O corpo do torcedor 'barra brava' argentino Luis Arturo Forlenza, morto na África do Sul em 6 de julho deste ano, durante a disputa da Copa do Mundo, chegou nesta sexta-feira a Buenos Aires.
A imprensa da capital argentina indica que Forlenza, que tinha 57 anos e torcia pelo Boca Juniors, morreu na Cidade do Cabo por conta de uma parada cardíaca pouco após ter brigado com 'barras bravas' do Independiente.
Vaneza, filha de Forlenza, pediu ajuda econômica à Associação do Futebol Argentino (AFA), ao Boca e ao Governo para custear o valor de aproximadamente US$ 5 mil para transferir o corpo de seu pai a Buenos Aires.
Dezenas de torcedores violentos argentinos foram rechaçados pelas autoridades sul-africanas e tiveram que retornar a seu país durante o Mundial.
EFE
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sábado, 23 de outubro de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Fifa divulga a seleção da Copa do mundo
A Fifa anunciou a seleção da Copa do Mundo, eleita em votação feita pelos usuários do site da instituição. A Espanha, campeã do mundo, domina o time com seis escolhidos.
O goleiro é Casillas, da Fúria. Na defesa, o brazuca Maicon(foto) figura entre os onze. Ele, aliás, é o único representante da Seleção Brasileira. Completam o setor defensivo outros dois laterais-direitos: Lahm, da Alemanha, e Sergio Ramos, da Espanha, além do também campeão Puyol.
No meio de campo, a dupla dourada do Barcelona e da Espanha, Xavi e Iniesta, além do holandês Sneijder e do alemão Schweinsteiger. No ataque, David Villa (outro espanhol) e Forlán, do Uruguai, vencedor da Bola de Ouro do torneio.
O técnico eleito foi Vicente del Bosque. "Algumas das suas decisões foram questionadas. Mas todas acabaram justificadas pela conquista do troféu mais cobiçado do futebol mundial", destaca o site da Fifa.
O time fica da seguinte forma: Casillas; Maicon, Sergio Ramos, Puyol e Lahm; Schweinsteiger, Xavi, Iniesta e Sneijder; Villa e Forlán. Técnico: Vicente del Bosque
LANCEPRESS!
Foto:AE
O goleiro é Casillas, da Fúria. Na defesa, o brazuca Maicon(foto) figura entre os onze. Ele, aliás, é o único representante da Seleção Brasileira. Completam o setor defensivo outros dois laterais-direitos: Lahm, da Alemanha, e Sergio Ramos, da Espanha, além do também campeão Puyol.
No meio de campo, a dupla dourada do Barcelona e da Espanha, Xavi e Iniesta, além do holandês Sneijder e do alemão Schweinsteiger. No ataque, David Villa (outro espanhol) e Forlán, do Uruguai, vencedor da Bola de Ouro do torneio.
O técnico eleito foi Vicente del Bosque. "Algumas das suas decisões foram questionadas. Mas todas acabaram justificadas pela conquista do troféu mais cobiçado do futebol mundial", destaca o site da Fifa.
O time fica da seguinte forma: Casillas; Maicon, Sergio Ramos, Puyol e Lahm; Schweinsteiger, Xavi, Iniesta e Sneijder; Villa e Forlán. Técnico: Vicente del Bosque
LANCEPRESS!
Foto:AE
terça-feira, 6 de julho de 2010
Holanda bate Uruguai e está na final após 32 anos
Depois de 32 anos a Holanda volta a uma final de Copa do Mundo. Nesta terça-feira, no estádio Green Point, na Cidade do Cabo, a Oranje venceu o Uruguai por 3 a 2 e se garantiu na decisão do próximo dia 11, em Joanesburgo.
A partida foi dificílima. Após abrir o placar no começo do jogo, a Holanda sofreu o empate ainda na primeira etapa. No segundo tempo, Wesley Sneijder e Arjen Robben marcaram para a seleção europeia, mas o time ainda tomou sufoco no fim, após Maxi Pereira diminuir nos acréscimos.
O primeiro lance de perigo da partida foi da Holanda. Aos três minutos, Arjen Robben cruzou pela direita, Fernando Muslera deu um soco fraco e, no rebote, Dirk Kuyt chutou por cima do gol uruguaio.
Três minutos mais tarde, Álvaro Pereira surpreendeu ao tentar encobrir o goleiro Maarten Stekelenburg do meio do campo, mas a bola passou por cima. O jogo seguia equilibrado. Mas, aos 18 minutos, Giovanni van Bronckhorst chutou de muito longe e acertou o ângulo esquerdo de Muslera. Um golaço.
Depois de levar o gol, a Celeste partiu para o ataque e melhorou na partida. Aos 35 minutos, Álvaro Pereira chutou de fora da área e Stekelenburg fez defesa segura. Em seguida, Pereira cruzou para a área e Diego Forlán cabeceou. A Jabulani passou por sobre o gol holandês.
Aos 40 minutos, porém, Forlán acertou o alvo. O camisa dez do Uruguai recebeu fora da área e bateu de esquerda. A bola fez uma curva e enganou Stekelenburg, que não conseguiu defender. Foi o empate uruguaio.
Foi de Forlán também a última boa chance da primeira etapa. O atacante uruguaio cobrou falta de longe e obrigou o goleiro holandês a fazer boa defesa.
Para o segundo tempo, o técnico Bert van Marwijk colocou Rafael van de Vaart no lugar de Demy de Zeeuw e deixou a Holanda mais ofensiva. Mas foi o Uruguai quem levou perigo pela primeira vez. Aos cinco minutos, Khalid Boulahrouz recuou mal para Stekelenburg, que dividiu e perdeu a bola para Edinson Cavani.
A bola sobrou para Álvaro Pereira, que tentou mandar por cima do goleiro e Van Bronckhorst tirou de cabeça ante da bola entrar. Aos 21 minutos, mais uma vez a Celeste levou perigo. Forlán cobrou falta com força e Stekelenburg fez boa defesa.
Mas dois minutos depois foi a Holanda que teve uma grande oportunidade. Van der Vaart recebeu passe de Robin van Persie na área e chutou para boa defesa de Muslera. No rebote, Arjen Robben mandou por cima.
Só que no minuto seguinte não teve jeito. Wesley Sneijder chutou da entrada da área, a bola passou por baixo de Van Persie e entrou no canto esquerdo de Muslera. A Oranje se empolgou na partida e, três minutos depois, Kuyt mandou bola na área e Robben, de cabeça, ampliou.
A partida parecia resolvida, mas aos 46 minutos Maxi Pereira diminuiu com um chute da entrada da área. Os uruguaios ainda armaram uma pressão nos acréscimos, com bolas na área, mas não conseguiram o empate. A Holanda enfrentará Alemanha ou Espanha na decisão. Alemães e espanhóis se enfrentam na quarta-feira, às 15h30.
Ficha técnica
Uruguai 2x3 Holanda
Local: Estádio Green Point, Cidade do Cabo
Data: 06/07, terça-feira
Árbitro: Ravshan Irmatov (UZB)
Gols: Diego Forlán aos 40’/1T e Maxi Pereira aos 46'/2T (Uruguai); Giovanni van Bronckhorst aos 18’/1T, Wesley Sneijder aos 25’/2T e Arjen Robben aos 28’/2T (Holanda)
Carões Amarelos: Maximiliano Pereira, Martín Cáceres (Uruguai); Wesley Sneijder, Khalid Boulahrouz e Mark van Bommel (Holanda)
Uruguai
1-Fernando Muslera; 16-Maximiliano Pereira 3-Diego Godín, 6-Mauricio Victorino, 22-Martín Cáceres; 15-Diego Pérez, 17-Egidio Arévalo, 5-Walter Gargano e 11-Álvaro Pereira (13-Sebastián Abreu aos 32’/2T); 10-Diego Forlán (21-Sebastián Fernández aos 38’/2T) e 7-Edinson Cavani. Técnico: Oscar Tabárez.
Holanda
1-Maarten Stekelenburg, 12-Khalid Boulahrouz, 3-Johnny Heitinga, 4-Joris Mathijsen e 5-Giovanni van Bronckhorst; 14-Demy de Zeeuw (23-Rafael van der Vaart no intervalo), 6-Mark van Bommel, 10-Wesley Sneijder, 11-Arjen Robben (17-Eljero Elia aos 44’/2T) e 7-Dirk Kuyt; 9-Robin van Persie. Técnico: Bert van Marwijk.
http://www.trivela.com/Default.aspx
Foto: AFP
A partida foi dificílima. Após abrir o placar no começo do jogo, a Holanda sofreu o empate ainda na primeira etapa. No segundo tempo, Wesley Sneijder e Arjen Robben marcaram para a seleção europeia, mas o time ainda tomou sufoco no fim, após Maxi Pereira diminuir nos acréscimos.
O primeiro lance de perigo da partida foi da Holanda. Aos três minutos, Arjen Robben cruzou pela direita, Fernando Muslera deu um soco fraco e, no rebote, Dirk Kuyt chutou por cima do gol uruguaio.
Três minutos mais tarde, Álvaro Pereira surpreendeu ao tentar encobrir o goleiro Maarten Stekelenburg do meio do campo, mas a bola passou por cima. O jogo seguia equilibrado. Mas, aos 18 minutos, Giovanni van Bronckhorst chutou de muito longe e acertou o ângulo esquerdo de Muslera. Um golaço.
Depois de levar o gol, a Celeste partiu para o ataque e melhorou na partida. Aos 35 minutos, Álvaro Pereira chutou de fora da área e Stekelenburg fez defesa segura. Em seguida, Pereira cruzou para a área e Diego Forlán cabeceou. A Jabulani passou por sobre o gol holandês.
Aos 40 minutos, porém, Forlán acertou o alvo. O camisa dez do Uruguai recebeu fora da área e bateu de esquerda. A bola fez uma curva e enganou Stekelenburg, que não conseguiu defender. Foi o empate uruguaio.
Foi de Forlán também a última boa chance da primeira etapa. O atacante uruguaio cobrou falta de longe e obrigou o goleiro holandês a fazer boa defesa.
Para o segundo tempo, o técnico Bert van Marwijk colocou Rafael van de Vaart no lugar de Demy de Zeeuw e deixou a Holanda mais ofensiva. Mas foi o Uruguai quem levou perigo pela primeira vez. Aos cinco minutos, Khalid Boulahrouz recuou mal para Stekelenburg, que dividiu e perdeu a bola para Edinson Cavani.
A bola sobrou para Álvaro Pereira, que tentou mandar por cima do goleiro e Van Bronckhorst tirou de cabeça ante da bola entrar. Aos 21 minutos, mais uma vez a Celeste levou perigo. Forlán cobrou falta com força e Stekelenburg fez boa defesa.
Mas dois minutos depois foi a Holanda que teve uma grande oportunidade. Van der Vaart recebeu passe de Robin van Persie na área e chutou para boa defesa de Muslera. No rebote, Arjen Robben mandou por cima.
Só que no minuto seguinte não teve jeito. Wesley Sneijder chutou da entrada da área, a bola passou por baixo de Van Persie e entrou no canto esquerdo de Muslera. A Oranje se empolgou na partida e, três minutos depois, Kuyt mandou bola na área e Robben, de cabeça, ampliou.
A partida parecia resolvida, mas aos 46 minutos Maxi Pereira diminuiu com um chute da entrada da área. Os uruguaios ainda armaram uma pressão nos acréscimos, com bolas na área, mas não conseguiram o empate. A Holanda enfrentará Alemanha ou Espanha na decisão. Alemães e espanhóis se enfrentam na quarta-feira, às 15h30.
Ficha técnica
Uruguai 2x3 Holanda
Local: Estádio Green Point, Cidade do Cabo
Data: 06/07, terça-feira
Árbitro: Ravshan Irmatov (UZB)
Gols: Diego Forlán aos 40’/1T e Maxi Pereira aos 46'/2T (Uruguai); Giovanni van Bronckhorst aos 18’/1T, Wesley Sneijder aos 25’/2T e Arjen Robben aos 28’/2T (Holanda)
Carões Amarelos: Maximiliano Pereira, Martín Cáceres (Uruguai); Wesley Sneijder, Khalid Boulahrouz e Mark van Bommel (Holanda)
Uruguai
1-Fernando Muslera; 16-Maximiliano Pereira 3-Diego Godín, 6-Mauricio Victorino, 22-Martín Cáceres; 15-Diego Pérez, 17-Egidio Arévalo, 5-Walter Gargano e 11-Álvaro Pereira (13-Sebastián Abreu aos 32’/2T); 10-Diego Forlán (21-Sebastián Fernández aos 38’/2T) e 7-Edinson Cavani. Técnico: Oscar Tabárez.
Holanda
1-Maarten Stekelenburg, 12-Khalid Boulahrouz, 3-Johnny Heitinga, 4-Joris Mathijsen e 5-Giovanni van Bronckhorst; 14-Demy de Zeeuw (23-Rafael van der Vaart no intervalo), 6-Mark van Bommel, 10-Wesley Sneijder, 11-Arjen Robben (17-Eljero Elia aos 44’/2T) e 7-Dirk Kuyt; 9-Robin van Persie. Técnico: Bert van Marwijk.
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
Itália é eliminada pela Eslováquia
Pouca gente queria acreditar. Muitos achavam que a tradição italiana falaria mais alto. No final das contas, o fraco time da Itália, que nem de perto fez por merecer a defesa do título, acabou mesmo eliminado da Copa do Mundo. Por outro lado, nesta quinta-feira, no estádio Ellis Park, em Joanesburgo, a Eslováquia, ao vencer por 3 a 2, garantiu uma inédita classificação para as oitavas de final.
Desde 2002 o atual campeão mundial não caía logo no início da disputa. E desde 1974 a Azzurra não caía na primeira fase.
Com isso, o Grupo F classificou o Paraguai, que ficou no 0 a 0 com a Nova Zelândia, em primeiro lugar com cinco pontos, e os eslovacos na segunda posição, com quatro pontos. Os neozelandeses, com três pontos, terminaram à frente dos italianos.
A partida começou como todos esperavam, com muita marcação e poucas jogadas ofensivas. Com 15 minutos, nenhuma chance de gol clara apareceu.
Só que aos 24, a Eslováquia abriu o placar. Daniele de Rossi saiu jogando errado e Jurak Kucka, na intermediária, roubou a bola e tocou rápido para Robert Vittek. O atacante, da entrada da área, bateu no canto, sem chances para Federico Marchetti.
E mesmo com a vantagem no placar, os eslovacos seguiam no ataque. Aos 34 minutos, Zedenko Strba arriscou de muito longe e obrigou Marchetti a fazer uma grande defesa. Acuada, a Itália não conseguia sair da defesa, e quando saía, era facilmente desarmada pela defesa da equipe do Leste Europeu.
Tanto que os italianos quase empataram em uma jogada protagonizada pela defesa eslovaca. Após cruzamento, aos 40 minutos, Martin Skrtel cabeceou e a bola passou raspando o travessão de Jan Mucha. Só que no final do primeiro tempo, Vittek ajeitou para Kucka que, de primeira, mandou uma bomba de fora da área, que assustou Marchetti.
No intervalo, o técnico Marcello Lippi fez duas alterações: sacou Domenico Criscito e Gennaro Gattuso e colocou em campo Christian Maggio e Fabio Quagliarella. A Itália, mesmo assim, voltou apagada ainda, e o treinador, com dez minutos, promoveu a estreia de Andrea Pirlo na Copa, no lugar do inoperante Riccardo Montolivo.
Finalmente, aos 17 minutos, Antonio di Natale, de fora da área, colocou a bola com categoria no canto, mas Mucha defendeu – com algum trabalho. Quatro minutos depois, uma chance incrível. Simone Pepe cruzou da direita, o goleiro eslovaco desviou e a bola sobrou para Quagliarella, que dominou no peito e chutou forte. Skrtel, em cima da linha, salvou com o joelho.
Com os italianos no ataque, o contra-ataque estava aberto para a Eslováquia. A primeira oportunidade criada e desperdiçada dessa maneira veio com Miroslav Stoch, aos 24 minutos, chutando de fora. Porém, o segundo gol eslovaco saiu em uma jogada de bola parada, quatro minutos depois. Hamsik cobrou escanteio da direita e a defesa devolveu a bola para ele que, de primeira, bateu para a pequena área e Vittek, artilheiro da partida e agora do Mundial ao lado de Gonzalo Higuaín com três gols, apenas desviou.
A Itália descontou pouco tempo depois, aos 35, em uma boa jogada do ataque. Quagliarella tabelou com Vincenzo Iaquinta na meia-lua e chutou para defesa de Mucha. A bola sobrou para Di Natale que apenas teve o trabalho de empurrá-la para o fundo do gol. O empate veio na sequência, com Quagliarella, mas o árbitro Howard Webb anulou em uma decisão que ainda vai gerar muita confusão.
E aos 43, toda esperança italiana morreu. Kamil Kopunek, que acabara de entrar, recebeu um passe em cobrança de lateral, passou por trás da defesa e tocou por cima de Marchetti. A partida só não foi definida aí, porque aos 46, Quagliarella, da entrada da área, marcou um golaço, com um toque de categoria por cima de Mucha.
Pepe, já aos 49 minutos, teve uma última chance, na pequena área, mas mandou para fora. Final trágico para a atual campeã mundial.
Ficha técnica
Eslováquia 3x2 Itália
Local: estádio Ellis Park, Joanesburgo
Data: 24/06, quinta-feira
Árbitro: Howard Webb (ING)
Público: 53.412
Gols: Robert Vittek aos 24’/1T e aos 28’/2T e Kamil Kopunek aos 43’/2T (Eslováquia); Antonio di Natale aos 35’/2T e Fabio Quagliarella aos 48'/2T (Itália)
Cartões amarelos: Zedenko Strba, Robert Vittek, Peter Pekarik e Jan Mucha (Eslováquia); Fabio Cannavaro, Giorgio Chiellini, Simone Pepe e Fabio Quagliarella (Itália)
Eslováquia
1-Jan Mucha, 2-Peter Pekarik, 3-Martin Skrtel, 16-Jan Durica e 5-Radoslav Zabavnik; 6-Zedenko Strba (Kamil Kopunek aos 41’/2T), 19-Juraj Kucka, 15-Miroslav Stoch, 17-Marek Hamsik e 11-Robert Vittek (9-Stanislav Sestak aos 47’/2T); 18-Erik Jendrisek (22-Martin Petras aos 48’/2T). Técnico: Vladimir Weiss.
Itália
12-Federico Marchetti; 19-Gianluca Zambrotta 5-Fabio Cannavaro, 4-Giorgio Chiellini e 3-Domenico Criscito (2-Christian Maggio no intervalo); 6-Daniele De Rossi, 8-Gennaro Gattuso (18-Fabio Quagliarella no intervalo) e 22-Riccardo Montolivo (21-Andrea Pirlo aos 10'/2T); 10-Antonio di Natale, 7-Simone Pepe e 9-Vincenzo Iaquinta. Técnico: Marcelo Lippi.
Trivela.com
Foto: Agência Reuters
Desde 2002 o atual campeão mundial não caía logo no início da disputa. E desde 1974 a Azzurra não caía na primeira fase.
Com isso, o Grupo F classificou o Paraguai, que ficou no 0 a 0 com a Nova Zelândia, em primeiro lugar com cinco pontos, e os eslovacos na segunda posição, com quatro pontos. Os neozelandeses, com três pontos, terminaram à frente dos italianos.
A partida começou como todos esperavam, com muita marcação e poucas jogadas ofensivas. Com 15 minutos, nenhuma chance de gol clara apareceu.
Só que aos 24, a Eslováquia abriu o placar. Daniele de Rossi saiu jogando errado e Jurak Kucka, na intermediária, roubou a bola e tocou rápido para Robert Vittek. O atacante, da entrada da área, bateu no canto, sem chances para Federico Marchetti.
E mesmo com a vantagem no placar, os eslovacos seguiam no ataque. Aos 34 minutos, Zedenko Strba arriscou de muito longe e obrigou Marchetti a fazer uma grande defesa. Acuada, a Itália não conseguia sair da defesa, e quando saía, era facilmente desarmada pela defesa da equipe do Leste Europeu.
Tanto que os italianos quase empataram em uma jogada protagonizada pela defesa eslovaca. Após cruzamento, aos 40 minutos, Martin Skrtel cabeceou e a bola passou raspando o travessão de Jan Mucha. Só que no final do primeiro tempo, Vittek ajeitou para Kucka que, de primeira, mandou uma bomba de fora da área, que assustou Marchetti.
No intervalo, o técnico Marcello Lippi fez duas alterações: sacou Domenico Criscito e Gennaro Gattuso e colocou em campo Christian Maggio e Fabio Quagliarella. A Itália, mesmo assim, voltou apagada ainda, e o treinador, com dez minutos, promoveu a estreia de Andrea Pirlo na Copa, no lugar do inoperante Riccardo Montolivo.
Finalmente, aos 17 minutos, Antonio di Natale, de fora da área, colocou a bola com categoria no canto, mas Mucha defendeu – com algum trabalho. Quatro minutos depois, uma chance incrível. Simone Pepe cruzou da direita, o goleiro eslovaco desviou e a bola sobrou para Quagliarella, que dominou no peito e chutou forte. Skrtel, em cima da linha, salvou com o joelho.
Com os italianos no ataque, o contra-ataque estava aberto para a Eslováquia. A primeira oportunidade criada e desperdiçada dessa maneira veio com Miroslav Stoch, aos 24 minutos, chutando de fora. Porém, o segundo gol eslovaco saiu em uma jogada de bola parada, quatro minutos depois. Hamsik cobrou escanteio da direita e a defesa devolveu a bola para ele que, de primeira, bateu para a pequena área e Vittek, artilheiro da partida e agora do Mundial ao lado de Gonzalo Higuaín com três gols, apenas desviou.
A Itália descontou pouco tempo depois, aos 35, em uma boa jogada do ataque. Quagliarella tabelou com Vincenzo Iaquinta na meia-lua e chutou para defesa de Mucha. A bola sobrou para Di Natale que apenas teve o trabalho de empurrá-la para o fundo do gol. O empate veio na sequência, com Quagliarella, mas o árbitro Howard Webb anulou em uma decisão que ainda vai gerar muita confusão.
E aos 43, toda esperança italiana morreu. Kamil Kopunek, que acabara de entrar, recebeu um passe em cobrança de lateral, passou por trás da defesa e tocou por cima de Marchetti. A partida só não foi definida aí, porque aos 46, Quagliarella, da entrada da área, marcou um golaço, com um toque de categoria por cima de Mucha.
Pepe, já aos 49 minutos, teve uma última chance, na pequena área, mas mandou para fora. Final trágico para a atual campeã mundial.
Ficha técnica
Eslováquia 3x2 Itália
Local: estádio Ellis Park, Joanesburgo
Data: 24/06, quinta-feira
Árbitro: Howard Webb (ING)
Público: 53.412
Gols: Robert Vittek aos 24’/1T e aos 28’/2T e Kamil Kopunek aos 43’/2T (Eslováquia); Antonio di Natale aos 35’/2T e Fabio Quagliarella aos 48'/2T (Itália)
Cartões amarelos: Zedenko Strba, Robert Vittek, Peter Pekarik e Jan Mucha (Eslováquia); Fabio Cannavaro, Giorgio Chiellini, Simone Pepe e Fabio Quagliarella (Itália)
Eslováquia
1-Jan Mucha, 2-Peter Pekarik, 3-Martin Skrtel, 16-Jan Durica e 5-Radoslav Zabavnik; 6-Zedenko Strba (Kamil Kopunek aos 41’/2T), 19-Juraj Kucka, 15-Miroslav Stoch, 17-Marek Hamsik e 11-Robert Vittek (9-Stanislav Sestak aos 47’/2T); 18-Erik Jendrisek (22-Martin Petras aos 48’/2T). Técnico: Vladimir Weiss.
Itália
12-Federico Marchetti; 19-Gianluca Zambrotta 5-Fabio Cannavaro, 4-Giorgio Chiellini e 3-Domenico Criscito (2-Christian Maggio no intervalo); 6-Daniele De Rossi, 8-Gennaro Gattuso (18-Fabio Quagliarella no intervalo) e 22-Riccardo Montolivo (21-Andrea Pirlo aos 10'/2T); 10-Antonio di Natale, 7-Simone Pepe e 9-Vincenzo Iaquinta. Técnico: Marcelo Lippi.
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Foto: Agência Reuters
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sábado, 12 de junho de 2010
"Frango" deixa EUA e Inglaterra no 1 a 1
O começo com gol rápido fez a Inglaterra sonhar com uma vitória fácil, em sua estreia na Copa do Mundo. Entretanto, uma falha incrível do goleiro Green deu o empate aos Estados Unidos, e deixou a primeira partida do grupo C, neste sábado, em Rustenburg, com um empate por 1 a 1 como resultado final. Começando no ataque, demorou pouquíssimo para a Inglaterra conseguir a recompensa e abrir o placar. Aos quatro minutos, após cobrança de lateral, a bola ficou com Emile Heskey. E o atacante, de primeira, tocou para Steven Gerrard, que superou a marcação, entrou livre na área e tocou na saída de Tim Howard, marcando 1 a 0 e fazendo aquele que, até agora, foi o gol mais rápido da Copa.
Logo depois, o English Team procurou manter o ritmo: aos nove minutos, Frank Lampard cobrou falta, com chute cruzado. E a bola foi para fora, passando à esquerda de Howard. No instante seguinte, após cruzamento na área, foi a vez dos norte-americanos chegarem: Clint Dempsey subiu para cabecear, mas a bola foi direto para as mãos do goleiro Robert Green.
O primeiro lance de perigo real dos Estados Unidos, todavia, viria somente aos 18 minutos: pela direita, Landon Donovan recebeu passe de Michael Bradley e cruzou para a área. E Josmer Altidore tentou completar de cabeça para as redes, mas a bola saiu para fora.
No lance seguinte, os ingleses responderam com igual perigo. Wayne Rooney fez bom passe para Aaron Lennon, que entrou pela direita da grande área e cruzou rasteiro, mas Steve Cherundolo conseguiu cortar, na pequena área. Na sobra, Lampard arriscou de puxeta, mas Howard defendeu a bola.
Aos poucos, os Estados Unidos começaram a chegar. Aos 26, o primeiro cartão amarelo do jogo surgiu, quando James Milner cometeu falta sobre Oguchi Onyewu. Na sequência, a falta foi cobrada para a área, mas Onyewu cabeceou para fora. E, aos 32, Altidore recebeu bola pelo meio, e mandou chute rasteiro para o gol. Porém, Green agarrou facilmente.
Mas seria numa infelicidade completa do goleiro britânico que os Estados Unidos alcançaram o empate, aos 40 minutos. Clint Dempsey recebeu a bola, de média distância, e bateu fraco. Porém, Green se abaixou mal para pegá-la, e a bola escorregou levemente, indo lentamente para as redes e empatando o jogo.
Restou ao time de Fabio Capello pressionar em busca do empate. A primeira chance surgiu imediatamente após o gol sofrido: aos 41 minutos, a Inglaterra foi rapidamente para o ataque, após o gol de empate. A bola sobrou com Glen Johnson, pela direita, e o lateral bateu para a defesa de Howard.
E o segundo tempo começou com pressão dos ingleses. Aos três minutos, Aaron Lennon fez jogada individual, cruzou, e a bola passou com perigo na frente do gol. Aos cinco, Rooney chegou livre à área, driblou Carlos Bocanegra e completou. Bocanegra recuperou-se e tirou em cima da linha, mas o impedimento já havia sido marcado.
Porém, grande chance surgiu foi aos sete minutos. Heskey chegou livre à área, mas bateu em cima do goleiro, e Howard agarrou. Os Estados Unidos se livrariam da pressão aos poucos, e chegariam aos 16: Donovan cobrou falta, e Bocanegra desviou para fora.
A Inglaterra voltaria a chegar ao ataque aos 17, quando Lampard bateu forte de média distância, exigindo de Howard boa defesa, espalmando para escanteio. Na cobrança do córner, a bola sobrou com Glen Johnson, na segunda trave, mas o jogador bateu para fora.
No entanto, a maior oportunidade de gol surgida no primeiro tempo saiu pelos pés de um americano. Aos 20 minutos, Altidore chegou à grande área pela esquerda, e mandou o chute. Green conseguiu a defesa, e a bola ainda bateu na trave.
Todavia, a Inglaterra retomou o controle do jogo em sua parte final. Aos 29 minutos, Rooney recebeu lateral de Lampard e avançou um pouco antes de bater forte. A bola saiu à esquerda de Howard, trazendo perigo.
O ataque inglês, então, foi fortalecido com a entrada de Peter Crouch. No entanto, nada mais aconteceu no jogo. E a partida em Rustenburg terminou com empate.
Ficha técnica
Inglaterra 1x1 Estados Unidos
Local: Estádio Royal Bafokeng, em Rustenburg
Data: 12/06, sábado
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (BRA)
Gols: Steven Gerrard aos 4'/1T (Inglaterra); Clint Dempsey aos 40'/1T (Estados Unidos)
Cartões amarelos: James Milner, Steven Gerrard e Jamie Carragher (Inglaterra); Steve Cherundolo, Jay DeMerit e Robbie Findley (Estados Unidos)
Inglaterra
12-Robert Green; 2-Glen Johnson, 6-John Terry, 20-Ledley King (18-Jamie Carragher no intervalo) e 3-Ashley Cole; 8-Frank Lampard, 4-Steven Gerrard, 7-Aaron Lennon e 16-James Milner (17-Shaun Wright-Philips aos 31'/1º); 10-Wayne Rooney e 21–Emile Heskey (9-Peter Crouch aos 33'/2º). Técnico: Fabio Capello.
Estados Unidos
1-Tim Howard; 6-Steve Cherundolo, 15-Jay DeMerit, 5-Oguchi Onyewu, 3-Carlos Bocanegra; 4-Michael Bradley, 13-Ricardo Clark, 8-Clint Dempsey e 10-Landon Donovan; 17-Jozy Altidore (11-Stuart Holden aos 40'/2º)e 20-Robbie Findley (14-Edson Buddle aos 31'2º). Técnico: Bob Bradley.
Trivela
Foto: AP
Logo depois, o English Team procurou manter o ritmo: aos nove minutos, Frank Lampard cobrou falta, com chute cruzado. E a bola foi para fora, passando à esquerda de Howard. No instante seguinte, após cruzamento na área, foi a vez dos norte-americanos chegarem: Clint Dempsey subiu para cabecear, mas a bola foi direto para as mãos do goleiro Robert Green.
O primeiro lance de perigo real dos Estados Unidos, todavia, viria somente aos 18 minutos: pela direita, Landon Donovan recebeu passe de Michael Bradley e cruzou para a área. E Josmer Altidore tentou completar de cabeça para as redes, mas a bola saiu para fora.
No lance seguinte, os ingleses responderam com igual perigo. Wayne Rooney fez bom passe para Aaron Lennon, que entrou pela direita da grande área e cruzou rasteiro, mas Steve Cherundolo conseguiu cortar, na pequena área. Na sobra, Lampard arriscou de puxeta, mas Howard defendeu a bola.
Aos poucos, os Estados Unidos começaram a chegar. Aos 26, o primeiro cartão amarelo do jogo surgiu, quando James Milner cometeu falta sobre Oguchi Onyewu. Na sequência, a falta foi cobrada para a área, mas Onyewu cabeceou para fora. E, aos 32, Altidore recebeu bola pelo meio, e mandou chute rasteiro para o gol. Porém, Green agarrou facilmente.
Mas seria numa infelicidade completa do goleiro britânico que os Estados Unidos alcançaram o empate, aos 40 minutos. Clint Dempsey recebeu a bola, de média distância, e bateu fraco. Porém, Green se abaixou mal para pegá-la, e a bola escorregou levemente, indo lentamente para as redes e empatando o jogo.
Restou ao time de Fabio Capello pressionar em busca do empate. A primeira chance surgiu imediatamente após o gol sofrido: aos 41 minutos, a Inglaterra foi rapidamente para o ataque, após o gol de empate. A bola sobrou com Glen Johnson, pela direita, e o lateral bateu para a defesa de Howard.
E o segundo tempo começou com pressão dos ingleses. Aos três minutos, Aaron Lennon fez jogada individual, cruzou, e a bola passou com perigo na frente do gol. Aos cinco, Rooney chegou livre à área, driblou Carlos Bocanegra e completou. Bocanegra recuperou-se e tirou em cima da linha, mas o impedimento já havia sido marcado.
Porém, grande chance surgiu foi aos sete minutos. Heskey chegou livre à área, mas bateu em cima do goleiro, e Howard agarrou. Os Estados Unidos se livrariam da pressão aos poucos, e chegariam aos 16: Donovan cobrou falta, e Bocanegra desviou para fora.
A Inglaterra voltaria a chegar ao ataque aos 17, quando Lampard bateu forte de média distância, exigindo de Howard boa defesa, espalmando para escanteio. Na cobrança do córner, a bola sobrou com Glen Johnson, na segunda trave, mas o jogador bateu para fora.
No entanto, a maior oportunidade de gol surgida no primeiro tempo saiu pelos pés de um americano. Aos 20 minutos, Altidore chegou à grande área pela esquerda, e mandou o chute. Green conseguiu a defesa, e a bola ainda bateu na trave.
Todavia, a Inglaterra retomou o controle do jogo em sua parte final. Aos 29 minutos, Rooney recebeu lateral de Lampard e avançou um pouco antes de bater forte. A bola saiu à esquerda de Howard, trazendo perigo.
O ataque inglês, então, foi fortalecido com a entrada de Peter Crouch. No entanto, nada mais aconteceu no jogo. E a partida em Rustenburg terminou com empate.
Ficha técnica
Inglaterra 1x1 Estados Unidos
Local: Estádio Royal Bafokeng, em Rustenburg
Data: 12/06, sábado
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (BRA)
Gols: Steven Gerrard aos 4'/1T (Inglaterra); Clint Dempsey aos 40'/1T (Estados Unidos)
Cartões amarelos: James Milner, Steven Gerrard e Jamie Carragher (Inglaterra); Steve Cherundolo, Jay DeMerit e Robbie Findley (Estados Unidos)
Inglaterra
12-Robert Green; 2-Glen Johnson, 6-John Terry, 20-Ledley King (18-Jamie Carragher no intervalo) e 3-Ashley Cole; 8-Frank Lampard, 4-Steven Gerrard, 7-Aaron Lennon e 16-James Milner (17-Shaun Wright-Philips aos 31'/1º); 10-Wayne Rooney e 21–Emile Heskey (9-Peter Crouch aos 33'/2º). Técnico: Fabio Capello.
Estados Unidos
1-Tim Howard; 6-Steve Cherundolo, 15-Jay DeMerit, 5-Oguchi Onyewu, 3-Carlos Bocanegra; 4-Michael Bradley, 13-Ricardo Clark, 8-Clint Dempsey e 10-Landon Donovan; 17-Jozy Altidore (11-Stuart Holden aos 40'/2º)e 20-Robbie Findley (14-Edson Buddle aos 31'2º). Técnico: Bob Bradley.
Trivela
Foto: AP
terça-feira, 8 de junho de 2010
Perfil dos Atletas da Seleção Brasileira: NILMAR
Apelido: NILMAR
N O M E: Nilmar Honorato da Silva
Nasc.: 14.07.84
Posição: Atacante
Natural: Bandeirantes (PR)
Clube atual: Villareal
Clube anterior: Internacional
Convocações: 21
Jogos: 11
Minutos: 632
Gols: 08
CBF
Foto: nike.com
N O M E: Nilmar Honorato da Silva
Nasc.: 14.07.84
Posição: Atacante
Natural: Bandeirantes (PR)
Clube atual: Villareal
Clube anterior: Internacional
Convocações: 21
Jogos: 11
Minutos: 632
Gols: 08
CBF
Foto: nike.com
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Copa: Órgão sul-africano propõe sacrifício de vacas nos estádios
BBC Brasil Uma proposta para abençoar os estádios que sediarão os jogos da Copa do Mundo 2010 na África do Sul com o sacrifício de uma vaca em cada um deles gerou preocupação entre os ativistas pelos direitos dos animais no país.
O Makhonya Royal Trust, que coordena as atividades culturais no país, apresentou a ideia e descreveu o sacrifício ritual de gado como uma forma "verdadeiramente africana" de abençoar a competição.
"Devemos ter uma cerimônia cultural de algum tipo, onde sacrificaremos um animal", afirmou o presidente da organização Zolani Mkiva, à agência de notícias Reuters.
Para a organização, o sacrifício é uma forma importante de se garantir uma Copa do Mundo bem sucedida.
Justiça
O ministro da Governança Cooperativa e Tradições, Sicelo Shiceka, já prometeu fazer campanha junto à Fifa para apoiar a proposta.
"A Copa do Mundo será no continente africano e vamos garantir que os valores e culturas africanas sejam vistos pelos visitantes", teria dito Shiceka ao jornal sul-africano Citizen.
No entanto, um juiz sul-africano afirmou que decidirá apenas na sexta-feira se os rituais realmente poderão ser realizados nos estádios.
Grupos de defesa dos direitos dos animais afirmaram que devem ser consultados a respeito deste plano.
O Conselho Nacional das Sociedades para Prevenção de Crueldade com Animais (NSPCA, na sigla em inglês) escreveu à Fifa comentando a questão.
De acordo com o correspondente da BBC na Cidade do Cabo Mohammed Allie, o grupo não é contra o sacrifício ritual de animais, mas quer garantir que este ritual seja feito sem crueldade e também quer se envolver no processo para garantir o bem-estar do gado.
A polêmica começou em meio às tentativas de ativistas para suspender uma cerimônia tradicional zulu, na qual um boi é sacrificado, que deve ocorrer no dia 5 de dezembro.
Os ativistas tentaram suspender na Justiça o ritual, chamado Ukweshwama, no qual uma multidão de jovens mata um touro com as próprias mãos.
O Makhonya Royal Trust, que coordena as atividades culturais no país, apresentou a ideia e descreveu o sacrifício ritual de gado como uma forma "verdadeiramente africana" de abençoar a competição.
"Devemos ter uma cerimônia cultural de algum tipo, onde sacrificaremos um animal", afirmou o presidente da organização Zolani Mkiva, à agência de notícias Reuters.
Para a organização, o sacrifício é uma forma importante de se garantir uma Copa do Mundo bem sucedida.
Justiça
O ministro da Governança Cooperativa e Tradições, Sicelo Shiceka, já prometeu fazer campanha junto à Fifa para apoiar a proposta.
"A Copa do Mundo será no continente africano e vamos garantir que os valores e culturas africanas sejam vistos pelos visitantes", teria dito Shiceka ao jornal sul-africano Citizen.
No entanto, um juiz sul-africano afirmou que decidirá apenas na sexta-feira se os rituais realmente poderão ser realizados nos estádios.
Grupos de defesa dos direitos dos animais afirmaram que devem ser consultados a respeito deste plano.
O Conselho Nacional das Sociedades para Prevenção de Crueldade com Animais (NSPCA, na sigla em inglês) escreveu à Fifa comentando a questão.
De acordo com o correspondente da BBC na Cidade do Cabo Mohammed Allie, o grupo não é contra o sacrifício ritual de animais, mas quer garantir que este ritual seja feito sem crueldade e também quer se envolver no processo para garantir o bem-estar do gado.
A polêmica começou em meio às tentativas de ativistas para suspender uma cerimônia tradicional zulu, na qual um boi é sacrificado, que deve ocorrer no dia 5 de dezembro.
Os ativistas tentaram suspender na Justiça o ritual, chamado Ukweshwama, no qual uma multidão de jovens mata um touro com as próprias mãos.
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