas melhores condições físicas. No início da Copa do México, a esperança era de repetir a campanha de 1970. Zico e companhia ganharam sofrendo os 2 primeiros jogos; o primeiro contra uma uma supreendente (para a época) Espanha, e com a ajuda do juiz que não viu que o arqueiro brasileiro Carlos retirou uma bola de dentro do gol. O segundo contra a Argélia que diferente da copa anterior, não surpeendeu ninguem, o jogo poderia e deveria ter sido facil, mas não foi. Jogaram melhor nos outros dois, contra a Irlanda e depois contra a Polonia, o Brasil mostrou sua superioridade no futebol mundial. Mas acabaram eliminados nas quartas-de-final pela França de Platini nos pênaltis. Apesar dos pesares, no final das contas teve uma efetividade melhor que a poderosa seleção de 1982, mesmo apresentando um futebol inferior, mas não foi suficiente para passar pelas França. Telê Santana ganhava de vez a fama de pé frio. .

Itália 1990
O Brasil havia ganho a Copa América de 1989, após 40 anos sem o título, e havia animação quanto ao possível desempenho do Brasil na Copa. Mas, treinada por Sebastião Lazaroni, a Seleção Brasileira não foi bem. Utilizando pela primeira vez o esquema 3-5-2, o time foi considerado muito defensivo e com um futebol ultrapassado. A Seleção obteve magras vitórias na primeira fase. O confronto entre Brasil e Argentina pelas oitavas de final foi um dos piores jogos da historia da copa. A lesão de Romário e a falta de união do grupo de jogadores foi apontada como a principal causa para a eliminação. Com o ambiente interno dividido por intrigas entre jogadores e comissão técnica. O futebol sofreu um grande abalo emocional apos esta copa. Tendo reflexo inclusive nos espaços na midia.

Estados Unidos 1994
Após um jejum de 24 anos sem conquista, a equipe brasileira foi para a Copa do Mundo dos Estados Unidos em 1994 desacreditada. Seu técnico, Carlos Alberto Parreira, com fama de turrão, convocou Romário, que era unanimidade nacional, apenas nas últimas partidas das eliminatóras na partida , onde Romário marcou varias vezes. A dupla Romário e Bebeto fez grandes apresentações e levaram o Brasil à final. Numa partida sem gols, Brasil e Itália fizeram a primeira final de Copa do Mundo definida por pênaltis. O tetracampeonato veio após Roberto Baggio mandar a bola aos ares e finalizar 3 a 2 . O campeonato serviu como uma redenção a quem ja desacreditava no futebol como esporte nacional.

França 1998
A esperança do penta estava toda depositada na dupla que havia feito sucesso nos anos anteriores, Ronaldo e Romário. Mas pouco antes da Copa, o Baixinho foi cortado. A Seleção apresentou-se como um bom time, mas havia dúvidas se era forte o suficiente para conquistar o título, pois apresentava deficiências que poderiam ser fatais em algum momento. Após uma difícil semifinal contra a talentosa Holanda, jogo que era considerado por alguns "a final antecipada", parecia que a Seleção conquistaria o penta. Mas a final contra a França foi, talvez, a mais estranha de todas as finais de Copa já realizadas. Ronaldo, o "Fenômeno", então considerado o melhor jogador do mundo, teve problemas que, até hoje, são motivos de controvérsia durante a final contra os donos da casa: citaram-se a possibilidade de convulsões, cansaço ou até mesmo uma má atuação proposital. O Brasil foi goleado pela França de Zidane por 3 a 0 em péssima atuação de todo o time, o que gera até hoje comentários de que a Copa poderia ter sido "vendida".

Coréia do Sul/Japão 2002
A seleção brasileira, na preparação para a Copa, não vinha apresentando bons resultados e a mudança constante de técnicos preocupava. O Brasil havia sido eliminado da Copa das Confederações e da Copa América, perdendo para a fraca seleção de Honduras. As eliminatórias foram sofridas, com o Brasil classificando em 3º lugar. Mas aí chegou o técnico Luís Felipe Scolari, famoso pelo seu pulso firme e seriedade. Ele comandou a seleção na Copa do Mundo de 2002 e não cedeu à pressão popular optando por não convocar Romário. Com um futebol pragmático, buscando o resultado, mas sem negar o talento brasileiro, a Seleção de Rivaldo, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho obteve uma campanha numericamente perfeita: sete vitórias em sete jogos. Ronaldo marca dois gols na final, contra a Alemanha, e espanta o fantasma de quatro anos antes. Brasil pentacampeão mundial de futebol.

Alemanha 2006
A Seleção Brasileira entrou como natural favorita, devido à campanha da última Copa. Seu ataque era chamado de Quadrado Mágico (Ronaldo, Ronaldinho, Kaká e Adriano). Porém, a seleção não inspirava confiança à todos: havia poucos treinos, farra na concentração e declarações arrogantes. Notava-se, portanto, uma situação inversa à de 2002, onde a seriedade era total. Nos primeiros jogos, o Brasil demonstrava apatia e lentidão em campo, e classificou-se devido à pouca força dos adversários. Os comandados de Carlos Alberto Parreira acabaram caindo novamente diante dos carrascos franceses, liderados por Zidane e Henry. A derrota por um a zero foi decretada com o gol de Thierry Henry.

África do Sul 2010
A Seleção Brasileira, comandada pelo capitão do tetracampeonato de 1994, Dunga, venceu tudo que disputou antes da Copa do Mundo de 2010: a Copa das Confederações, a Copa América, e ficou em 1º das Eliminatórias. O Brasil chegava como favorito. O desempenho do técnico era excelente. Na Copa, ficou em 1º lugar de seu grupo, vencendo duas partidas e empatando uma, a partida contra Portugal. Derrotou o Chile nas Oitavas-de-Final, e nas Quartas-de-Final, contra a Holanda, saiu vencendo por 1x0 no primeiro tempo, porém, a seleção voltou irreconhecível no segundo, não jogando o belo futebol apresentado no começo. Em duas jogadas aéreas do jogador Sneijder, o Brasil cedeu e sofreu a virada por 2 a 1, decretando o fim da segunda Era Dunga e também a eliminação brasileira na Copa. Vários motivos para a eliminação foram apontados pela torcida.

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

adidas apresenta Brazuca ao mundo

O mundo já conhece a bola que rolará nos gramados brasileiros na Copa do Mundo de 2014.
Em evento no Rio de Janeiro, na noite desta terça-feira, a Brazuca foi apresentada a imprensa e convidados. Com show de luzes, efeitos especiais e projeção em 3D, o objeto foi exibido pela primeira vez em grande estilo. A festa teve a apresentação da atriz Sheron Menezzes e participação de Cafu, capitão do pentacampeonato; Hernane, Flamengo; e Seedorf, do Botafogo. O atacante Fred, do Fluminense, era esperado, mas não compareceu.

Presente no evento, Cafu elogiou a bola que ela tem a cara do Brasil.

– Essa bola é 100 por cento brasileira, é fantástica. Pena que eu não vou ter a oportunidade de jogar a Copa do Mundo com essa belezura. A bola tem as cores do Brasil, o céu estrelado, e espero que traga muita sorte para a Seleção – disse o ex-lateral-direito, campeão do mundo em 2002.

A Brazuca, fabricada pela Adidas, terá a missão de substituir a Jabulani, que ficou famosa nos gramados da África do Sul em 2010. A escolha do nome da bola do Mundial do Brasil foi feita por votação popular, no ano passado. Com 77,8% de 1.119.539 votos, Brazuca superou Bossa Nova (14,6%) e Carnavalesca (7,6%) na enquete promovida em parceria com o GloboEsporte.com. A expressão "brazuca" significa "brasileiro" e descreve o modo de vida do país. As cores e o design dos seis painéis da bola foram inspirados nas fitas da sorte do Senhor do Bonfim da Bahia e simbolizam a paixão e alegria associadas ao futebol no Brasil.

A Brazuca passou por um processo de testes durante mais de dois anos e meio, envolvendo mais de 600 dos melhores jogadores do mundo e 30 equipes de dez países espalhados por três continentes. Segunda a Adidas, é a bola que mais provas enfrentou, de forma a garantir uma performance em todas as condições. Equipes como Milan, Bayern de Munique, Palmeiras e Fluminense participaram dos testes. E Messi, Casillas, Schweinsteiger e Zinedine Zidane foram alguns dos jogadores envolvidos no processo. A bola já havia sido testada em campo em encontros internacionais durante o Campeonato do Mundo sub-20, com um design diferente, e também num jogo amistoso entre a Suécia e a Argentina em fevereiro de 2013.

A tecnologia incorporada e a estrutura da Brazuca são as mesmas que foram utilizadas na construção da Tango 12, usada na Eurocopa de 2012, na Cafusa, bola da Copa das Confederações deste ano, e na Liga dos Campeões da Europa. No entanto, segunda a empresa, a bola apresenta uma inovadora estrutura simétrica de seis painéis idênticos e uma superfície exclusiva que proporciona maior aderência, contato, estabilidade e aerodinâmica em campo.

A Brazuca foi testada de forma exaustiva, para responder e superar todas as exigências da Fifa requeridas a uma bola oficial, de forma a garantir um desempenho de alta performance em quaisquer condições.

Artilheiro e campeão da Copa do Brasil pelo Flamengo, o atacante Hernane também esteve presente no lançamento da Brazuca e disse que será um sonho acompanhar uma Copa do Mundo no Brasil.

– Todo brasileiro tinha esse sonho de ver a Copa no Brasil, eu também tenho esse sonho de ver grandes jogadores atuando no Brasil. Vai ser uma emoção muito grande ver o Messi, por ser um grande jogador, o Oscar, o Lucas... Sem dúvida tenho o sonho de ver esses jogadores de perto, e isso vai ser realizado na Copa do Mundo.

O meia holandês Seddorf, jogador do Botafogo, disse acreditar na força da seleção brasileira na Copa do Mundo e frisou que o apoio da torcida será o diferencial no Mundial de 2014.

– O Brasil tem essa coisa especial, essa energia que foi mostrada na Copa das Confederações. O Brasil todo está acreditando, dando energia à Seleção. Isso vai ser o diferencial para a seleção brasileira que, claro, tem muito talento em campo. Mas esse diferencial vai ajudar muito.

Um dos jogadores que participaram dos testes com a bola da Copa do Mundo, o lateral da Seleção Daniel Alves disse que está ansioso para jogar com a Brazuca no Mundial.

– No meu primeiro contato com a Brazuca, fiquei com a impressão de que é uma bola fantástica e que vai ser divertido jogar com ela. De fato, a Adidas criou uma bola incrível e apropriada para um torneio tão grandioso como o Copa do Mundo. Tenho a certeza que todos vão adorar. Estou tão ansioso que mal posso esperar pelo jogo de abertura – disse Dani Alves.

De acordo com a Adidas, todos os bebês nascidos nesta terça poderão ganhar uma bola. Para isso, os pais devem levar a certidão de nascimento da criança (e uma cópia) em 12 postos de trocas (um em cada cidade-sede do Mundial: Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador e Belo Horizonte) entre os dias 6 e 7 (sexta e sábado) deste mês. Os endereços dos postos estarão no site.

As bolas da Copa passaram a ter nomes a partir de 1970, quando a Adidas passou a patrocinar a Fifa e lançou a Telstar, branca com pentágonos pretos. Antes, o objeto era feito de capotão ou couro.

globoesporte.com / http://globoesporte.globo.com/
Foto: Divulgação / Fifa.com
Foto: Divulgação / Adidas

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Uruguai empata e confirma a última vaga para a Copa do Mundo

O Uruguai confirmou oficialmente nesta quarta-feira a sua vaga para a Copa do Mundo de 2014. O time celeste ficou 0 a 0 diante da Jordânia, mas valeu a goleada por 5 a 0 conquistada no jogo de ida.

Com a goleada conquistada no primeiro jogo, todos já sabiam que o Uruguai tinha definido a sua classificação. Nem o uruguaio mais pessimista ou o jordaniano mais otimista esperaria outro desfecho.

Mesmo sem poupar jogadores, os uruguaios não conseguiram balançar as redes e fazer a festa dos torcedores que lotaram o Estádio Centenário, em Montevidéu. No entanto, o sentimento de alegria por mais uma participação em Copa do Mundo foi mais forte e predominou no final.

Uruguai 0 X 0 Jordânia
Dia: Quarta-feira 20/11/13
Horario: 21:00h
Estadio: Centenario (Montevideo)
Árbitro: Jonas Eriksson (Suecia)
Asistentes: Mathias Klasenius y Daniel Waernmark (Suecia)

Equipe titular do Uruguai

1) Martín Silva
16) Maximiliano Pereira
3) Diego Godín
2) Diego Lugano
22) Martín Cáceres
17) Egidio Arévalo Ríos
14) Nicolás Lodeiro
7) Cristian Rodríguez
11) Cristhian Stuani
9) Luis Suárez
21) Edinson Cavani

Técnico:: Oscar Tabárez

Reservas do Uruguai
 
12) Rodrigo Muñoz
23) Juan Castillo
4) Jorge Fucile
5) Walter Gargano
6) Álvaro Pereira
22) José Jimenes
10) Diego Forlán
15) Diego Pérez
18) Gastón Ramírez
19) Andrés Scotti
20) Álvaro González
13) Abel Hernández

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Asociación Uruguaya de Fútbol / http://www.auf.org.uy/
Foto: AUF

México derrota Nova Zelândia e confirma vaga na Copa do Mundo

O México "cumpriu tabela" na manhã desta quarta-feira e venceu a Nova Zelândia, por 4 a 2, garantindo uma vaga na Copa do Mundo de 2014. No jogo de ida, os mexicanos tinham vencido por 5 a 1, em casa.

Oribe Paralta esteve em destaque na partida, tendo marcado três dos quatro gols dos visitantes. Carlos Peña também deixou a sua marca. Do lado da Nova Zelândia, Chris James e Rory Fallon descontaram.

Será a 15ª vez que o México participará de uma Copa do Mundo. Apenas Brasil, Itália, Alemanha e Argentina têm mais participações em Copas do que os mexicanos.

A última vaga será definida nesta noite. O Uruguai recebe em casa a Jordânia. No jogo de ida, a seleção celeste venceu por 5 a 0.

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Federación Mexicana de Fútbol Asociación / http://www.femexfut.org.mx/

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Argélia vence Burkina Faso e garante vaga na Copa

A Argélia garantiu, no sufoco, a vaga na Copa do Mundo do Brasil, em 2014. A classificação da seleção argelina veio após vitória por 1 a 0 sobre Burkina Faso, em casa, depois de ter perdido o primeiro jogo por 3 a 2.

Burkina Faso jogava por um empate e conseguiu segurar o resultado durante todo o primeiro tempo. Na segunda parte, um lance confuso na área acabou custando a classificação.

Madjid Bougherra, aos quatro minutos da segunda parte, aproveitou bate-rebate após bola levantada na área em cobrança de falta e empurrou a bola para dentro da rede, enlouquecendo os torcedores argelinos.

A seleção burquinense lutou pelo empate, mas ficou pelo caminho. A Argélia é a última seleção africana a confirmar vaga na Copa.

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Ibra marca dois, Ronaldo responde com três e Portugal vai à Copa


Ibrahimovic fez a sua parte, marcou dois gols e poderia deixar o estádio Friends Arena carregado pela torcida na Suécia. Mas do outro lado estava Cristiano Ronaldo. O craque luso foi simplesmente brilhante, marcou três vezes, Portugal venceu por 3 a 2 e garantiu a vaga na Copa do Mundo em 2014.

Cristiano Ronaldo eleva Portugal a outro nível. Foi dele o gol da vitória, no sufoco, na primeira partida em Lisboa. E foi sua genialidade que levou a seleção das quinas à Copa do Mundo.

Apesar do bom primeiro tempo, com pressão sueca nos minutos iniciais, domínio luso depois dos 20 minutos e boas chances para os dois lados, as redes permaneceram intactas até o intervalo. O festival de gols ficou para o segundo tempo.

Dois de Ibra, três de Ronaldo

Aos cinco minutos, logo após defesa espetacular de Rui Patrício em chute a queima-roupa de Larsson, João Moutinho armou o contra-ataque com lançamento preciso para Cristiano Ronaldo, entrando em diagonal da direita para o centro antes de fazer o 1 a 0.

A Suécia precisava marcar três gols para ir ao Brasil, mas Ibrahimovic cresceu com o desejo de buscar uma recuperação heróica. De cabeça, fez o 1 a 1 aos 22 minutos. De falta, da entrada da área, marcou o gol da virada cinco minutos depois. A torcida sueca foi ao delírio, Portugal ao desespero.

Cristiano Ronaldo veio ao resgate. Aos 31 minutos, Hugo Almeida recebeu no meio e não hesitou: lançou o craque na ponta esquerda. Ronaldo venceu a marcação e, sem ângulo, bateu cruzado e rasteiro, com muita força, superando Isaksson.

O estádio congelou, a Suécia parou, e Cristiano Ronaldo completou o serviço. Aos 33 minutos, João Moutinho recebeu a bola no meio-campo e mostrou muita visão de jogo para deixar CR7 na cara do gol. Cristiano não falhou.

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Foto: FPF/Francisco Paraíso

Com jogador expulso, Croácia vence Islândia e se classifica para a Copa do Mundo

A Croácia precisou de apenas 10 homens para vencer a Islândia, em Zagreb, por 2 a 0. Mandzukic foi expulso no primeiro tempo, depois de fazer o 1 a 0, mas a seleção croata seguiu com o controle do jogo e matou o sonho islandês.

A Islândia conseguiu segurar o 0 a 0 no primeiro jogo, porém foi incapaz de ameaçar o gol croata na segunda partida. O time islandês se limitou a defender, mesmo quando ficou no 11 contra 10.

Mandzukic abriu o placar aos 27 minutos, aproveitando finalização errada de Perisic para aparecer de surpresa na segunda trave e completar para o gol.

O artilheiro quase foi de herói a vilão quando fez falta grosseira em Gudmundsson e recebeu o cartão vermelho direto, 10 minutos após marcar o gol. Mas a sua ausência não fez diferença na partida.

Logo no início da segunda parte, Kovacic puxou a marcação no meio-campo e abriu na direita para Srna encaixar potente chute cruzado para fazer o 2 a 0.

A seleção croata poderia até ter feito mais gols na segunda parte e a vaga na Copa foi conquistada com muita tranquilidade.

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Gana perde para o Egito, mas confirma vaga na Copa do Mundo

Gana carimbou nesta terça-feira o seu passaporte para a Copa do Mundo de 2014. Mesmo tendo perdido por 2 a 1 diante do Egito, os Black Stars garantiram a vaga, beneficiando-se da goleada por 6 a 1 no jogo de ida.

Com uma vantagem tão grande construída na primeira partida, só um "desastre" tiraria a classificação dos ganeses. Os egípcios até acreditaram e tentaram, mas a vitória não foi suficiente.

Aos 24 minutos do primeiro tempo, após cobrança de escanteio, Zaky aproveitou mal saída do goleiro e cabeceou para o fundo das redes.

Na etapa final, Gedo recebeu de Aboutrika e chutou cruzado, ampliando para 2 a 0. Pouco antes do término da partida, Boateng marcou o de Gana e fechou o resultado em 2 a 1.

É a terceira vez que a seleção ganesa se classifica para a Copa do Mundo.

Nigéria, Camarões e Costa do Marfim são as outras seleções africanas que já garantiram a vaga.

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Foto: Ghanafa.org

domingo, 2 de setembro de 2012

Conheça a história das bolas da Copa do Mundo



1970 - MÉXICO
TELSTAR
A Telstar foi a primeira bola de futebol branca a ser decorada
com pentágonos pretos. Com a Telstar, a adidas apresentou
uma nova configuração para as bolas de futebol, consistindo
em 32 painéis costurados a mão (12 pentágonos e 20
hexágonos), criando uma bola redonda perfeita.
A Copa do Mundo de 1970, no México, foi a primeira a ser
televisionada ao vivo e o desenho revolucionário de Telstar -
o nome significa “Estrela da Televisão” – foi feito para tornar
a bola muito mais visível para as televisões preto e branco.
Até hoje, a Telstar adidas tornou-se um símbolo do futebol.

1974 - ALEMANHA
TELSTAR DURLAST
Duas bolas adidas foram usadas na Copa na Alemanha em
74. A Telstar fez novamente sua aparição, e explorando o
êxito dessa bola, a adidas introduziu uma nova versão toda
branca, denominada adidas Chile (inspirada na bola toda
branca que foi usada em 62 no Chile).
Os materiais e as técnicas usadas na Telstar e na Chile
foram idênticos àqueles de quatro anos atrás.

1978 - ARGENTINA
TANGO
Em 1978, o futebol teve outra revolução com o desenho
da Tango adidas. Mais uma vez, a adidas criou uma bola
que se tornaria “um clássico do futebol”. Vinte painéis
com “tríades” criavam a impressão visual de 12 círculos
idênticos.
Nos anos seguintes todas as bolas oficiais da Copa do
Mundo FIFA® foram inspiradas neste design.

1982 - ESPANHA
TANGO ESPAÑA
O desenho da Tango foi ligeiramente alterado em 1982. Contudo, a Tango España apresentou uma inovação tecnológica: apresentou costuras de couro seladas
à prova d’água.
Isso reduziu drasticamente a absorção de água pela bola,
além de minimizar o aumento de peso.

1986 - MÉXICO
AZTECA
A bola oficial de 1986 revolucionou a produção de bolas
de futebol. A adidas Azteca foi a primeira bola de futebol
totalmente sintética. O uso de materiais sintéticos
aumentou a durabilidade e minimizou a absorção de água.
O design da adidas Azteca foi o primeiro a ser inspirado
na cultura do país anfitrião da Copa do Mundo, mostrando
murais astecas no meio das tríades do Tango.

1990 - ITÁLIA
ETRUSCO UNICO
A adidas Etrusco Unico foi produzida completamente com materiais sintéticos e à prova d’água.
Para remeter à cultura italiana, seu design mostra três cabeças de leões etruscos dentro de cada uma das vinte tríades Tango.

1994 - EUA
QUESTRA
Em 1994, a adidas introduziu uma bola de alta tecnologia,
a adidas Questra, com uma camada de espuma de
polietileno branca.
Esta camada fez da Questra uma bola mais suave ao toque, mais controlável e com muito mais velocidade.

1998 - FRANÇA
TRICOLORE
A adidas Tricolore, foi a primeira bola oficial multicolorida.
A Tricolore oferecia uma camada de espuma sintética
avançada, uma matriz apertada e regular, composta por
enchimento de gás, fechamento individual e micro balões
altamente duráveis.
Também foi usada uma tecnologia de impressão “under
glass”, aumentando a longevidade e visibilidade do design
da bola.

2002 - CORÉIA/JAPÃO
FEVERNOVA
A Fevernova possuía uma camada de espuma sintética
refinada, que garantiu à bola características superiores
de performance, e chassi costurado em três camadas,
permitindo mais precisão e previsibilidade da trajetória
da bola.
O colorido da bola é revolucionário e o uso das cores foi
inteiramente baseado na cultura asiática.

2006 - ALEMANHA
+TEAMGEIST
Para a 10º edição da Copa do Mundo FIFA que a adidas é patrocinadora, a marca apresentará outra inovação revolucionária quanto a desenho e tecnologia.
A nova Bola da adidas foi oficialmente apresentada no dia 9
de Dezembro de 2005, durante o sorteio da Copa do Mundo,
em Leipzig, na Alemanha.

2010 - ÁFRICA DO SUL
JABULANI
Com tecnologia inovadora, a adidas Jabulani era
perfeitamente redonda e a mais precisa, até então.
Composta por apenas oito gomos em 3-D, soldados
termicamente, que pela primeira vez foram moldados
esfericamente, permitia um voo excepcionalmente estável
e perfeita aderência em todas as condições.
Nomeada “Jabulani”, que significa “celebrar” no idioma
Bantu isiZulu, a bola foi uma verdadeira sensação e ganhou
os corações dos torcedores de todo o mundo.

adidas / http://www.adidas.com.br/