sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Iniesta é eleito o melhor da Europa


A noite de gala do futebol europeu não reservou somente o sorteio da Liga dos Campeões 2012/13. A Uefa aproveitou a ocasião para anunciar o melhor jogador do continente na temporada 2011/12. E o escolhido foi Andrés Iniesta, que superou Lionel Messi e Cristiano Ronaldo na disputa final.

A eleição foi realizada durante o evento. Jornalistas representantes dos 53 países filiados à Uefa fizeram suas indicações na sede da entidade e coroaram o meia do Barcelona. O espanhol venceu de forma apertada, recebendo 19 votos. Cristiano Ronaldo e Lionel Messi ficaram empatados na segunda colocação, com 17 votos cada.

Esta é a primeira vez que Iniesta recebe o prêmio. Em 2010/11, o meia ficou na quarta colocação, atrás de Lionel Messi, Xavi e Cristiano Ronaldo. Campeão da Euro 2012 e eleito o melhor jogador da competição, o espanhol disputou 13 partidas pela Fúria na última temporada. Já pelo Barcelona, foram 47 partidas, anotando oito gols e servindo 13 assistências. Com os blaugranas, o jogador venceu a Copa do Rei, a Supercopa da Espanha, a Supercopa da Europa e o Mundial de Clubes.

A lista do prêmio ainda contava com os nomes de outros sete jogadores, eliminados após votação preliminar: Andrea Pirlo (Juventus), Xavi (Barcelona), Iker Casillas (Real Madrid), Didier Drogba (Chelsea), Petr Cech (Chelsea), Radamel Falcao García (Atlético de Madrid) e Mesut Özil (Real Madrid).

Trivela / http://trivela.uol.com.br
http://www.fcbarcelona.com/

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Real Madrid vence Barcelona e conquista Supercopa

Justo no momento em que o Barcelona poderia empatar no número de títulos oficiais, o Real Madrid desbancou os rivais na final da Supercopa da Espanha, e abriram 75 a 73 após a vitória de 2 a 1 desta quarta-feira, no Santiago Bernabéu. Falhas de três jogadores do setor defensivo dos catalães acabaram sendo decisivos para a conquista merengue.

Mascherano e Piqué falharam, um em cada gol, e Adriano foi expulso ainda no primeiro tempo. E aquela falha de Valdés na primeira partida, em que praticamente deu o gol a Di María, acabou sendo decisiva.

Agora, o Real tem 88 vitórias no confronto direto, contra 87 do Barça, e dois títulos oficiais a mais no geral.

O jogo

O primeiro tempo foi cheio de surpresas. O primeiro começou na escalação. De última hora, o lateral Daniel Alves foi vetado, sentiu dores na perna esquerda, e Jordi Alba entrou em seu lugar, com Adriano sendo deslocado para o lado direito. E parece que o Barça sentiu a falta do brasileiro. O Real Madrid fez um verdadeiro massacre durante 40 minutos.

Logo no primeiro minuto já chegou na área adversária, mas Higuaín isolou. Serviu só para mostrar disposição. Mas a pressão seria grande, José Mourinho armou uma blitz daquelas que costumam dar certo por pelo menos alguns minutos, mas nem sempre garantem a vitória.

E ele conseguiu o que queria: forçar erros do Barcelona. Marcelo já tinha obrigado Valdés a trabalhar, mas depois, Mascherano falhou. O argentino furou uma bola incrível, e sobrou para o seu compatriota Higuaín. O atacante teve calma suficiente para abrir o placar. E depois foi a vez de Piqué.

Até agora o zagueiro não entendeu o que aconteceu. A bola veio alta para Cristiano Ronaldo, que deu um toque de calcanhar que misturou habilidade e uma boa dose de sorte. Ele acabou ficou na cara do goleiro catalão, que ainda tocou na bola antes de entrar.
O Real estava absoluto na partida, controlava o jogo, não deixava o Barcelona sair de seu campo de defesa e praticar seu jogo. As principais estrelas estavam escondidas. Até que veio mais um lance decisivo: a expulsão de Adriano. Cristiano Ronaldo recebeu lançamento em contra-ataque, o brasileiro era o último homem e segurou o português.

Os merengues tiveram novas chances, mas aos poucos os blaugranas controlaram os ânimos. Mas começaram a jogar mesmo aos 40 minutos, quando Iniesta começou a levar o time ao ataque. E o gol veio rápido. Falta na intermediária, e Messi cobrou com perfeição. Muita emoção no primeiro tempo, que prometia que viria ainda mais na etapa final.

Segundo tempo

Mas os primeiros minutos foram um pouco mais frios do que o esperado. Nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, nada de importante aconteceu. O Barcelona começou a esquentar logo depois disso, quase que Pedro fez um golaço. Recebeu um lançamento de Mascherano de pelo menos 40 metros, dominou com a esquerda, e chutou com a direita, sem nem deixar cair no chão. Lance de pura habilidade. Mas Casillas saiu nos pés do atacante.

O Barça não manteve o ímpeto. Era complicado manter o ritmo com um a menos. O Real começou a levar o jogo com calma, tocar a bola, e sair na boa. Até teve boa chance em jogada individual, sendo mais rápido que quatro marcadores, mas não passou por Valdés. O desespero começou a bater nos visitantes, tanto que Iniesta arriscou do meio de campo.

Para tentar sacudir o time e levá-lo adiante com a promoção da estreia de Song. Logo depois, mesmo sem a participação do camaronês, um dos lances de mais perigo do Barcelona. Alba recebeu lançamento longo, tentou driblar Casillas, mas Sergio Ramos foi mais rápido do que todos e salvou. A resposta do Real poderia ter terminado o jogo ali mesmo. Recebeu em posição legal e ficou na frente de Valdés, que deu um leve toque na bola, que bateu na trave e foi para fora.

O Real teve algumas boas chances na reta final, mas foi o Barça que levou pressão. Messi deu bom lançamento para Tello, que chutou em cima de Casillas. Logo depois, o argentino arriscou de fora, mas foi para fora.

FICHA TÉCNICA

REAL MADRID 2X1 BARCELONA

REAL MADRID: Casillas, Arbeloa, Pepe, Sergio Ramos e Marcelo; Khedira, Xabi Alonso e Özil (Modric, 37'/2ºT); Di María (Callejón, 33'/2ºT), Cristiano Ronaldo e Higuaín (Benzema, 36'/2ºT). Técnico: José Mourinho

BARCELONA: Valdés, Adriano, Piqué, Mascherano e Alba; Busquets (Song, 29'/2ºT), Xavi e Iniesta; Pedro (Tello, 36'/1ºT), Messi e Sánchez (Montoya, 31'/1ºT). Técnico: Tito Vilanova

Local: Santiago Bernabéu, em Madri (ESP)
Data-hora: 29/08/2012, às 17h30 (de Brasília)
Árbitro: Mateu Lahoz (ESP)
Cartões amarelos: Mascherano (BAR), Pepe (REA), Arbeloa (REA), Piqué (BAR), Khedira (REA), Sergio Ramos (REA), Xabi Alonso (REA)
Cartão vermelho: Adriano (BAR)
Gols: Higuaín (10'/1ºT), Cristiano Ronaldo (18'/1ºT) e Messi (44'/1ºT)

Lancepress
Real Madrid Club de Fútbol / http://www.realmadrid.com/

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Morre aos 74 anos o ex-goleiro Félix, campeão do mundo na Copa de 1970


O Fluminense está de luto. Faleceu na manhã desta sexta-feira, 24, o ex-goleiro Félix Mielli Venerando, ídolo da torcida tricolor e ex-goleiro da Seleção Brasileira de Futebol campeã mundial de 1970. Ele estava internado no Hospital Vitória, em São Paulo, e morreu, aos 74 anos, vítima de pneumonia. Segundo boletim médico do hospital, Félix estava internado desde o último dia 18 de agosto, por conta de uma doença pulmonar obstrutiva crônica.

O clube decretou luto oficial de sete dias e todas as bandeiras do Tricolor devem ficar a meio mastro. No clássico deste sábado entre Fluminense e Vasco será respeitado um minuto de silêncio em homenagem ao ex-goleiro. Felix jogou 319 partidas pelo clube.

– O primeiro jogo que vi do Fluminense foi com o Félix no gol. O clube perde um de seus maiores ídolos, goleiro que foi referência para muitas gerações de torcedores. Ele ainda agarrava sem luvas, uma época romântica. Ele estava no time no início da Máquina Tricolor, um ídolo que honrou a camisa do Fluminense e a da Seleção Brasileira, titular do time que venceu a Copa do Mundo de 1970. Félix está eternizado na história do clube. Nos solidarizamos com a família, a quem enviamos nossos sentimentos – disse o presidente do Fluminense, Peter Siemsen.

Carreira no Fluminense

Félix chegou ao Fluminense em 1968, quando já tinha 30 anos. Quem pensava que sua carreira pudesse estar se encaminhando para o fim se enganou redondamente. O goleiro atuou por dez anos no clube e se tornou um dos mais vitoriosos da história tricolor. Ele conquistou o Campeonato Brasileiro de 1970, os cariocas de 1969, 1971, 1973, 1975 e a Taça Guanabara de 1975.

A leveza de seus voos atrás dos chutes adversários lhe rendeu o apelido de “papel”. Mas sua principal característica era a forte personalidade. Frio, não se abalava com falhas e logo em seguida já estava fazendo grandes defesas novamente.

Pela Seleção Brasileira, o goleiro disputou 47 partidas. Representando o Fluminense, Félix foi convocado para a sua única Copa do Mundo, a de 1970, e foi o goleiro titular da campanha do tricampeonato mundial. Ele ainda conquistou os títulos da Copa Rio Branco, em 1967, e da Copa Roca de 1971.

Félix também está eternizado na nova Sala de Troféus do Fluminense. Sua história faz parte do painel de principais jogadores que defenderam o clube.

http://www.fluminense.com.br
Foto: Arquivo FFC

Palmeiras e Adidas lançam nova camisa 3


A Adidas resgatou a história do Palmeiras no lançamento da terceira camisa da equipe para a temporada 2012/2013. A nova camisa é uma homenagem ao clube que manteve a sua tradição e história e nunca abandonou suas origens, mesmo após a troca de nome. Os três tons de verde, empregados no novo uniforme, são uma referência à cor característica do Palmeiras e as listras douradas, representam o tesouro alviverde. Na parte interna da gola, há a bandeira do Brasil e as inscrições Societá Sportiva Palestra Italia e Sociedade Esportiva Palmeiras.

O atacante argentino Hernán Barcos, que foi modelo no evento de apresentação, na Avenida Paulista, elogiou o novo manto palestrino e disse que espera conseguir ainda mais conquistas com esta camisa. “A camisa ficou muito bonita. Tomara que consigamos muitas vitórias com ela e que nos dê muita sorte para conquistarmos mais títulos.”

Em setembro de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo brasileiro determinou que todas as agremiações esportivas que tinham nomes estrangeiros teriam que mudar suas denominações. ComoPalestra é uma palavra de origem grega, a diretoria se viu obrigada a mudar o nome do clube.

O nome escolhido para a equipe alviverde foi Sociedade Esportiva Palmeiras. Alguns dias depois, o time disputou, contra o São Paulo Futebol Clube, o título do campeonato paulista daquele ano em uma partida épica. Ao entrar em campo, os jogadores estavam acompanhados de Adalberto Mendes, vice-presidente do clube e capitão do Exército, que carregava uma bandeira do Brasil. O estádio aplaudiu de pé o ato de respeito do Palmeiras ao país e com uma vitória por 3x1 sobre o rival, o Palestra Itália morreu líder e a Sociedade Esportiva Palmeiras nasceu campeã.

O novo uniforme conta com a tecnologia ClimaCool® e a estreia acontece neste sábado (25), em jogo contra a equipe do Santos, partida válida pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A tecnologia

A tecnologia ClimaCool® considera como e onde o corpo produz mais calor e suor, e coloca tecidos específicos nessas áreas para melhorar a ventilação do corpo e permitir que o atleta permaneça com a temperatura ideal do seu corpo.

Compra:

O novo uniforme do Palmeiras estará à venda a partir do dia 27/08 nas lojas adidas, lojas oficiais do Palmeiras e lojas de varejo esportivo. A camisa custará R$ 189,90 (sem número) e a infantil e feminina R$ 149,90 (sem número).

http://www.palmeiras.com.br/
Fabio Menotti/Palmeiras/Divulgação

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O Clube: Thurrock


Clube: Thurrock Football Club
Nome: Thurrock
Apelido: A frota
Cores: Vaerde e Amarelo
Ano de Fundação: 1985
Cidade: Grays
Estado:
País: Inglaterra
Estádio: Ship Lane
Lotação: 3.500
Web: http://www.thurrockfc.webs.com/
Material Esporivo:
Patrocínio: Direct Flooring
Títulos: 2 x Essex Senior Cup 2003-04, 2004-05
         1 x Essex Senior League 1987-88
         2 x Taça da Liga Essex Senior League 1986-87, 1987-88
         1 x Isthmian Liga 1991-1992
         1 x Taça da Liga Isthmian Liga 2003-04
Status: Conferência Sul (Equivalente a 6ª Divisão) - Copa da Inglaterra
Brasileiros:
Curiosidade: Conhecido como Purfleet até 2003

Milionário, um ano depois!


Depois de esperar quase um ano, a Blair Hinkle espera! Há alguns dias, soube-se que PokerStars comprou Full Tilt Poker e anunciou que todos os jogadores que tiveram ganhos terá todo o seu dinheiro. Assim, um jogador de póquer profissional vai finalmente tornar-se um milionário, um ano mais tarde.

Vamos tomar os fatos desde o início! Dois meses antes do «Black Friday» O Hinkle ganhou o Full Tilt Poker Online Poker Series (FTOPS) XIX Main Event, $ 1162950, mas até abril 15, de 2011, quando o Departamento de Justiça dos EUA fechou a Full Tilt Poker, não poderia obter um centavo.

Um ano depois, os jogadores Hinkle, e muitos outros vencedores aprendeu a boa notícia e espero em breve colocar em suas contas bancárias, dinheiro que lhes pertencem. Ele mostrou, no entanto, não assustados e continuou a desempenhar o seu favorito Jogos de póquer.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

O Clube: Boca Unidos


Clube: Boca Unidos de Argentina
Nome: Boca Unidos
Apelido: El Aurirrojo
Cores: Laranja e Amarelo
Ano de Fundação: 27 de julho de 1927 (84 anos)
Cidade: Corrientes
Estado:
País: Argentina
Estádio: José Antonio Romero Feris
Lotação: 17.000
Web: http://www.bocaunidos.org.ar
Material Esporivo: Kappa
Patrocínio: CETROGAR - MULTILED
Títulos: 1 x Torneo Argentino A 2008/09
Status: campeonato Argentino Segunda Divisão
Brasileiros:
Curiosidade: No final da temporada 2006-2007 o Boca foi promovido do Torneo Argentino B ao Torneo Argentino A. Em 21 de Junho de 2009, o clube foi promovido do Torneo Argentino A para a 2 ª divisão.

sábado, 18 de agosto de 2012

União da Polícia é campeão Boaviagense de futebol amador


 União Futebol Clube
 Sociedade Esportiva Galáticos
 Arbitragem da FCF
 Galáticos Vice-campeão
União da Polícia campeão
O União FC venceu a Sociedade Esportiva Galáticos por 2 a 0 e sagrou-se campeão municipal de Boa Viagem-CE. A partida foi realizada neste sábado (18/08/2012), no estádio Serjão, em Boa Viagem.

Com o resultado, o União da Polícia conquistou pela 1ª vez em sua história o Campeonato Boaviagense de futebol amador.

O campeonato foi realizado pela LBD - Liga Boaviagense de Desporto em parceria com a Secretaria de Esportes de Boa Viagem.

Roberto Feitosa / Bom de Gol

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Brasil vence Suécia na despedida do estádio Rasunda


O Rasunda é mesmo um estádio "do Brasil". Na reedição do duelo da final da Copa do Mundo de 1958, no amistoso comemorativo desta quarta-feira, a Seleção Brasileira venceu os donos da casa por 3 a 0 na despedida do palco em que conquistou o seu primeiro mundial. Os gols foram marcados por Leandro Damião e Alexandre Pato (dois).

Depois do pontapé inicial dado pelo atleta do século, Pelé, a partida começou movimentada. E quem dominou as ações logo de cara foi o Brasil. Com o estilo de jogo que Mano Menezes implementou, valorizando a posse de bola e variando os flancos, a Seleção não deu muitas chances para a Suécia.

No primeiro tempo, Neymar chegou a balançar as redes, mas o juiz, equivocadamente, anulou o gol alegando impedimento do camisa 11. Tudo bem, ele não ligou. Levou mais alguns minutos para deixa Leandro Damião em plenas condições de marcar. O camisa 9 não desperdiçou e mandou de cabeça para o gol.

Depois de o Brasil abrir o placar, ninguém chegou a ter chances muito claras de gol. Até que Mano Menezes começou a mexer no time e deu certo. Alexandre Pato entrou no lugar de Leandro Damião e definiu o placar. Fez o segundo do Brasil e primeiro dele no jogo num lance de oportunismo e, em seguida, sofreu pênalti que ele mesmo cobrou. 3 a 0 Brasil.

Além de Alexandre Pato, Dedé também entrou no jogo, no lugar de David Luiz, assim como Hulk e Lucas substituíram Oscar e Neymar, respectivamente.

SUÉCIA 0 X 3 BRASIL
Local: Estádio Rasunda, em Estocolmo (Suécia)
Árbitro: Viktor Kassai (Hungria)
Auxiliares: Robert Kispal (Hungria) e Tibor Vamos (Hungria)
Gols: Leandro Damião e Alexandre Pato, duas vezes

SUÉCIA
Isaksson; Larsson, Granqvist, Olsson e Safari; Wernbloom, Holmen, Elm (Svensson) e Wilhelmsson (Kacanikilic); Marcus Berg ( Husén) e Toivonen. Técnico: Erik Hamren

BRASIL
Gabriel, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz (Dedé) e Alex Sandro; Rômulo, Paulinho, Ramires e Oscar (Hulk); Neymar (Lucas) e Leandro Damião (Pato). Técnico: Mano Menezes.

Foto: Ricardo Stuckert / CBF
CBF / http://www.cbf.com.br/

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Parabéns! Portuguesa de Desportos completa 92 anos de fundação


Neste dia 14 de agosto, comemoram-se os 92 anos de fundação da nossa Associação Portuguesa de Desportos.

Uma das maiores colônias de imigrantes instalados na cidade de São Paulo sempre teve representações em diversos setores da sociedade. Na década de 1920, os portugueses se faziam representar no comércio, com a Câmara Portuguesa do Comércio, no serviço, com as padarias e em algumas profissões como farmacêuticos, feirantes e outros. Porém faltava à colônia lusitana expressividade dentro do meio esportivo.

Praticamente todos os times que existiam no início do século XX, e que representavam portugueses, eram times de várzea ou de segundo escalão. Devido ao sucesso da criação da Associação Atlética Portuguesa, na cidade de Santos, os patrícios paulistanos ficaram entusiasmados em repetir o feito na capital paulista e criar uma sociedade que efetivamente representasse os portugueses no futebol. Após algumas reuniões foi definida a fusão de cinco pequenos clubes da colônia; Portugal Marinhense, A.A.Marques de Pombal, E.C. Lusitano , A.A.Cinco de Outubro e Lusíadas F.C. e em 14 de agosto de 1920 estava definitivamente criada um dos maiores clubes brasileiros, a Associação Portuguesa de Desportos.

O início do clube foi difícil, com passos pequenos, pois para disputar seu primeiro campeonato paulista, a Lusa teve que fazer uma fusão com a Associação Atlética do Mackenzie College, um dos primeiros clubes de futebol no Brasil torneiro e estava em decadência. A equipe conhecida como Mackenzie-Portuguesa durou até 1923, quando a rubro-verde decidiu seguir sozinha sua caminhada. Durante esse período a Lusa teve diversas sedes, como o terceiro andar do prédio da Câmara Portuguesa de Comércio, na rua São Bento, 29B e o campo de futebol na rua Domingos Paiva, no bairro do Brás.

Após a batalha pela casa, o clube consegue adquirir as instalações da União Artística e Recreativa do Cambuci, onde inaugura em Janeiro de 1925, o famoso estádio da Rua Cesário Ramalho, testemunha dos primeiros grandes jogadores do clube, como o fenômeno Filó, primeiro brasileiro campeão mundial de futebol, pela Itália em 1932, ou o grande esquadrão de futebol que o clube teve em 1933, que tinha nas suas fileiras o grande Brandão, que depois foi ídolo no Corinthians.

O primeiro título do clube viria em 1935, contra o Ypiranga, no campeonato da Associação Paulista de Sports Athleticos. Na época o futebol paulista era dividido em duas entidades, a LPF- Liga Paulista do Futebol, iniciada por Corinthians e Palestra e a velha APEA que continuava a contar com Portuguesa, Ypiranga e outros times de menor expressão. O bicampeonato do paulistão viria novamente sobre o Ypiranga, em uma final que a Lusa aplicou um chocolate de 6 x 1.

A busca pela casa própria seguiria na década seguinte quando a associação lança um projeto para construção do seu futuro estádio e sede social em um terreno na avenida Tereza Cristina, no bairro do Ipiranga. Porém o sonho não foi adiante, pois o clube não dotava de valores para tal empreitada. Após isto, transfere-se para o Largo de São Bento, mandava seus jogos no Estádio do Pacaembu e treinava onde se localiza hoje o Parque do Ibirapuera ou no Campo da Light da Avenida do Estado.

Mesmo com condições precárias o clube passou nesta época pela sua fase mais célebre. Foi na década de 1950 que a Lusa foi bicampeã do torneio Rio São Paulo (1952-1955), torneio que na época era considerado o maior do país e conquistou por três vezes o título de fita-azul do futebol brasileiro (1951-1953-1954), conquista que era adquirida por um clube brasileiro que voltasse de uma excursão ao estrangeiro com mais de dez jogos invictos e dada pelo jornal A Gazeta Esportiva. Vale lembrar que a este time que contava entre outros com Djalma Santos, Julinho e Pinga foi base da seleção paulista e também alicerce da renovação da seleção brasileira.

Após a conquista de grandes títulos a Lusa voltava-se para conquistar seu antigo sonho de ter a casa própria, um local onde seus apaixonados pudessem se reunir e torcer pelo time do coração.

O clube que tinha sua sede no velho largo de São Bento e treinava no campo da Light, na avenida do Estado ou onde hoje fica o Parque do Ibirapuera vinha a certo tempo procurando um lugar para fixar-se. Após alguns contatos iniciais a diretoria lusitana acerta com Wadi Saddi, proprietário de um grande terreno no bairro do Canindé, a compra da sede atual. O local foi inicialmente sede de um clube da colônia alemã, mas devido ao advento da 2ª guerra mundial, as instalações foram repassadas para o São Paulo F. C. que construiu uma sede e um campo no local.

A partir da ocupação do Canindé pela Portuguesa diversas melhorias foram feitas. Construiu-se diversas arquibancadas de madeiras para o campo oficial, o que rendeu o famoso apelido de "Ilha da Madeira", estádio inaugurado em 11 de novembro de 1956, em um combinado Palmeiras/ São Paulo x Portuguesa. O estádio permaneceu no local até 1959 quando a diretoria do clube decidiu por em prática o plano de construção da sede social e do estádio de futebol.

Garra, luta, sagacidade e emoção marcavam a comunidade portuguesa na construção da primeira etapa do estádio, desta vez de concreto. Os pregos que eram usados na construção e que caiam ou ficavam retorcidos eram recolhidos pelos associados, consertados e no dia seguinte utilizados novamente na construção. O presidente da Lusa na época, o Dr. Oswaldo Teixeira Duarte, praticamente um visionário, não descansava enquanto não via o sonho se tornar realidade. Justo ele, que quando criança ficava junto com a mãe em um cesto nas Festa Joaninas que eram celebras no Campo da Cesário Ramalho no Cambuci e que ainda menino tinha prometido a si mesmo que não descansaria em ver o clube do coração com sua casa.

Em 09 de Janeiro de 1972, com um jogo de Portuguesa x Benfica é inaugurada a nova casa, que mais tarde seria ampliada e iluminada. O time luso, que na década de 1960 e início de 1970 freqüentava altos e baixos nas tabelas dos campeonatos que disputava, voltava a sagrar-se campeão paulista, em 1973, junto com o Santos de Pelé, após um erro de contagem de pênaltis do famoso juiz Armando Marques.

O público da partida, de mais de 100 mil pessoas é um dos maiores que até hoje o estádio do Morumbi recebeu. Em 1975, a Lusa voltaria novamente a uma final de campeonato, mas esbarra no São Paulo, fato que se repetiria em 1985.

Na década de 1990, a Lusa consegue aquilo que talvez seja o ponto máximo da sua história, sagra-se vice-campeã brasileira de futebol no ano de 1996 em uma campanha que superou-se pela garra dos seus jogadores.

Recentemente, o clube passou por mais um período de glória, sagrando-se campeão brasileiro da Série B no ano passado, resgatando o orgulho do torcedor lusitano que tem no seu coração a alegria de fazer parte de uma das maiores equipes de futebol do Brasil, seja por sua história, cheia de vitórias e conquistas, seja por sua força e tradição, pois com certeza, para nós, a Portuguesa será sempre um time campeão!

PARABÉNS PORTUGUESA!

Texto: Everton Calício

Associação Portuguesa de Desportos / http://www.portuguesa.com.br/

domingo, 12 de agosto de 2012

Porto bate Acadêmica e fatura Supercopa


Com um gol aos 45 do segundo tempo, o Porto bateu o Académica por 1 a 0 e assegurou o título da Supercopa de Portugal neste sábado no estádio municipal de Aveiro, na cidade do mesmo nome.

O herói do triunfo dos Dragões, maiores vencedores da história do torneio – que reúne os vencedores do Campeonato Português e da Taça de Portugal da última temporada - com 19 conquistas (12 a mais que o Sporting, segundo colocado), foi o atacante colombiano Jackson Martínez.

Recém-contratado junto ao Jaguares, o jogador fez sua estreia pelo Porto justamente na decisão e assegurou o triunfo aproveitando de cabeça um cruzamento de Miguel Lopes.

Ao todo, cinco brasileiros participaram do título neste sábado: o goleiro Hélton (capitão do time), o volante Fernando e o zagueiro Maicon foram titulares. O goleiro Fabiano e o atacante Kléber ficaram no banco de reservas.

GLOBOESPORTE.COM
Porto / http://www.fcporto.pt/

Bayern encerra jejum e leva Supercopa


O Bayern de Munique precisou de um começo avassalador e uma retranca no final da partida contra o Borussia Dortmund para se vingar das derrotas sofridas na última temporada para o rival. Com dois gols nos primeiros dez minutos de partida, o time bávaro se segurou na marcação e garantiu a vitória por 2 a 1, levantando a taça da Supercopa da Alemanha, torneio que abre a temporada 2012/2013 do futebol local.

Mais entrosado, o Bayern começou o jogo de forma bastante ofensiva e, após duas tentativas, marcou o primeiro gol logo aos seis minutos, com o recém-contratado Mario Mandzukic, e ampliou o marcador com Thomas Muller, aos dez. O Dortmund descontou apenas na segunda etapa, com Lewandowski, mas não teve forças para empatar o placar e levar o jogo para a prorrogação.

A vitória é um alento para o Bayern, que perdeu os dois torneios domésticos para o rival Dortmund, ficando em segundo no Campeonato Alemão, e perdendo a Copa da Alemanha com uma sonora goleada de 5 a 2 na final. Ao Borussia, resta a necessidade de readaptar o time após a saída de Shinji Kagawa, principal armador do meio-campo, para o começo da temporada alemã, no próximo dia 24.

O jogo - O primeiro gol do jogo saiu logo nos primeiros minutos, em pane da zaga do atual campeão alemão. O zagueiro Subotic falhou, e Ribery se aproveitou da desatenção de Hummels para tocar para Mandzukic, que só empurrou para o gol. É o primeiro tento do atacante croata em jogos oficiais pelo Bayern.

O gol sofrido deixou o Borussia Dortmund atordoado. Tanto que quatro minutos depois o time bávaro ampliou o placar com Thomas Muller, em jogada do holandês Robben, que recebeu de Mandzukic e chutou para o gol. No rebote do goleiro Weidenfeller, Muller completou e ampliou a vantagem da equipe de Munique.

A equipe amarela mostra que sente falta de um dos seus melhores jogadores na temporada 2011/2012, o japonês Shinji Kagawa (negociado com o Manchester United-ING). Tanto que a sua primeira chance de gol veio apenas aos 14 minutos, em jogada de Gundogan, que passou para a conclusão errada do polonês Lewandowski.

Após os dois gols-relâmpago, o jogo ficou mais equilibrado e disputado no meio do campo, com três cartões amarelos a partir dali – dois para o Bayern (Luis Gustavo e Can) e um para o Dortmund (Schmelzer), e poucas chances de gol até o final da primeira etapa.

No segundo tempo, o Borussia Dortmund chegou atacando e conseguiu uma chance logo aos quatro minutos, com Lewandowski mandando a bola na trave em uma jogada de Grosskreutz. Aos sete, Pisczcek chutou forte de fora da área, mas o goleiro Neuer defendeu com tranquilidade.

Após 19 minutos, o técnico do Borussia Dortmund, Jurgen Klopp, tentou mudar a partida colocando Mario Gotze e Perisic em campo, nos lugares de Leitner e Grosskreutz. No entanto, a entrada de Schieber no lugar de Kuba que alterou a partida. Novo em campo, o atleta fez jogada pela direita e cruzou para Lewandowski, que diminuiu o marcador aos 30 da etapa final em falha do recém contratado Dante, zagueiro brasileiro que dormiu na marcação no lance.

Sentindo o melhor momento do time rival, o técnico do Bayern Jupp Heynckes recuou o time, tirando Ribery para colocar o zagueiro Tymoshchuk, e também substituiu Robben pelo meia Shaqiri. Ao Dortmund, então, faltou força para furar a retranca bávara nos minutos restantes, garantindo o primeiro título do Bayern de Munique na temporada.

UOL / http://esporte.uol.com.br/
Bayern München / http://www.fcbayern.de/

Manchester City vence o Chelsea e conquista a Supercopa da Inglaterra


O Manchester City derrotou o Chelsea por 3 a 2 neste domingo e conquistou a Supercopa da Inglaterra, torneio que reúne o último campeão inglês (City) e o atual campeão da Copa da Inglaterra (Chelsea). A partida, disputada no Villa Park, em Birmingham, marcou a quarta vez que o City levou o título da Supercopa.

Apesar do placar movimentado, o primeiro gol da partida só foi sair depois de 40 minutos de jogo, marcado pelo Chelsea. O brasileiro Ramires fez boa jogada e tocou para Fernando Torres, que empurrou para a rede. Dois minutos depois, no entanto, Ivanovic fez uma falta grave em Kolarov e foi expulso, esfriando os ânimos do Chelsea.

A superioridade númerica fez com que o City voltasse mais confiante na segunda etapa. Assim, aos oito minutos, após falha de Terry, Yaya Touré deixou tudo igual para a equipe de Manchester.

Logo depois, Carlitos Tevez fez grande jogada individual e virou a partida para o City. Aos 20 minutos, Nasri recebeu cruzamento de Kolarov e ampliou para os atuais campeões ingleses.

Ainda deu tempo de Bertrand descontar para o Chelsea, aos 35 minutos, mas o gol da equipe londrina não foi o suficiente para tirar a taça da cidade de Manchester.


ESPN.com.br
Agência Gazeta Press
Manchester City / http://www.mcfc.co.uk/

sábado, 11 de agosto de 2012

Ortega anuncia aposentadoria aos 38 anos


Um dos principais ícones do River Plate ao longo duas últimas décadas, Ariel Ortega anunciou sua aposentadoria do futebol. Aos 38 anos de idade, o meia estava emprestado pelos Millonarios ao Defensores de Belgrano, que disputa a terceira divisão do futebol argentino. Nos últimos anos, o jogador sofreu com o alcoolismo, acumulando problemas disciplinares.

“Não é que tenha me cansado. É uma decisão muito importante na minha vida, porque o futebol é importante para mim. Creio que este é o momento. Falei com meu filho, comentei com meus pais e tomei a decisão. Chegou a hora de dizer basta. Fui privilegiado por ter dividido o campo com Maradona, Francescoli e Romário. São grandes coisas que o futebol me deu”, disse durante o anúncio.

Ortega reiterou sua vontade em realizar uma partida de despedida, vestindo as cores do River Plate: “Tomara que minha despedida possa acontecer no estádio Monumental. Seria algo maravilhoso para mim”.

Promovido aos profissionais do River em 1991, Ortega permaneceu em Núñez até 1996, quando partiu para o Valencia após a conquista da Copa Libertadores. O meia atuou por Sampdoria e Parma, antes de retornar aos Millonarios. Também passou pelo Fenerbahçe, antes de rodar por outros clubes argentinos, como Newell’s Old Boys, Independiente Rivadavia, All Boys e Defensores de Belgrano.

Já pela seleção argentina, o meia disputou 87 partidas oficiais, anotando 17 gols. Com a equipe nacional, Burrito disputou as Copas do Mundo de 1994, 1998 e 2002, além de ter conquistado a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 1996.

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México é campeão Olímpico, Brasil amarga a Prata


A agonizante busca pelo ouro olímpico perseguirá a seleção brasileira ao menos por mais quatro anos. A equipe de Mano Menezes teve fraca atuação na decisão dos Jogos Olímpicos de Londres e, pela terceira vez na história, precisou se contentar com a prata. Mais organizado na defesa e também mais competente no ataque, o México venceu a final por 2 a 1 e subiu ao topo do pódio em Wembley para receber o ouro.

Bastaram menos de 30 segundos para que os mexicanos saíssem em vantagem, com Oribe Peralta. Apertando a marcação, El Tri dificultava a saída de bola do Brasil, que mal conseguia trabalhar no campo de ataque. Percebendo a falta de efetividade do time, Mano Menezes trocou Alex Sandro por Hulk. Só a partir de então é que a seleção começou a criar oportunidades de gol.

No início do segundo tempo, o Brasil passou a sair ainda mais para o ataque. Até então apagado no jogo, Neymar começou a chamar a responsabilidade, assim como Oscar. Entretanto, as jogadas ficavam limitadas a iniciativas individuais, com pouca organização coletiva. Além disso, a pontaria dos brasileiros não era das melhores.

Compacto na defesa, o México passou a explorar os contra-ataques, encontrando o caminho para o ouro. Aos 20 minutos, Marco Fabián acertou o travessão e deu o primeiro aviso aos brasileiros, que seguiam muito expostos. Até que, após cobrança de falta, Oribe Peralta ampliou a diferença no placar.

O Brasil ainda conseguiu esquentar a partida aos 45, depois que Hulk fez o gol de honra. O tento deu novas esperanças à equipe, mas Oscar perdeu chance clara dentro da pequena área e os acréscimos não foram suficientes para o empate.

Destaque do jogo
Oribe Peralta. Um dos três jogadores acima da idade chamados pelo técnico Luis Fernando Tena, o atacante justificou a aposta. Apesar de não ter feito grandes aparições nos Jogos Olímpicos, o camisa 9 foi o nome da decisão. No primeiro gol, provou a qualidade na finalização. Já no segundo, o oportunismo e o senso de posicionamento foram fundamentais.

Momento-chave
A falha de Thiago Silva, aos 20 minutos do segundo tempo. Quando a seleção brasileira tentava reagir, uma bobeada do capitão quase permitiu que o México ampliasse, com Marco Fabián carimbando o travessão. Na sequência, a confiança da equipe desmoronou de vez e, após sucessão de erros, Peralta não perdoou.

Os gols
1’/1T – GOL DO MÉXICO! A seleção brasileira se complicou na saída de jogo e os mexicanos roubaram a bola de Sandro, após passe na fogueira de Rafael. Na entrada da área, Oribe Peralta recebeu e chutou rasteiro, vencendo Gabriel.

30’/2T – GOL DO MÉXICO! Cobrança de falta pelo lado esquerdo do ataque. Fabián cruzou na medida em direção à marca do pênalti e, livre de marcação, Oribe Peralta cabeceou para as redes.

45’/2T – GOL DO BRASIL! Leandro Damião ajeitou com o peito chutão vindo da defesa e deixou Hulk em boas condições. O atacante arrancou e chutou na saída de Corona.

Ficha técnica
Brasil 1×2 México

Local: estádio Wembley, em Londres (ING)
Data: 11/ago, sábado
Árbitro: Mark Clattenburg (ING)
Gols: Oribe Peralta, a 1’/1T e aos 30’/2T; Hulk, aos 45’/2T
Cartões amarelos: Marcelo e Leandro Damião (Brasil); Nestor Vidrio, Diego Reyes e Israel Jiménez (México)

Brasil
Gabriel, Rafael (Lucas, aos 39’/2T), Thiago Silva, Juan e Marcelo; Sandro (Alexandre Pato, aos 25’/2T) e Rômulo; Neymar, Oscar e Alex Sandro (Hulk, aos 31’/1T); Leandro Damião. Técnico: Mano Menezes.

México
Jesus Corona, Israel Jiménez (Nestor Vidrio, aos 36′/2T), Hiram Mier, Diego Reyes e Darvin Chávez ; Carlos Salcido e Jorge Enríquez; Javier Aquino (Miguel Ponce, aos 12’/2T), Marco Fabián e Héctor Herrera; Oribe Peralta (Raul Jimenez, aos 40’/2T). Técnico: Luis Fernando Tena


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