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quarta-feira, 28 de março de 2012

O Clube: Baltimore SC


Clube: Baltimore Sportif Club
Nome: Baltimore SC
Apelido:
Cores: Vermelho e Branco
Ano de Fundação: 1974
Cidade: Saint-Marc
Estado: Artibonite
País: Haiti
Estádio: Parc Levelt
Lotação: 5.000
Web: http://www.baltimoredestmarc.com/
Material Esporivo: Finta
Patrocínio: Digicel
Títulos: 3 x  Campeonato Haitiano de Futebol  2004/05 (F), 2005/06, 2007 (O)
Status: Campeonato Haitiano de Futebol - Campeonato de Clubes da CFU (União Caribenha de Futebol)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Após surto de malária, seleção sub-17 do Haiti é expulsa de competição

A seleção sub-17 do Haiti foi literalmente expulsa do torneio de classificação para o Mundial da categoria devido à equivocada suspeita de um surto de cólera na equipe. As autoridades da Jamaica, país onde é disputada a competição, chegaram a manter a delegação do país caribenho em cárcere privado antes de despachá-la em um voo fretado de volta.
Tudo começou quando um jogador passar mal durante a partida de estreia e foi substituído ainda no primeiro tempo. Com malária, ainda não diagnosticada, o atleta teve febre alta ao entrar em campo sob um calor de 42°C no jogo que o Haiti acabou perdendo para a Costa Rica por 3 a 1. Ainda no vestiário, toda a delegação do país teve sua temperatura aferida e, como alguns estavam com a temperatura elevada, todos foram encaminhados a um hospital, onde tiveram de passar por mais exames.
- Após jogar por 90 minutos, qualquer jogador está com a temperatura elevada. Principalmente se a partida for ao meio-dia, sob um forte calor. Só alguns chegaram ao hospital com febre - explicou Edson Araújo, técnico da equipe principal do Haiti, que acompanhava a delegação.
– A delegação inteira foi mantida trancada em um quarto de hospital, vigiada pela polícia, sem comida ou água, por mais de 24 horas – contou o presidente da Federação Haitiana de Futebol, Yves Jean-Bart.
Os jogadores e a comissão técnica do Haiti foram obrigados a permanecer no hospital, isolados, sob a suspeita de estarem com cólera, doença que, no fim do ano passado, matou mais de quatro mil pessoas em uma epidemia no Norte do país.
No entanto, cinco jogadores e um membro da delegação foram diagnosticados com malária, doença infecciosa que não é contagiosa.
- Eu falei com o ministro de esporte e o presidente da Jamaica, falei com o delegado da Fifa. Conversei com autoridades do departamento de saúde pública do Haiti e expliquei a eles que malária não é contagiosa, mas eles disseram que não podiam fazer nada - explicou Jean-Bart
Jogo cancelado e voo fretado para casa
Mesmo após o diagnóstico, a delegação só foi liberada para voltar ao Haiti. Impedida de enfrentar a seleção de El Salvador na quarta-feira, a equipe haitiana retornou ao seu país num voo fretado pelo governo jamaicano na manhã daquele dia. A partida aconteceria ao meio-dia.
– Foi uma discriminação terrível. Não havia motivo para eliminarem a equipe. Não deixaram eles jogarem – disse Edson Araújo.
A Concacaf limitou-se a divulgar um comunicado oficial em seu site, informando que a equipe do Haiti não poderia mais participar do torneio pois não tinha jogadores suficientes para formar um time completo.
– A Federação Haitiana de Futebol informou à Concacaf, na noite de terça-feira, que não consegue mais preencher um time para as Eliminatórias regionais do Mundial Sub-17, devido a uma doença que afetou membros de sua delegação – informou a Concacaf, sem, no entanto, especificar a doença que atingira a delegação e dando a entender que a retirada da seleção haitiana da competição se dera por iniciativa da federação do país.
– O presidente da federação queria jogar contra El Salvador com apenas sete jogadores, para não ter de sair do torneio – esclareceu Edson Araújo.
LANCENET!/Joana Bueno

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Amistosos antes da Copa doarão dinheiro para Haiti

Parte das receitas dos amistosos realizados como preparação para a Copa do Mundo serão doados para o Haiti, que sofreu com terremotos que deixaram milhares de feriados e desabrigados.
A Fifa afirmou em nota que irá doar a taxa de 2% que tem direito nos amistosos realizados entre o dia 1º de março e 11 de junho, data de início da Copa do Mundo. A entidade afirmou ainda que pediu aos 32 países participantes da competição na África do Sul para também doar suas parcelas para o país centro-americano.
"Para atingir um impacto maior no ato de solidariedade, pedimos para que todos os 32 países membros participantes se unam às doações ao adicionar 2% do seu total, totalizando 4% de cada amistoso", disse o presidente Sepp Blatter em nota emitida pela entidade.
Trivela

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Fifa doa R$ 5,5 milhões para reconstrução do futebol no Haiti após terremoto

A Fifa anunciou nesta quinta-feira que doará US$ 3 milhões (R$ 5,5 milhões) ao Haiti para a reconstrução do futebol no país, que foi devastado por um terremoto no dia 12 de janeiro. Anteriormente, a entidade já havia enviado US$ 250 mil (R$ 457 mil) à federação local.

De acordo com o comunicado da Fifa, o dinheiro será usado para a construção de uma nova sede da federação, que ficou completamente destruída após o terremoto, e de novos campos para a prática do esporte.

Em uma reunião nesta quinta em Zurique, Jack Warner, presidente da Concacaf e um dos vices da Fifa, explicou a situação do Haiti, depois de ter feito uma visita ao país recentemente.

- Assim como todos, fiquei muito comovido com as notícias sobre o Haiti. Nós continuaremos observando a situação bem de perto com a Federação Haitiana de Futebol e vamos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para ajudá-los – disse o presidente da Fifa, Joseph Blatter.
globoesporte.globo.com/

sábado, 23 de janeiro de 2010

Thierry Henry faz doação para ajudar vítimas no Haiti

O atacante Thierry Henry, do Barcelona e da seleção francesa, doou 56 mil euros (cerca de R$ 142 mil) para a ONG Médicos Sem Fronteiras. O dinheiro será usado para ajudar as vítimas do terremoto no Haiti, ocorrido no dia 12.

"Tenho muitos amigos no Haiti, que é uma colônia francesa e, para mim, todos são como primos. Não é fácil ver o que estão passando e fico feliz em poder fazer algo para ajudar", declarou o jogador em entrevista ao site oficial do Barcelona.

Além da sensibilização natural causada pela tragédia, Henry relatou um caso semelhante com o qual ele teve maior proximidade. Em 1989, o furacão "Hugo" mudou a vida de cerca de 200 mil pessoas na ilha de Guadalupe, terra natal do pai do jogador, causando 56 mortes.

"Vi algo semelhante há 20 anos e percebi como isso mexeu com a vida das pessoas em Guadalupe. Imagino o que os haitianos estão passando. Acho muito importante que todos se mobilizem para ajudá-los e farei o que estiver ao meu alcance para diminuir o sofrimento destas pessoas", comentou.

Segundo o último balanço da Oficina de Coordenação de Assuntos

Humanitários da ONU (OCHA), o terremoto causou pelo menos 75 mil mortes, além de ter deixado 250 mil feridos no Haiti.
AE