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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Atlético Mineiro é Campeão da Copa Libertadores da América de 2013

O Atlético realizou o sonho da Massa e conquistou a Taça Libertadores da América de 2013, na noite desta quarta-feira (24/07/2013), no Mineirão, em Belo Horizonte.

O título veio com vitória por 2 a 0 no tempo normal, gols de Jô e Leonardo Silva, e 4 a 3 na decisão por pênaltis, gols de Alecsandro, Guilherme, Jô e Leonardo Silva, depois de empate sem gols na prorrogação.

Com a conquista da Libertadores, o Galo disputará o Campeonato Mundial de Clubes da Fifa, de 11 a 21 de dezembro, no Marrocos. Para a competição, já estão classificados o Bayer de Munique, da Alemanha, o Monterrey, do México, o Auckland City, da Nova Zelândia, e o Raja Casablanca, campeão marroquino.

O Atlético teve o ataque mais positivo da Libertadores, com 29 gols, e o artilheiro da competição, Jô, com sete gols.

A campanha do campeão foi épica. Começou com grande vitória sobre o São Paulo, no Independência, por 2 a 1. Em seguida, goleada sobre o Arsenal, com invasão da torcida atleticana em Sarandi (ARG).

Na terceira rodada da fase de grupos, vitória por 2 a 1 sobre o The Strongest, na Bolívia, mesmo placar da rodada seguinte, em Belo Horizonte. Já na 5ª rodada, o Galo aplicou nova goleada por 5 a 2 sobre os argentinos do Arsenal, desta vez na Arena Independência.
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a 6ª rodada, já garantido como o 1º colocado geral da fase de grupos, o Atlético perdeu por 2 a 0 para o São Paulo, no Morumbi.

Veio a fase oitavas de final e o Galo eliminou o São Paulo com duas vitórias: 2 a 1 no Morumbi e 4 a 1 em Belo Horizonte.Nas quartas de final, depois do empate por 2 a 2 com o Tijuana, no jogo de ida, no México, o Atlético empatava por 1 a 1 no Independência quando o árbitro assinalou pênalti para o Tijuana. Victor fez defesa milagrosa com os pés, acabando com o pânico que havia tomado conta da Massa.

Na semifinal, veio a derrota por 2 a 0 para o Newell’s Old Boys, em Rosário, na Argentina. Na partida de volta, o placar de 2 a 0 para o Galo, gol de Guilherme nos minutos finais, levou a decisão da vaga para os pênaltis, onde brilharam as estrelas de Alecsandro, Guilherme, Ronaldinho e Victor.

Atlético / http://www.atletico.com.br/
Foto: Bruno Cantini / Atlético

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Neymar comanda 2ª vitória do Brasil

Vestir a camisa 10 da Seleção Brasileira não é para qualquer um, mesmo. Mas Neymar deixou claro, mais uma vez, nesta quarta-feira, que seu talento está longe de ser banal, liderando a Seleção Brasileira a uma vitória por 2 a 0 sobre o México. A segunda vitória pela Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, em Fortaleza, na belíssima Arena Castelão.

O atacante marcou mais um golaço, deu muito trabalho para os laterais mexicanos pelas pontas e foi uma constante ameaça ao goleiro José Corona, com facilidade impressionante para finalizar e controlar a bola com os dois pés. Não à toa que, bastava ele pegar na bola, que a torcida da capital cearense entrava em prolvorosa.

Seu gol saiu aos 9 minutos, mais uma vez dando tranquilidade para a equipe anfitriã com pouco tempo de jogo. O lance começou a partir de um cruzamento de Dani Alves pela direita. O lateral buscava Fred no centro da área, e o capitão mexicano Francisco Rodríguez cortou de cabeça. A bola sobrou na pinta para Neymar pegar de primeira, de canhota, sem deixá-la cair para superar Corona.

Depois, já nos acréscimos, ele fez uma grande jogada pela esquerda. Próximo à linha de fundo, ele encarou dois defensores mexicanos – Rodríguez e Hiram Mier –, passou pelos dois com categoria impressionante e rolou nos pés de Jô, que bateu firme para ampliar.

Mas não era apenas Neymar a empolgar os brasileiros no estádio. Na verdade, o público já foi um espetáculo à parte, com uma empolgação contagiante, a começar pelo fevor na hora de cantar seu hino nacional. Empurrada por essa energia, a Seleção começou com tudo, de modo que o gol parecia realmente questão de tempo.

Era difícil, porém, manter o ritmo, ainda mais pelo calor típico da capital cearense. O Brasil passou a se posicionar mais recupado, esperando os mexicanos, que controlaram a bola nos 15 minutos finais, rondando a área brasileira, mas sem propriamente ameaçar Julio Cesar.

No seundo tempo, o time visitante também manteve mais posse de bola, mas não conseguia criar situações de perigo, numa prova de efetiva combatividade do meio-campo e da defesa de Luiz Felipe Scolari, que vai ganhando em solidez. Um bom trabalho coletivo que permitiu que, lá na frente, Neymar pudesse fazer a diferença.

Seguro, o Brasil desta forma chegou a dez jogos de invencibilidade e a nove vitórias consecutivas pela Copa das Confederações da FIFA, estabelecendo dois recordes. Este foi o quarto confronto entre os dois países pelo torneio. Agora são duas vitórias para cada lado.

FIFA / http://pt.fifa.com/
Foto: Getty Images

domingo, 16 de junho de 2013

Brasil joga bem na estreia e vence Japão por 3 a 0

No jogo de abertura da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, a Seleção não deu chance para a pressão ao contar com um belíssimo gol-relâmpago de Neymar e dominou o Japão para vencer por 3 a 0. Paulinho ampliou o marcador também no iníco do segundo tempo e Jô fechou os números já nos acréscimos, completando a festa dos 67.423 torcedores presentes ao Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília.

O atacante revelado pelo Santos não marcava um gol há nove partidas, mas precisou de apenas três minutos na capital de seu país para acabar com esse jejum no melhor estilo possível. Marcelo levantou, e Fred ajeitou a bola de peito, na entrada da área, na direção de Neymar. O garoto recém-contratado pelo Barcelona encheu o pé, de sem-pulo, para acertar um tiraço no ângulo esquerdo do goleiro Eiji Kawashima, que nada pôde fazer.

Um golaço inesquecível para abrir a contagem do Festival de Campeões e o terceiro mais rápido da história do torneio, logo aos 3 minutos – sendo que o turco Tunkay Sanli havia balançado a rede com1min45s de jogo contra a Colômbia, em 2003. Neymar ainda faria mais alguns lances individuais, partindo para cima dos adversários, que levantaram a torcida. Não houve espaço para nervosismo algum.

É certo que os japoneses não chegaram a se assustar com a vantagem precoce dos anfitriões. Mantiveram uma postura tática firme, com marcação compacta, e dificultaram infiltrações mais verticais do ataque brasileiro. Do outro lado, porém, os donos da casa não fizeram por menos e protegeram bem sua área, com o destaque de sempre para Thiago Silva, na cobertura. No primeiro tempo, os nipônicos deram trabalho a Julio Cesar com duas finalizações de longa distância de Keisuke Honda. No segundo, o goleiro ainda fez bela defesa em finalização de Ryoichi Maeda, após bate-rebate na área. E foi só.

Em geral, a partida pendeu sempre para os donos da casa, que tiveram paciência para trabalhar a bola – acertando mais de 80% de seus passes –, buscando mais investidas pelas pontas, uma vez que o centro estava congestionado. Foi com um passe vindo das extremidades que saiu o segundo gol: Dani Alves cruzou da direita e a bola encontrou Paulinho, bem posicionado na grande área. O volante do Corinthians bateu firme e superou Kawashima. No finalzinho, Oscar puxou contra-ataque com velocidade e categoria e deixou Jô na cara do gol para fechar o placar.

Esse foi o oitavo triunfo consecutivo do Brasil na Copa das Confederações, igualando recorde estabelecido pela França entre 2001 e 2003. Uma sequência que vem desde 2005, quando a equipe empatou, aliás, contra o próprio Japão, por 2 a 2. No retrospecto contra a seleção asiática, a invencibilidade também foi mantida: são agora oito vitórias em dez confrontos.

Ficha técnica

BRASIL 3X0 JAPÃO

Brasil
Júlio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo e Paulinho; Hulk (Hernanes, 30’/2T), Oscar e Neymar (Lucas, 28’/2T); Fred (Jô, 36’/2T). Técnico: Luiz Felipe Scolari
Japão
Eiji Kawashima; Atsuto Uchida, Maya Yoshida, Yasuyuki Konno e Yuto Nagatomo; Makoto Hasebe e Yasuhito Endo (Hajime Hosogai, 33’/2T); Hiroshi Kiyotake (Ryoichi Maeda, 6’/2T), Keisuke Honda (Takashi Inui, 44’/2T) e Shinji Kagawa; Shinji Okazaki. Técnico: Alberto Zaccheroni

Local: Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília-BRA)
Árbitro: Pedro Proença (POR)
Gols: Neymar, 3’/1T, Paulinho, 3’/2T, Jô, 47’/2T (Brasil)
Cartões amarelos: Makoto Hasebe (Japão)
Cartões vermelhos: Nenhum

FIFA / http://pt.fifa.com/
Trivela / http://trivela.uol.com.br/
Foto: Getty Images