Período: 11 de junho a 11 de julho de 2010
Total de jogos: 64
Gols marcados: 145
Média de gols: 2,26
Artilheiros: Thomas Mueller (Alemanha), David Villa (Espanha), Wesley Sneijder (Holanda) e Diego Forlán (Uruguai) 05 gols
Público total: 3,18 milhões
Média de público: 49.687 pessoas
Mais estatisticas e curiosidades
18.449 voluntários, o mais velho entre eles com 80 anos de idade, tiveram um papel fundamental no sucesso da primeira Copa do Mundo da FIFA realizada na África.
669 tentativas de passe foram feitas por Xavi durante o torneio, 104 a mais do que o seu concorrente mais próximo, Bastian Schweinsteiger. Xavi também alcançou o segundo maior número de cruzamentos, um total de 42, atrás apenas de Diego Forlán, com 50.
559 minutos sem sofrer gol foi o tempo que permitiu à Suíça estabelecer o novo recorde da Copa do Mundo da FIFA. Os suíços ultrapassaram a marca anterior da Itália, de 550 minutos.
261 faltas foram cometidas na África do Sul 2010, uma redução significativa em relação à Alemanha 2006 (346). O resultado disso é que o número de expulsões também diminuiu consideravelmente: apenas 17 cartões vermelhos contra 26 de quatro anos atrás.
117 minutos foi o tempo de que Andrés Iniesta precisou para marcar o dramático gol da vitória contra a Holanda, o período mais longo para a definição do placar em finais da Copa do Mundo da FIFA.
39 anos e 330 dias fizeram de David James o jogador mais velho do torneio sul-africano. O detentor dos títulos de mais velho jogador de linha e mais velho jogador a marcar um gol foi o mexicano Cuauhtémoc Blanco, com 37 anos e 156 dias. Christian Eriksen, da Dinamarca, foi o jogador mais jovem na África do Sul, com 18 anos e 120 dias.
31 arrancadas deram ao espanhol Sergio Ramos a condição de maior driblador do torneio, à frente de candidatos mais prováveis como Lukas Podolski (27), Andrés Iniesta (26), David Villa e Lionel Messi (ambos com 25).
22 tentos assinalados no Estádio Green Point deram à arena da Cidade do Cabo a primeira posição entre as dez sedes da África do Sul. O Soccer City, de Johanesburgo, que teve as suas redes balançadas 20 vezes, ficou em segundo lugar.
22 jogadores foram utilizados pela Alemanha ao longo do torneio, o maior número entre todas as equipes. Em contrapartida, os selecionados da Eslovênia, Nova Zelândia e Coreia do Norte colocaram em campo apenas 15 atletas.
19 faltas fizeram de Keisuke Honda, do Japão, o improvável líder de infrações cometidas na competição. Os finalistas Sergio Ramos e Mark van Bommel ficaram logo atrás, com 17 cada um.
14 gols em Copas do Mundo da FIFA foi a marca alcançada por Miroslav Klose, deixando o atacante da Alemanha somente um gol atrás do recordista Ronaldo. Klose agora divide a segunda posição com Gerd Müller.
14 cartões amarelos e um vermelho foram distribuídos na acirrada final entre Holanda e Espanha, mais que o dobro do recorde anterior de uma decisão de Mundial, estabelecido em 1986, quando a Argentina e a Alemanha Ocidental somaram seis cartões.
12 gols foram marcados por jogadores do Bayern de Munique durante a África do Sul 2010, tornando o clube da Bavária o melhor representante na artilharia do torneio. A Inter de Milão, que vencera o time alemão na final da Liga dos Campeões da UEFA deste ano, ficou em segundo lugar com nove gols, enquanto que os jogadores do Atlético de Madri balançaram as redes oito vezes. O Campeonato Espanhol dominou a contagem geral, com os seus jogadores assinalando 29 tentos contra 21 dos atletas da Bundesliga. Na terceira posição ficou a Série A italiana, com 16, seguida pelo Campeonato Inglês, com 12.
8 países possuem agora pelo menos um título da Copa do Mundo da FIFA, depois que a Espanha se juntou ao clube de elite. A Furia tornou-se a primeira seleção a conquistar o Mundial depois de uma derrota no jogo de estreia e a primeira da Europa a erguer a taça fora do próprio continente.
6 edições da Copa do Mundo da FIFA como técnico foi a nova marca estabelecida por Carlos Alberto Parreira, que, ao comandar a sua quinta equipe na competição, também quebrou o recorde de quatro que dividia com Bora Milutinovic.
6 seleções europeias alcançaram as oitavas de final na África do Sul 2010, mas somente três chegaram às quartas — o pior número do Velho Continente. Entretanto, enquanto os cinco representantes sul-americanos passaram aos mata-matas, quatro como primeiros nos seus respectivos grupos, a final foi mais uma vez decidida por selecionados europeus.
3 jogadores — David Villa, Andrés Iniesta e Carles Puyol — marcaram todos os gols da Espanha na África do Sul 2010. Antes disso, nenhuma equipe jamais conquistara a Copa do Mundo da FIFA com menos de quatro goleadores diferentes. Os oito gols assinalados pelo selecionado espanhol marcam a menor contagem entre todos os campeões da competição.
3 irmãos em um mesmo plantel foi outra marca inédita ocorrida na África do Sul 2010. Jerry, Jhony e Wilson Palacios entraram para a história graças à inclusão dos seus nomes na lista dos 23 jogadores de Honduras.
3 assistências foram dadas por Kaká, Thomas Müller, Bastian Schweinsteiger, Dirk Kuyt e Mesut Özil, fazendo destes cinco atletas os criadores mais eficazes do torneio.
2 finalistas da edição anterior da Copa do Mundo da FIFA, a França e a Itália, foram eliminados na fase de grupos pela primeira vez na história. O único fracasso semelhante aconteceu em 1966, quando a Tchecoslováquia sequer se classificou e o Brasil, então campeão, não passou da primeira fase.
2 empates e uma derrota nos três jogos da fase de grupos fizeram do desempenho da Itália na África do Sul o pior da sua história em Mundiais. Os italianos jamais haviam participado da competição sem terem conquistado ao menos uma vitória. A última colocação no grupo também foi um fato inédito. A equipe de Marcello Lippi continua sem vencer em 2010.
2 minutos e 39 segundos foi o tempo que Thomas Müller levou para assinalar o gol mais rápido do torneio na vitória por 4 a 0 da Alemanha sobre a Argentina.
1 selecionado terminou o torneio invicto: o da Nova Zelândia. A inesperada marca foi alcançada quando a série de 14 vitórias seguidas da Holanda durante as eliminatórias e a Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010 foi quebrada na grande final em Johanesburgo.
Pela primeira vez na história a Seleção anfitriã (África do Sul) não passa da 1ª fase.
A Espanha ficou com o Prêmio FIFA Fair Play
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sábado, 17 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Camisa da Espanha com estrela de campeã já está a venda
A primeira estrela de campeã mundial da Espanha já está na camisa da seleção do país. Alguns sites europeus já vendem o modelo, que tem ainda, abaixo do escudo, a inscrição 'World Cup Winners 2010' (Vencedores da Copa do Mundo 2010).
(Foto: Reprodução / Site Kit Bag)
(Foto: Reprodução / Site Kit Bag)
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Espanha lidera ranking da Fifa.
Campeã do mundo de 2010, a seleção da Espanha está de volta a liderança do ranking da Fifa, seguida pela vice-campeã, Holanda, e pelo Brasil, que caiu da primeira para a terceira posição.
Os espanhóis têm 1.883 pontos, com boa vantagem para os holandeses (1.659) e para os brasileiros (1.536). Enquanto a Espanha somou 318 pontos e a Holanda 428 desde a última publicação da classificação, o Brasil perdeu 75.
Todos os times entre os dez primeiros tiveram suas classificações alteradas. Destaque para o Uruguai, quarto colocado do Mundial, que subiu dez posições e é o sexto; para o Chile, que subiu oito degraus e está em décimo; e para a Itália, que saiu do quinto para o 11º lugar.
A maior queda entre as principais seleções foi a da França, que com um empate e duas derrotas na Copa do Mundo caiu 12 posições, e está apenas no 21º lugar. O Paraguai, por outro lado, subiu 15 postos, e está na 16ª posição.
Os anfitriões da Copa, os sul-africanos, subiram 17 posições, e estão no 66º lugar. Melhor seleção africana no Mundial, Gana passou da 32ª para a 23ª posição.
Ranking de 14 de julho de 2010:
1 Espanha - 1883 pontos
2 Holanda - 1659
3 Brasil - 1536
4 Alemanha - 1464
5 Argentina - 1289
6 Uruguai - 1152
7 Inglaterra - 1125
8 Portugal - 1062
9 Egito - 1053
10 Chile - 988
11 Itália - 982
12 Grécia - 975
13 Estados Unidos - 969
13 Sérvia - 969
15 Croácia - 968
16 Paraguai - 961
17 Rússia - 956
18 Suíça - 940
19 Eslovênia - 917
20 Austrália - 911
21 França - 890
22 Noruega - 878
23 Gana - 874
24 México - 872
25 Ucrânia - 870
EFE
Os espanhóis têm 1.883 pontos, com boa vantagem para os holandeses (1.659) e para os brasileiros (1.536). Enquanto a Espanha somou 318 pontos e a Holanda 428 desde a última publicação da classificação, o Brasil perdeu 75.
Todos os times entre os dez primeiros tiveram suas classificações alteradas. Destaque para o Uruguai, quarto colocado do Mundial, que subiu dez posições e é o sexto; para o Chile, que subiu oito degraus e está em décimo; e para a Itália, que saiu do quinto para o 11º lugar.
A maior queda entre as principais seleções foi a da França, que com um empate e duas derrotas na Copa do Mundo caiu 12 posições, e está apenas no 21º lugar. O Paraguai, por outro lado, subiu 15 postos, e está na 16ª posição.
Os anfitriões da Copa, os sul-africanos, subiram 17 posições, e estão no 66º lugar. Melhor seleção africana no Mundial, Gana passou da 32ª para a 23ª posição.
Ranking de 14 de julho de 2010:
1 Espanha - 1883 pontos
2 Holanda - 1659
3 Brasil - 1536
4 Alemanha - 1464
5 Argentina - 1289
6 Uruguai - 1152
7 Inglaterra - 1125
8 Portugal - 1062
9 Egito - 1053
10 Chile - 988
11 Itália - 982
12 Grécia - 975
13 Estados Unidos - 969
13 Sérvia - 969
15 Croácia - 968
16 Paraguai - 961
17 Rússia - 956
18 Suíça - 940
19 Eslovênia - 917
20 Austrália - 911
21 França - 890
22 Noruega - 878
23 Gana - 874
24 México - 872
25 Ucrânia - 870
EFE
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Campeão mundial inédito: Espanha está na final
A Copa do Mundo de 2010 será marcada por trazer um novo membro ao seleto grupo de campeões mundiais. Após a classificação da Holanda, foi a vez da Espanha superar a Alemanha, na segunda semifinal, em Durban, nesta quarta-feira. O time de Vicente del Bosque fez 1 a 0, levando o país à decisão de um Mundial pela primeira vez em sua história.
Nos primeiros minutos do jogo, o pitoresco ficou por conta de um torcedor, que invadiu o gramado aos quatro minutos. Porém, as oportunidades de gol começaram a aparecer aos seis minutos. E a chance foi espanhola: após passe em profundidade de Pedro Rodriguez para a área, David Villa entrou pela direita da grande área, e se
esticou para tentar o chute. Porém, com o peito, o goleiro alemão, Manuel Neuer, afastou o perigo.
A Espanha continuou insistindo, aos treze minutos. Em cobrança de escanteio ensaiada, Xavi Hernández passou a bola a Andrés Iniesta. E o meio-campista espanhol cruzou para a área, onde Carles Puyol cabeceou forte, por cima do gol de Neuer.
No entanto, logo depois, a Alemanha chegou com perigo pela primeira vez. Aos 15 minutos, Mesut Özil fez boa cobrança de escanteio, e Iker Casillas precisou dar um leve toque na bola, mandando-a pela linha de fundo. E aos 16 minutos, no córner subsequente, em que deixou a bola com outro jogador, Piotr Trochowski tentou alçar a bola para a área, mas ela saiu pela linha de fundo.
Depois, Sergio Ramos foi responsável pelo melhor momento espanhol. Aos 19, Xabi Alonso fez o passe para o lateral, que chegou próximo à área e bateu, mandando a bola na rede pelo lado de fora.
E as duas equipes começaram a arriscar chutes de longe para tentar o primeiro gol. Aos 30, Xabi Alonso arriscou chute forte, mas a bola saiu à esquerda de Neuer. Dali a dois minutos, Trochowski bateu de pé esquerdo, e Casillas caiu para fazer a defesa.
E, nos acréscimos, após Özil ter reclamado de pênalti sofrido, Pedro arriscou chute forte e rasteiro, que Neuer encaixou sem maiores problemas, aos 46 minutos. E o primeiro tempo terminou em 0 a 0.
A pressão espanhola recomeçou no segundo tempo. Logo aos três minutos, pela esquerda, Pedro Rodríguez passou por Per Mertesacker e Jérôme Boateng, caminhou para o meio, próximo à área, e tocou para Xabi Alonso arriscar chute forte, que passou à direita do gol.
Aos cinco, Xavi caminhou pela direita e passou para Xabi Alonso, que arriscou chute forte, que foi à esquerda do gol. E, aos nove, Iniesta deixou a bola com Xavi. E, na meia-lua, o camisa 8 tocou a David Villa, que mandou chute colocado. Porém, a bola foi para fora.
Mas seria aos 12 minutos que se veria uma sequência ininterrupta de oportunidades espanholas para abrir o placar. Primeiramente, Xavi recebeu a bola na área, e fez o pivô, para que Pedro batesse. O camisa 18 mandou o arremate, e Neuer fez boa defesa, rebatendo. Na sobra, o próprio Pedro deixou com Iniesta, que entrou livre pela esquerda e cruzou rasteiro. Porém, a bola passou em frente ao gol, sem ninguém completar. Na sequência do lance, a Espanha ainda tentou, mas Pedro chutou para fora.
Somente aos 16 minutos a Alemanha apareceu, timidamente. Arne Friedrich cruzou da esquerda, e Miroslav Klose tentou finalizar de primeira. Porém, o voleio saiu torto, e a bola foi para fora.
Mas a pressão espanhola continuou. Aos 18, Iniesta fez lançamento da esquerda, e a bola passou direto pela área. Sergio Ramos reclamou por ter sido derrubado na área e pediu pênalti, mas o árbitro húngaro Viktor Kassai nada deu. E, aos 23, David Villa recebeu pela direita, entrou na área com a bola dominada e mandou chute rasteiro, para a defesa de Neuer.
Não tendo marcado gols, o time de Vicente del Bosque quase permitiu que a Alemanha abrisse o placar, aos 24 minutos. Na área, Lukas Podolski recebeu a bola, pela esquerda, e cruzou. Do outro lado, Toni Kroos completou de primeira, e Casillas fez grande defesa, impedindo que a Alemanha abrisse o placar.
Porém, não demoraria muito para que, finalmente, a Furia abrisse o placar. Aos 28 minutos, Xavi cobrou o escanteio da esquerda, e Puyol subiu bem na área, cabeceando no canto esquerdo de Neuer para abrir o placar.
Restou ao Nationalelf, então, atacar. Mario Gomez foi colocado na vaga de Sami Khedira, e o time de Joachim Löw começou a apelar para os cruzamentos. Porém, oferecia contra-ataque à Espanha. E o oponente quase aproveitava as chances. Mas perdeu uma, talvez a principal delas, de modo incrível: aos 36 minutos, Pedro recebeu a bola, livre, no meio-campo. Caminhou até a área, mas acabou diminuindo o passo, tentou dribles, e perdeu a bola para Friedrich.
A insistência germânica continuava: aos 40 minutos, Schweinsteiger arriscou chute, mas a bola bateu na defesa. Na resposta, a Espanha contra-atacou: aos 44, Fernando Torres (substituto de David Villa) entrou pela área e tentou o chute, mas Friedrich evitou. E a Espanha, segurando a bola no campo de ataque e repelindo os cruzamentos, garantiu a final inédita. E um campeão inédito para a Copa do Mundo.
Ficha técnica
Alemanha 0x1 Espanha
Local: Estádio Moses Mabhida, Durban
Data: 07/07, quarta-feira
Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Público: 60.960
Gols: Carles Puyol aos 28'/2T (Espanha)
Alemanha
1-Manuel Neuer, 16-Philipp Lahm, 3-Arne Friedrich, 17-Per Mertesacker e 20-Jérôme Boateng (2-Marcell Jansen aos 7'/2T); 6-Sami Khedira (23-Mario Gomez aos 36'/2T) e 7-Bastian Schweinsteiger; 15-Piotr Trochowski (18-Toni Kroos aos 17'/2T), 8-Mesut Özil e 10-Lukas Podolski; 11-Miroslav Klose. Técnico: Joachim Löw.
Espanha
1-Iker Casillas, 15-Sergio Ramos, 3-Gerard Piqué, 5-Carles Puyol e 11-Joan Capdevila; 16-Sergio Busquets e 14-Xabi Alonso (4-Carlos Marchena aos 48'/2T); 6-Andrés Iniesta, 8-Xavi Hernández e 18-Pedro Rodríguez (21-David Silva aos 40'/2T); 7-David Villa (9-Fernando Torres aos 36'/2T). Técnico: Vicente del Bosque.
Trivela.com
Foto: Getty Images
domingo, 27 de junho de 2010
Alemanha dá show e manda os ingleses embora
No jogo mais incrível da Copa do Mundo até agora, a Alemanha venceu a Inglaterra por 4 a 1 e conseguiu classificação para as quartas de final do Mundial. Miroslav Klose, Lukas Podolski e Thomas Müller (duas vezes) marcaram os gols alemães. Matthew Upson fez para o English Team. Além dos gols, a partida ficou marcada também por um erro crasso da arbitragem, que não validou um gol claro de Frank Lampard.
A seleção da Alemanha começou muito bem na partida e criou a primeira grande chance aos quatro minutos, quando Mesut Özil recebeu bola na área e chutou para grande defesa de David James, que mandou para escanteio. A partida continuou com os alemães em cima e aos 20 minutos veio o primeiro gol.
O goleiro Manuel Neuer cobrou tiro de meta e, após zaga da falha inglesa, a bola sobrou para Miroslav Klose, de frente para James, tocar de carrinho e tirar do goleiro para abrir o placar. Foi o 12º gol de Klose na história das Copas, mesma marca de Pelé. O alemão está a três gols de igualar a marca de Ronaldo, maior artilheiro na história dos mundiais.
Só aos 25 minutos a Inglaterra chegou com mais perigo no gol alemão. Gareth Barry chutou para segura defesa de Neuer. Aos 30 minutos, a Alemanha quase ampliou. Thomas Müller rolou para Klose que, na cara do gol, chutou. James defendeu com os pés.
Dois minutos depois, porém, o goleiro inglês não conseguiu evitar o segundo gol da Alemanha. Müller deu bom passe para Lukas Podolski que, de esquerda, chutou para ampliar. Depois do segundo gol alemão, o English Team melhorou muito no jogo. Aos 34’ James Milner cruzou rasteiro e Frank Lampard dividiu com Neuer. A bola ainda passou pelo goleiro alemão, mas Philipp Lahm tirou antes que a bola entrasse.
Aos 37 minutos veio o gol inglês. Steven Gerrard cruzou e Upson se antecipou ao goleiro Neuer e cabeceou para o gol. O gol deu ainda mais emoção ao jogo e o empate só não aconteceu no minuto seguinte devido a um erro crasso de arbitragem. Lampard chutou da entrada da área, a bola bateu no travessão e entrou bastante no gol antes de sair. Mas o árbitro Jorge Larrionda não marcou o gol claro.
O fim do primeiro tempo foi bastante intenso, com a Inglaterra melhor. E a segunda etapa começou da mesma forma. Aos três minutos, Gerrard chutou bem de fora da área e a bola passou perto do gol de Neuer. Em seguida, Lampard cobrou uma falta muito forte e a bola explodiu no travessão. O bombardeio continuou com Gerrard, que em seguida deu dois chutes para o gol alemão. Sem sucesso.
Só aos 14 minutos a Alemanha conseguiu ser perigosa, em batida de Müller para fora do gol. A bola de Bastian Schweinsteiger também passou para fora com muito perigo três minutos depois. O Enhlish Team ficava no ataque e dava alguns contra-ataques para a Alemanha. E foi assim que saiu o terceiro gol alemão.
Schweinsteiger armou o contragolpe e rolou para Müller, aos 22 minutos, fazer o terceiro gol da Alemanha. Três minutos depois, Müller marcou o quarto gol alemão em novo contra-ataque. Özil puxou a jogada pela direita e rolou para o jogador o Bayern de Munique rolar para o gol livre de marcação.
Os dois gols em seguida da Alemanha mataram o ritmo da Inglaterra no jogo. O English Team se perdeu em campo e não conseguiu mais criar grandes oportunidades para diminuir. A Alemanha, por sua vez, controlou o tempo e segurou o placar. Foi a derrota com maior diferença de gols da Inglaterra na história das Copas. Nas quartas de final, a equipe enfrentará o vencedor de Argentina e México, que se enfrentam ainda neste domingo, às 15h30.
Ficha técnica
Alemanha 4x1 Inglaterra
Local: Estádio Free State, Bloemfontein
Data: 26/06, domingo
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Público: 40.500
Gols: Miroslav Klose aos 20’/1T, Lukas Podolski aos 32’/1T, Thomas Müller aos 22’/2T e aos 25’/2T (Alemanha); Matthew Upson aos 37’/1T (Inglaterra).
Cartões Amarelos: Arne Friedrich (Alemanha); Glen Johnson (Inglaterra)
Alemanha
1-Manuel Neuer, 16-Philipp Lahm, 3-Arne Friedrich, 17-Per Mertesacker e 20-Jérôme Boateng; 6-Sami Khedira e 7-Bastian Schweinsteiger; 13-Thomas Müller (15-Piotr Trochowski aos 27’/2T), 8-Mesut Özil (9- Stefan Kiessling aos 37’/2T) e 10-Lukas Podolski; 11-Miroslav Klose (23-Mario Gomez aos 27’/2T). Técnico: Joachim Löw.
Inglaterra
1-David James, 2-Glen Johnson (17-Shaun Wright-Phillips aos 42’/2T), 15-Matthew Upson, 6-John Terry e 3-Ashley Cole; 16-James Milner (11-Joe Cole aos 19’/2T), 8-Frank Lampard, 14-Gareth Barry e 4-Steven Gerrard; 10-Wayne Rooney e 19-Jermain Defoe (21-Emile Heskey aos 26’/2T). Técnico: Fabio Capello.
Foto: AP
Trivela.com
A seleção da Alemanha começou muito bem na partida e criou a primeira grande chance aos quatro minutos, quando Mesut Özil recebeu bola na área e chutou para grande defesa de David James, que mandou para escanteio. A partida continuou com os alemães em cima e aos 20 minutos veio o primeiro gol.
O goleiro Manuel Neuer cobrou tiro de meta e, após zaga da falha inglesa, a bola sobrou para Miroslav Klose, de frente para James, tocar de carrinho e tirar do goleiro para abrir o placar. Foi o 12º gol de Klose na história das Copas, mesma marca de Pelé. O alemão está a três gols de igualar a marca de Ronaldo, maior artilheiro na história dos mundiais.
Só aos 25 minutos a Inglaterra chegou com mais perigo no gol alemão. Gareth Barry chutou para segura defesa de Neuer. Aos 30 minutos, a Alemanha quase ampliou. Thomas Müller rolou para Klose que, na cara do gol, chutou. James defendeu com os pés.
Dois minutos depois, porém, o goleiro inglês não conseguiu evitar o segundo gol da Alemanha. Müller deu bom passe para Lukas Podolski que, de esquerda, chutou para ampliar. Depois do segundo gol alemão, o English Team melhorou muito no jogo. Aos 34’ James Milner cruzou rasteiro e Frank Lampard dividiu com Neuer. A bola ainda passou pelo goleiro alemão, mas Philipp Lahm tirou antes que a bola entrasse.
Aos 37 minutos veio o gol inglês. Steven Gerrard cruzou e Upson se antecipou ao goleiro Neuer e cabeceou para o gol. O gol deu ainda mais emoção ao jogo e o empate só não aconteceu no minuto seguinte devido a um erro crasso de arbitragem. Lampard chutou da entrada da área, a bola bateu no travessão e entrou bastante no gol antes de sair. Mas o árbitro Jorge Larrionda não marcou o gol claro.
O fim do primeiro tempo foi bastante intenso, com a Inglaterra melhor. E a segunda etapa começou da mesma forma. Aos três minutos, Gerrard chutou bem de fora da área e a bola passou perto do gol de Neuer. Em seguida, Lampard cobrou uma falta muito forte e a bola explodiu no travessão. O bombardeio continuou com Gerrard, que em seguida deu dois chutes para o gol alemão. Sem sucesso.
Só aos 14 minutos a Alemanha conseguiu ser perigosa, em batida de Müller para fora do gol. A bola de Bastian Schweinsteiger também passou para fora com muito perigo três minutos depois. O Enhlish Team ficava no ataque e dava alguns contra-ataques para a Alemanha. E foi assim que saiu o terceiro gol alemão.
Schweinsteiger armou o contragolpe e rolou para Müller, aos 22 minutos, fazer o terceiro gol da Alemanha. Três minutos depois, Müller marcou o quarto gol alemão em novo contra-ataque. Özil puxou a jogada pela direita e rolou para o jogador o Bayern de Munique rolar para o gol livre de marcação.
Os dois gols em seguida da Alemanha mataram o ritmo da Inglaterra no jogo. O English Team se perdeu em campo e não conseguiu mais criar grandes oportunidades para diminuir. A Alemanha, por sua vez, controlou o tempo e segurou o placar. Foi a derrota com maior diferença de gols da Inglaterra na história das Copas. Nas quartas de final, a equipe enfrentará o vencedor de Argentina e México, que se enfrentam ainda neste domingo, às 15h30.
Ficha técnica
Alemanha 4x1 Inglaterra
Local: Estádio Free State, Bloemfontein
Data: 26/06, domingo
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Público: 40.500
Gols: Miroslav Klose aos 20’/1T, Lukas Podolski aos 32’/1T, Thomas Müller aos 22’/2T e aos 25’/2T (Alemanha); Matthew Upson aos 37’/1T (Inglaterra).
Cartões Amarelos: Arne Friedrich (Alemanha); Glen Johnson (Inglaterra)
Alemanha
1-Manuel Neuer, 16-Philipp Lahm, 3-Arne Friedrich, 17-Per Mertesacker e 20-Jérôme Boateng; 6-Sami Khedira e 7-Bastian Schweinsteiger; 13-Thomas Müller (15-Piotr Trochowski aos 27’/2T), 8-Mesut Özil (9- Stefan Kiessling aos 37’/2T) e 10-Lukas Podolski; 11-Miroslav Klose (23-Mario Gomez aos 27’/2T). Técnico: Joachim Löw.
Inglaterra
1-David James, 2-Glen Johnson (17-Shaun Wright-Phillips aos 42’/2T), 15-Matthew Upson, 6-John Terry e 3-Ashley Cole; 16-James Milner (11-Joe Cole aos 19’/2T), 8-Frank Lampard, 14-Gareth Barry e 4-Steven Gerrard; 10-Wayne Rooney e 19-Jermain Defoe (21-Emile Heskey aos 26’/2T). Técnico: Fabio Capello.
Foto: AP
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sábado, 19 de junho de 2010
Com ajuda do goleiro, Holanda vence o Japão
A Holanda voltou a ser dona da partida, mais uma vez teve dificuldades para finalizar com perigo e, de novo, contou com a ajuda do adversário para ganhar. Só que a Laranja Mecânica conseguiu seu objetivo e conquistou a segunda vitória na Copa do Mundo de 2010, o que a deixou muito próxima das oitavas de final. A vítima da vez foi o Japão, que brigou até o fim, mas acabou derrotado por 1 a 0, gol de Sneijder, em Durban, pelo grupo E.
Com seis pontos, a Holanda se isola na liderança do grupo e está praticamente classificada. Ela pode comemorar a vaga às oitavas de final ainda neste sábado caso haja um empate ou a Dinamarca vença Camarões no jogo das 15h30 (de Brasília). Já o Japão segue na briga, mas precisará de uma vitória sobre a Dinamarca na última rodada para não depender do resultado do duelo entre Holanda e Camarões.
A história do jogo contra a Dinamarca se repetiu. Ao contrário das declarações na véspera, o Japão aceitou sua inferioridade técnica e deixou a Holanda tomar a iniciativa. Só que os europeus não transformaram o domínio em chances de gol. Assim, o primeiro tempo foi muito, mas muito sonolento.
Ao todo, foram oito finalizações, sendo que os goleiros dos dois times não tiveram trabalho algum. A Holanda chegou a ficar com 76% de posse de bola nos primeiros 20 minutos, só que não conseguiu furar o bloqueio de 10 japoneses no campo de defesa e praticamente não chegou à área adversária.
O Japão praticamente abdicou do ataque para se preocupar com a marcação e todos os jogadores fizeram o que prometeram: correram muito, sem desistir de um lance sequer. Ao fim, os asiáticos até que se arriscaram um pouco mais, sem dar muito susto. E os holandeses, apáticos, não chegaram nem perto do gol.
Logo na volta do intervalo, a Holanda resolveu forçar mais. Assim como na estreia, os holandeses criaram em 10 minutos mais do que todo o primeiro tempo e, novamente, contaram com a colaboração dos adversários para abrir o placar. O time já conseguia chegar mais perto da meta quando Sneijder teve liberdade para receber sozinho e soltar a bomba de fora da área para fazer 1 a 0. O goleiro Kawashima foi mal na bola e aceitou o chute.
Após o gol, o Japão resolveu sair da defesa e foi em busca do empate. Chegou a criar algumas oportunidades, mas nada de espetacular. Enquanto isso, a Holanda recuou um pouco, mas manteve a tranquilidade para trocar passes e ficar com a posse de bola.
A Holanda estava satisfeita com o placar e cozinhou a partida até levá-la ao fim. De um atacante, o Japão passou a ter três, mas não teve forças para pressionar o adversário. Os europeus ainda tiveram outras duas chances de ampliar, mas Afellay perdeu ambas. E os japoneses desperdiçaram uma ótima oportunidade quando Okazaki isolou. O 1 a 0 ficou de bom tamanho.
FICHA TÉCNICA:
HOLANDA 1 X 0 JAPÃO
Estádio: Estádio de Durban, em Durban, África do Sul
Data/hora: 19/6/2010 - 8h30 (de Brasília)
Árbitro: Héctor Baldassi (ARG)
Auxiliares: Hernán Maidana (ARG) e Ricardo Casas (ARG)
Público: 62.010 pagantes
Cartão Amarelo: Van der Wiel (HOL)
Cartão Vermelho: -
Gols: Sneijder, 7'/2ºT (1-0);
HOLANDA: Stekelenburg, Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; Van Bommel, De Jong e Sneijder (Afellay, 36'/2ºT); Kuyt, Van der Vaart (Elia, 26'/2ºT) e Van Persie (Huntelaar, 41'/2ºT). Técnico: Bert van Marwijk.
JAPÃO: Kawashima, Nagatomo, Nakazawa, Túlio Tanaka e Komano; Abe, Hasebe (Okazaki, 31'/2ºT), Endo, Matsui (Nakamura, 18'/2ºT) e Okubo (Tamada, 31'/2ºT); Honda. Técnico: Takeshi Okada.
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Foto: AP
Com seis pontos, a Holanda se isola na liderança do grupo e está praticamente classificada. Ela pode comemorar a vaga às oitavas de final ainda neste sábado caso haja um empate ou a Dinamarca vença Camarões no jogo das 15h30 (de Brasília). Já o Japão segue na briga, mas precisará de uma vitória sobre a Dinamarca na última rodada para não depender do resultado do duelo entre Holanda e Camarões.
A história do jogo contra a Dinamarca se repetiu. Ao contrário das declarações na véspera, o Japão aceitou sua inferioridade técnica e deixou a Holanda tomar a iniciativa. Só que os europeus não transformaram o domínio em chances de gol. Assim, o primeiro tempo foi muito, mas muito sonolento.
Ao todo, foram oito finalizações, sendo que os goleiros dos dois times não tiveram trabalho algum. A Holanda chegou a ficar com 76% de posse de bola nos primeiros 20 minutos, só que não conseguiu furar o bloqueio de 10 japoneses no campo de defesa e praticamente não chegou à área adversária.
O Japão praticamente abdicou do ataque para se preocupar com a marcação e todos os jogadores fizeram o que prometeram: correram muito, sem desistir de um lance sequer. Ao fim, os asiáticos até que se arriscaram um pouco mais, sem dar muito susto. E os holandeses, apáticos, não chegaram nem perto do gol.
Logo na volta do intervalo, a Holanda resolveu forçar mais. Assim como na estreia, os holandeses criaram em 10 minutos mais do que todo o primeiro tempo e, novamente, contaram com a colaboração dos adversários para abrir o placar. O time já conseguia chegar mais perto da meta quando Sneijder teve liberdade para receber sozinho e soltar a bomba de fora da área para fazer 1 a 0. O goleiro Kawashima foi mal na bola e aceitou o chute.
Após o gol, o Japão resolveu sair da defesa e foi em busca do empate. Chegou a criar algumas oportunidades, mas nada de espetacular. Enquanto isso, a Holanda recuou um pouco, mas manteve a tranquilidade para trocar passes e ficar com a posse de bola.
A Holanda estava satisfeita com o placar e cozinhou a partida até levá-la ao fim. De um atacante, o Japão passou a ter três, mas não teve forças para pressionar o adversário. Os europeus ainda tiveram outras duas chances de ampliar, mas Afellay perdeu ambas. E os japoneses desperdiçaram uma ótima oportunidade quando Okazaki isolou. O 1 a 0 ficou de bom tamanho.
FICHA TÉCNICA:
HOLANDA 1 X 0 JAPÃO
Estádio: Estádio de Durban, em Durban, África do Sul
Data/hora: 19/6/2010 - 8h30 (de Brasília)
Árbitro: Héctor Baldassi (ARG)
Auxiliares: Hernán Maidana (ARG) e Ricardo Casas (ARG)
Público: 62.010 pagantes
Cartão Amarelo: Van der Wiel (HOL)
Cartão Vermelho: -
Gols: Sneijder, 7'/2ºT (1-0);
HOLANDA: Stekelenburg, Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; Van Bommel, De Jong e Sneijder (Afellay, 36'/2ºT); Kuyt, Van der Vaart (Elia, 26'/2ºT) e Van Persie (Huntelaar, 41'/2ºT). Técnico: Bert van Marwijk.
JAPÃO: Kawashima, Nagatomo, Nakazawa, Túlio Tanaka e Komano; Abe, Hasebe (Okazaki, 31'/2ºT), Endo, Matsui (Nakamura, 18'/2ºT) e Okubo (Tamada, 31'/2ºT); Honda. Técnico: Takeshi Okada.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Classificados para a Copa 2010
Confira os classificados para a Copa 2010:
Europa
Inglaterra
Dinamarca
Holanda
Portugal
Alemanha
França
Itália
Espanha
Suíça
Eslovênia
Sérvia
Eslováquia
Grécia
América do Sul
Brasil
Argentina
Chile
Paraguai
Uruguai
América do Norte e Central
Estados Unidos
México
Honduras
África
Argélia
Gana
Nigéria
Camarões
Costa do Marfim
África do Sul
Ásia
Coréia do Sul
Coréia do Norte
Japão
Austrália
Oceania
Nova Zelândia
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Grécia surpreende Ucrânia e se classifica para Copa 2010
DONETSK, Ucrânia (Reuters) - A Grécia se classificou para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul com uma vitória de 1 x 0 contra a Ucrânia nesta quarta-feira, graças a um gol no primeiro tempo de Dimitris Salpigidis.A vitória deu à Grécia uma vantagem de 1 x 0 no placar agregado, após o empate sem gols no jogo de ida da repescagem, em Atenas, quatro dias atrás.
A Ucrânia pressionou os adversários pela maior parte do jogo e perdeu boas chances de abrir o marcador com o ex-atacante do Milan Andriy Shevchenko e Olexandr Aliev, mas foram os visitantes que fizeram o gol da vitória.
O atacante Giorgos Samaras abriu a defesa da Ucrânia com um passe aos 32 minutos para Salpigidis, que bateu o goleiro Andriy Pyatov com chute a oito metros.
O resultado classifica a Grécia apenas para sua segunda Copa do Mundo na história.
Reuters
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