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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

México derrota Nova Zelândia e confirma vaga na Copa do Mundo

O México "cumpriu tabela" na manhã desta quarta-feira e venceu a Nova Zelândia, por 4 a 2, garantindo uma vaga na Copa do Mundo de 2014. No jogo de ida, os mexicanos tinham vencido por 5 a 1, em casa.

Oribe Paralta esteve em destaque na partida, tendo marcado três dos quatro gols dos visitantes. Carlos Peña também deixou a sua marca. Do lado da Nova Zelândia, Chris James e Rory Fallon descontaram.

Será a 15ª vez que o México participará de uma Copa do Mundo. Apenas Brasil, Itália, Alemanha e Argentina têm mais participações em Copas do que os mexicanos.

A última vaga será definida nesta noite. O Uruguai recebe em casa a Jordânia. No jogo de ida, a seleção celeste venceu por 5 a 0.

OGOL.COM.BR / http://www.ogol.com.br/
Federación Mexicana de Fútbol Asociación / http://www.femexfut.org.mx/

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Brasil vence e se classifica em primeiro lugar


Fim da primeira fase para o Brasil e 100% de aproveitamento no Torneio Olímpico de Futebol. Nesta quarta-feira, em Newcastle, no St. James Park, a Seleção venceu a Nova Zelândia por 3 a 0, com gols de Danilo, Leandro Damião e Sandro, e agora já pensa nas quartas-de-final da competição.

O Brasil entrou em campo classificado, mas concentrado. Com uma equipe modificada em relação aos jogos anteriores, com Alex Sandro e Danilo no meio-campo e Lucas na ponta-direita, a Seleção não demorou para comandar as ações da partida, mas o primeiro gol só saiu aos 22 minutos. Danilo tabelou pelo meio com Leandro Damião, que fez o papel de pivô, e tocou com categoria na saída do goleiro.

Logo depois, o anteriormente garçom, agora foi o autor do gol. Desta vez, Alex Sandro tabelou na ponta-esquerda com Marcelo, com direito a passe de letra do camisa 6, cruzou para o meio da área e o atacante estava lá para conferir. Brasil 2 a 0.

Sem ser ameaçada na defesa, a Seleção voltou do intervalo sem alterações e com a mesma postura em campo. Marcação no campo adversário e jogando para frente. Tanto que não demorou para sair o terceiro gol. Marcelo cobrou falta pela esquerda aos 6 minutos e Sandro completou.

Com 100% de aproveitamento até o momento na competição, a Seleção Brasileira se classificou para as quartas-de-final em primeiro lugar do Grupo C. Isso dará o direito ao time de Mano Menezes de jogar a próxima fase na mesma cidade onde está: Newcastle. O adversário sai do Grupo D, podendo ser Marrocos, Japão ou Honduras.

BRASIL
Gabriel, Rafael, Thiago Silva (c), Juan e Marcelo; Sandro (Rômulo), Danilo e Alex Sandro; Lucas, Leandro Damião (Oscar) e Neymar (Alexandre Pato).

Confederação Brasiliera de Futebol 
http://olimpiadas.cbf.com.br/

terça-feira, 10 de abril de 2012

O Clube: Manawatu


Clube: YoungHeart Manawatu
Nome: Manawatu
Apelido:
Cores: Verde
Ano de Fundação: 2004
Cidade: Palmerston North
Estado: Região da Ilha Norte
País: Nova Zelândia
Estádio: FMG Stadium
Lotação: 8.000
Web: http://www.youngheart.co.nz/
Material Esporivo: Umbro
Patrocínio: NZP - Manawatu Toyota
Títulos:
Status:  Liga Nova Zelândia

terça-feira, 27 de março de 2012

Nova Zelândia supera Fiji e está classificada para as Olimpíadas de Londres


Com mais dificuldades que o previsto, a seleção da Nova Zelândia venceu Fiji por 1 a 0 neste domingo na final do Pré-Olímpico da Oceania e garantiu vaga nos Jogos Olímpicos de Londres.

O gol da vitória foi marcado pelo centroavante Greg Draper, que já atua na seleção principal e é o único do elenco que joga no futebol europeu, no The New Saints, de País de Gales.

Com o resultado, os neo-zelandeses chegam à sua segunda Olimpíada na história. Na primeira delas, em 2008, foram eliminados na fase de grupos.

Trivela
Foto: www.photosport.co.nz
Federação Neozelandesa de Futebol / http://www.nzfootball.co.nz

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Paraguai só empata com a Nova Zelândia, mas garante a vaga

O Paraguai precisava somente de um empate diante da Nova Zelândia para garantir uma das vagas do Grupo F às oitavas de final da Copa do Mundo. E assim foi. Em um jogo com poucas oportunidades de gol, os sul-americanos ficaram no 0 a 0 com os representantes da Oceania e asseguraram o primeiro lugar da chave.

Ainda com o jogo frio, Victor Cáceres cometeu falta e levou cartão amarelo. Nada demais se o jogador não estivesse pendurado. Com a advertência, Cáceres não joga as oitavas de final. O primeiro chute na direção do gol saiu rápido, porém não passou perto. Logo aos quatro minutos, a Nova Zelândia arriscou com Smeltz. Em termos de chute, os representantes da Oceania pararam por aí. A Nova Zelândia tentava apenas com lances de bola levantada na área. Nos 45 minutos iniciais, foram poucas as jogadas de ataque criadas pelos neozelandeses.

Com mais posse de bola e melhor postado em campo, o Paraguai conseguiu suas melhores oportunidades com Caniza, primeiro jogador da Albirroja a participar de quatro mundiais. O capitão atuou em 12 partidas, outro recorde do país. Subindo bem ao ataque, o lateral-direito chutou quatro vezes. A melhor delas aos 19 minutos: após Vítor Cáceres tentar, a bola sobrou para o destaque do primeiro tempo mandar para as redes, mas pelo lado de fora.
Depois das tentativas de Caniza, Cardozo, atacante do Benfica, arriscou de fora da área, aos 39 minutos, mas a Jabulani saiu por cima das traves defendidas pelo camisa 1 Paston. Assim, o primeiro tempo acabou como começou: 0 a 0.

SELEÇÕES SEM SUBSTITUIÇÃO PARA O SEGUNDO TEMPO
As seleções voltaram para a etapa complementar sem alterações. Assim como no início do jogo, a Nova Zelândia arriscou o primeiro chute. Elliott, da entrada da área, chutou bem. O goleiro Villar, do Valladolid (ESP), apenas olhou a bola passar raspando.
Na melhor oportunidade do jogo, um milagre. Aos 16, após um escanteio, Riveros cabeceou, e Paston conseguiu evitar o gol. Na sobra, a zaga conseguiu afastar. Outro bom momento dos sul-americanos foi com Santa Cruz. O camisa 9, com muita força, cobrou falta de longe. O goleiro da Nova Zelândia conseguiu defender no susto.
Um detalhe é que, se a Nova Zelândia ganhasse, se classificaria como primeiro lugar. Mas os "All Whites" terminaram em terceiro no grupo, na frente da Itália. Nas oitavas de final, o Paraguai, líder do Grupo F, enfrenta o segundo colocado do Grupo E, que será definido ainda nesta quinta-feira. O jogo será terça-feira, dia 29, em Pretória.
FICHA TÉCNICA
PARAGUAI 0 X 0 NOVA ZELÂNDIA

Estádio: Peter Mokaba, em Polokwane (AFS)
Data-Hora: 23/6/2010 - 11h (de Brasília)
Árbitro: Yuichi Nishimura (JAP)
Auxiliares: Toru Sagara (JAP) e Jeong Hae-Sang (COR)
Público: 34.850 presentes
Cartões amarelos: Victor Cáceres e Santa Cruz (PAR); Nelsen (NZL)
Cartões vermelhos: -
Gols: -
PARAGUAI: Villar, Caniza, Júlio Cáceres, Da Silva e Morel Rodríguez; Victor Cáceres, Riveros e Vera; Cardozo (Barrios 22/2ºT), Valdez (Benítez 23/2ºT) e Santa Cruz - Técnico: Gerardo Martino.
NOVA ZELÂNDIA: Paston, Reid, Nelsen, Vicelich e Smith; Bertos, Elliot, Lochhead, Fallon (Wood 24/2ºT) e Killen (Brockie 33/2ºT); Smeltz - Técnico: Ricki Herbert.

LANCE!
Foto: Agência Reuters

domingo, 20 de junho de 2010

Itália decepciona e fica no 1 a 1 com a Nova Zelândia

A Itália decepcionou novamente no seu segundo jogo. Depois de empatar por 1 a 0 contra o Paraguai na estreia, a Azzurra não conseguiu vencer a esforçada Nova Zelândia. Ficou no 1 a 1 com a seleção da Oceania no estádio Mbombela, em Nelspruit, e vai para a última rodada precisando vencer para se garantir. Os neozelandeses continuam com chances de classificação - precisarão vencer os paraguaios.
Marcelo Lippi mudou o esquema da Itália. Levou a campo o 4-4-2 com duas linhas de quatro e Vincenzo Iaquita – que jogou aberto pela esquerda no primeiro jogo – como atacante mais centralizado junto com Alberto Gilardino. Simone Pepe e Claudio marchisio jogaram como “externos”, abertos pelos dois lados.
Logo aos seis minutos de jogo, a Novas Zelândia causou arrepios na Itália. Em cobrança de falta para dentro da área, em borá aérea – terror dessa defesa italiana – Winston Reid desviou de cabeça e Shanon Smeltz, depois de Fabio Cannavaro escorregar, tocou de biquinho para o fundo do gol para marcar um surpreendente 1 a 0 para a Nova Zelândia. Reid empurrou Gilardino para cabecear e Smeltz estava impedido quanto tocou para o gol, mas os italianos não reclamaram. O lance era difícil.
A Itália chegou perto do gol aos 16. Em cobrança de escanteio de Pepe, Cannavaro desviou de cabeça e Giorgio Chiellini tocou muito mal para fora. A Itália ficava muito mais com a bola, buscando o gol. A Nova Zelândia, com uma postura defensiva, se armava para explorar bolas longas.
Aos 26, nova chance italiana. Riccardo Montolivo chutou de fora da área, Mark Paston só pode assistir e a bola bateu na trave. Um minuto depois, em cobrança de falta, Daniele de Rossi foi puxado dentro da área por Tommy Smith. O juiz deu o pênalti e cartão amarelo para o defensor neozelandês. Iaquinta bateu com categoria, bola para um lado, goleiro para outro: 1 a 1.
A Nova Zelândia passou a colocar todos os jogadores no campo de defesa. A Itália tinha espaço na defesa para sair jogando. A Azzurra tentava pressionar, mas foi só aos 44 minutos que chegou com perigo novamente, em um chute de fora da área de De Rossi, mas Paston defendeu.
Lippi voltou com duas alterações no segundo tempo. Mauro Camoranesi substituiu Pepe, e Gilardino deu lugar a Antonio Di Natale. E no seu primeiro lance, Di Natale recebeu uma bola pingando dentro da área, girou e bateu, para defesa de Mark Paston.
A Nova Zelândia quase fez o segundo gol aos 17 minutos. Em rebote de cobrança de lateral, o zagueiro Ivan Vicelich tentou de primeira de fora da área e assustou os italianos.
Aos 24, foi a vez da Itália. Montolivo, de fora da área, encheu o pé para grande defesa de Paston. Pouco depois, contra-atacou com perigo, Giampaolo Pazzini recebeu dentro da área e ajeitou para Montolivo novamente, mas bateu na zaga.
Assim como no primeiro tempo, os neozelandeses passaram a jogar sem bola atrás da linha do meio-campo. Com a bola, saíam para o jogo, tocando a bola e tentando lançamentos pelo alto.
Chris Wood quase marcou o gol mais bonito da Copa aos 37. O atacante deu um chapéu em Cannavaro e bateu cruzado, mas a bola acabou indo fora.
A Itália tentava pressionar, mas não conseguia ter criatividade parar criar jogadas de ataque. Aos 43, Camoranesi chutou de muito longe e obrigou Paston a fazer defesa difícil, mandando para escanteio.
O Paraguai lidera o grupo F, com 4 pontos. Itália e Nova Zelândia têm 2 pontos e a Eslováquia tem apenas 1. Na última rodada, a Itália enfrenta a Eslováquia e garante classificação com vitória. A Nova Zelândia joga contra o Paraguai e se vencer, também se classifica, independente do resultado do outro jogo. O Paraguai precisa apenas do empate para garantir a vaga.
Ficha técnica
Itália 1x1 Nova Zelândia
Local: Estádio Mbombela, Nelspruit
Data: 20/06, domingo
Árbitro: Carlos Batres (GUA)
Cartões Amarelos: Rory Fallon, Tommy Smith (Nova Zelândia)
Gols: Shane Smeltz aos 6’/1T (Nova Zelândia), Vincenzo Iaquinta aos 28'/1T (Itália)
Itália
12-Federico Marchetti, 19-Gianluca Zambrotta, 5-Fabio Cannavaro, 4-Giorgio Chiellini e 3-Domenico Criscito; 7-Simone Pepe (16-Mauro Camoransi no intervalo), 6-Daniele De Rossi, 22-Riccardo Montolivo e 15-Claudio Marchisio (20-Giampaolo Pazzini aos 16’/2T); 9-Vincenzo Iaquinta e 11-Alberto Gilardino (10-Antonio Di Natale no intervalo). Técnico: Marcelo Lippi.
Nova Zelândia
1-Mark Paston, 4-Winston Reid, 6-Ryan Nelsen, 5-Ivan Vicelich (21-Jeremy Christie aos 34’/2T) e 19-Tommy Smith; 11-Leo Bertos, 7-Simon Elliott e 3-Tony Lochhead; 10-Chris Killen (13-Andy Barron aos 47'/2T), 14-Rory Fallon (20-Chris Wood aos 18’/2T) e 9-Shane Smeltz. Técnico: Ricki Herbert.
Foto: Getty Images 
Trivela.com

terça-feira, 15 de junho de 2010

Nova Zelândia empata com Eslováquia no fim

Nova Zelândia e Eslováquia estrearam na Copa do Mundo de 2010 nesta terça-feira e empataram por 1 a 1, em Rustenburg. Robert Vittek marcou o gol eslovaco, enquanto Reid empatou para os All Whites no último minuto de jogo.
Os neozelandeses participaram do Mundial apenas uma vez, em 1982. Enquanto a Eslováquia participa pela primeira vez desde sua independência.
Logo aos dois minutos de partida, a Nova Zelândia tentou marcar, com chute de Killen, para fora do gol. Em seguida, ele mesmo tentou cabecear, após cruzamento de Elliot, mas Mucha defendeu. Aos cinco a Eslováquia chegou pela primeira vez. Vladmir Weiss chutou bem pela direita da área, para defesa de Paston.
A partir daí, os eslovacos criaram algumas boas chances. Aos 16 minutos, Vittek chutou forte, por cima do gol. Ao 21, foi Hamsik quem bateu com muito perigo, para fora. Aos 27, a melhor chance da primeira etapa. Weiss tabelou com Sestak, o atacante chutou bem e a bola passou bem perto do gol de Paston.
Os All Whites voltaram a assustar aos 32 minutos, em chute de Killen. Mas a melhor chance da Nova Zelândia aconteceu aos 37, quando Smeltz chutou a bola na rede pelo lado de fora, após bom passe de Fallon. A última oportunidade da primeira etapa aconteceu aos 42 minutos, quando Hamsik chutou de fora da área, após cobrança de falta ensaiada, e obrigou Paston a fazer boa defesa.
Se o primeiro tempo não teve gols, a segunda etapa mal começou e Vittek já abriu o placar para a Eslováquia. Após cruzamento de Sestak, Vittek cabeceou forte para fazer 1 a 0. O atacante estava um pouco a frente dos zagueiros, impedido.

Depois do gol, a Eslováquia só voltou a assustar aos 19 minutos, em chute de Hamsik por cima do gol. Aos 23, em um contra-ataque rápido, Vittek só não marcou o segundo gol porque Reid conseguiu travá-lo na hora do chute. E foi Reid que surpreendeu ao marcar o gol de empate, de cabeça, aos 47 minutos.
O resultado deixa todos os times do grupo F empatados. Já que, na segunda-feira, Itália e Paraguai também empataram por 1 a 1. Na próxima rodada, a Itália pega a Nova Zelândia e a Eslováquia enfrenta o Paraguai. Os dois jogos acontecerão no dia 20.

Ficha técnica
Nova Zelândia 1 x 1 Eslováquia
Local: Estádio Royal Bafokeng, Rustenburg
Data: 15/06, terça-feira
Árbitro: Jerome Damon (RSA)
Público: 23.871
Gols: Robert Vittek aos 5’/2T (Eslováquia); Winston Reid aos 47'/2T (Nova Zelândia)
Cartões Amarelos: Tony Lochhead e Winston Reid (Nova Zelândia); Zdenko Strba (Eslováquia)
Nova Zelândia
1-Mark Paston, 4-Winston Reid, 6-Ryan Nelsen, 19-Tommy Smith e 3-Tony Lochhead; 11-Leo Bertos, 5-Ivan Vicelich (21-Jeremy Christie aos 32’/2T) e 7-Simon Elliot;14-Rory Fallon, 10-Chris Killen (20-Chris Wood aos 26’/2T) e 9-Shane Smeltz. Técnico: Ricki Herbert.
Eslováquia
1-Jan Mucha, 5-Radoslav Zabavnik, 3-Martin Skrtel, 16-Jan Durica, 4-Marek Cech; 7-Vladimir Weiss (19-Jurai Kucka aos 45’/2T), 6-Zdenko Strba, 17-Marek Hamsik; 9-Stanislav Sestak (13-Filip Holosko aos 35’/2T), 11-Robert Vittek (15-Miroslav Stoch aos 38’/2T) e 18-Erik Jendrisek. Técnico: Vladimir Weiss.
 Trivela

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Nova Zelândia divulga lista de convocados para o Mundial

O técnico Ricki Herbert divulgou, na madrugada desta segunda-feira, a relação de 23 convocados da seleção da Nova Zelândia para a Copa do Mundo da África do Sul. A grande surpresa foi a inclusão do meia Aaron Clapham, que joga no Canterbury, e que nunca havia sido chamado para a seleção principal, apesar de ter participado de um período de 12 dias de treinamento que se encerrou ontem, com outros 14 jogadores que atuam na Ásia, na Austrália e na Nova Zelândia.
A Nova Zelândia está no grupo F, com Itália, Paraguai e Eslováquia, adversário da estreia, no dia 15 de junho, em Rustenburg.
Os convocados da Nova Zelândia para a Copa do Mundo são:
Goleiros
James Bannatyne (Team Wellington)
Glen Moss (Melbourne Victory/Austrália)
Mark Paston (Wellington Phoenix)
Defensores
Andy Boyens (New York Red Bulls/EUA)
Tony Lochhead (Wellington Phoenix)
Ryan Nelsen (Blackburn Rovers/Inglaterra)
Winston Reid (FC Midtjylland/Dinamarca)
Ben Sigmund (Wellington Phoenix)
Tommy Smith (Ipswich Town/Inglaterra)
Ivan Vicelich (Auckland City)
Meio-campistas
Andy Barron (Team Wellington)
Leo Bertos (Wellington Phoenix)
Tim Brown (Wellington Phoenix)
Jeremy Christie (FC Tampa Bay Rowdies/EUA)
Aaron Clapham (Canterbury United)
Simon Elliott (sem clube)
Michael McGlinchey (Motherwell/Scotland)
David Mulligan (sem clube)
Atacantes
Jeremy Brockie (Newcastle Jets/Australia)
Rory Fallon (Plymouth Argyle/Inglaterra)
Chris Killen (Middlesbrough/Inglaterra)
Shane Smeltz (Gold Coast United/Australia)
Chris Wood (West Bromwich Albion/Inglaterra)
Trivela

domingo, 9 de maio de 2010

Capitão neo-zelandês pode perder Copa por nascimento do filho

Capitão da Nova Zelândia e do Blackburn Rovers, Ryan Nelsen pode ficar fora da próxima Copa do Mundo por um motivo curioso. O zagueiro não está lesionado, mas adianta que não disputará a competição caso seu filho nasça prematuramente.
Nelsen, 32 anos, e sua mulher, Monica, esperam um filho para 10 de julho, um dia antes da final do Mundial. Até lá a Nova Zelândia, que até aqui só disputou uma Copa em toda a história, em 1982, já deve estar eliminada, mas e se o bebê vier algumas semanas antes do previsto?
Nesse caso, o jogador deixará seus companheiros e voltará a seu país natal, conforme disse em entrevista ao jornal americano Dominion Post. Antes de se transferir ao Blackburn, em 2005, ele havia feito toda a sua carreira no DC United, da liga profissional de futebol dos Estados Unidos (MLS).
De olho na Copa, Nelsen afirmou que "cruzará os dedos" para que o nascimento de seu filho ocorra mesmo somente em julho. Se algo prematuro acontecer, no entanto, ele conta até com o apoio do técnico da Nova Zelândia, Ricki Herbert, que admitiu que sempre há "coisas importantes na vida pessoal".
Na África do Sul, a seleção da Oceania participa do Grupo F, ao lado de Itália, Paraguai e Eslováquia. A estreia dos neo-zelandeses está marcada para 15 de junho, diante dos eslovacos, e a última partida da primeira fase, para o dia 24, contra os sul-americanos.
Terra
Foto: imguol.com

sábado, 14 de novembro de 2009

Após 28 anos, Nova Zelândia vai à Copa

A Nova Zelândia está de volta à Copa do Mundo, 28 anos após sua única participação em Mundiais, na Espanha, em 1982. O país, que já havia vencido as Eliminatórias da Oceania, venceu o jogo de volta da repescagem de Ásia/Oceania, fazendo 1 a 0 no Bahrein e assegurando sua segunda presença numa Copa, após o empate por 0 a 0 no jogo de ida, em Manama. Os barenitas, por sua vez, caíram novamente numa repescagem intercontinental: já haviam sido eliminados desse modo por Trinidad e Tobago, na qualificação para a Copa de 2006.
Desde o início da partida em Wellington, no estádio Westpac, os All Whites trouxeram mais perigo ao gol de Sayed Jaffer. Aos oito minutos do primeiro tempo, o zagueiro e capitão neozelandês Ryan Nelsen cabeceou na rede pelo lado de fora, após falta cobrada por Shane Smeltz. Aos 19, Chris Killen mandou, de voleio, a bola para o travessão de Jaffer.
Aos 43, Rory Fallon tentou uma primeira cabeçada, bem defendida por Jaffer, que espalmou com uma mão só. Porém, exatamente aos 45, Fallon tornou-se o herói da torcida local. Em escanteio, cobrado por Leo Bertos, o jogador cabeceou sozinho para as redes, fazendo 1 a 0 para os neozelandeses.
Mas, no começo do segundo tempo, quem salvou a equipe de Ricki Herbert foi o goleiro Mark Paston. Aos três minutos, o árbitro argentino Jorge Larrionda apitou pênalti, por falta de Tony Lochhead sobre Abdulla Omar. Sayed Mohamed cobrou, mas Paston saltou bem e defendeu a cobrança, alegrando muito a torcida em Wellington.
Desde então, as equipes alternaram chances, mas nenhuma trouxe real perigo. O jogo acabou, e a Nova Zelândia pôde celebrar o fato de ser a 24ª seleção a se classificar para a Copa de 2010, explodindo em alegria ao fim do jogo.