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domingo, 26 de abril de 2015

Remo derrota o Paysandu e é campeão da Taça Estado do Pará

O sonho continua. Na busca por uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série D, o Clube do Remo deu um importante passo rumo ao objetivo, vencendo o Paysandu por 2 a 1 na final do segundo turno e se garantindo na final da competição estadual contra o Independente.

No primeiro tempo, os dois começaram a mil e os gols começaram a fazer a festa do torcedor, dos dois lados. Primeiro o azulino, com Rafael Paty, após jogada de Sílvio. Aylon, de cabeça, colocou para dentro. 1 a 1. Já na etapa final, Rafael Paty, em uma falha da zaga do Papão, deu números finais ao confronto.

Após o apito final do árbitro, o torcedor remista soltou o grito de campeão da garganta. Agora, a vaga na Série D será disputada em jogo contra o Independente, que conquistou a primeira metade do campeonato. Em pararelo a isso, os azulinos ainda terão a decisão da Copa Verde contra o Cuiabá-MT.

Para o Paysandu, ficam a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro da Série B, principal competição do calendário alviceleste em 2015.

FICHA TÉCNICA: (Remo 2 x 1 Paysandu)

Remo: Fabiano; Ilaílson, Igor João, Max e Alex Ruan; Ameixa, Dadá, Eduardo Ramos e Bismark (Levy); Sílvio (Ratinho) e Rafael Paty (Val Barreto). Técnico: Cacaio.

Paysandu: Emerson; Yago Pikachu, Willian Alves, Marquinhos e Romário; Augusto Recife, Ricardo Capanema (Leandro Canhoto), Jhonnatan e Carlinhos (Leandro Carvalho); Aylon e Souza (Heber Santos). Técnico: Dado Cavalcanti

Cartões amarelos: Ilaílson e Levy (Remo) / Yago Pikachu, William Alves, Marquinhos, Romário e Augusto Recife

Cartão vermelho: Yago Pikachu (Paysandu)

Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira

Estádio: Mangueirão, (PA)

Foto: Carlos Fellip

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Brasília vence nos pênaltis o Paysandu e conquista a Copa Verde

Brasília vence nos pênaltis o Paysandu, após o jogo terminar 2 x 1 no tempo normal, e é campeão da Copa Verde. O título garante o Colorado na Sul-Americana do ano que vem.

Os times se estudaram muito em um primeiro tempo equilibrado. Enquanto o Brasília chegava bem com os chutes fortes de fora da área de Claudecir, o Paysandu respondia com Yago Pickachu. A melhor jogada só veio aos 37 minutos, quando Clécio entrou na área adversária, cortou o goleiro e chutou. Com o gol vazio, restou ao zagueiro Charles se arriscar tirando a bola com as mãos. Ele foi expulso e, na cobrança do pênalti, Gilmar bateu no meio do gol para marcar o primeiro gol do Colorado.

O Paysandu voltou melhor para o segundo tempo, mas ainda pecando na pontaria. E aos 9 minutos, em boa jogada de Fernando, que cortou dois defensores, Alekito chutou no alto para aumentar o placar para o Colorado. A frente no placar, o time continuou no ataque a acabou abrindo espaço para o Papão, que teve boas chances de marcar, mas precisou contar com a sorte. Aos 39 minutos, Leandro Carvalho chutou rasteiro, a bola bateu na trave e entrou: 2 x 1, resultado que leva o jogo para os pênaltis.

Nas cobranças, um drama. Empate na série regulamentar e, nas alternadas, o goleiro Artur defendeu a cobrança do Paysandu. Na vez do Brasília, o goleiro Matheus espalmou, mas a bola entrou devagar no gol: 7 x 6 e a vaga na Copa Sul-Americana é do Brasília.

Correio Braziliense / http://www.correiobraziliense.com.br/
Super Esportes / http://www.df.superesportes.com.br/

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Remo é campeão da Taça Cidade de Belém

Dia de alegria para a Nação Azulina! O Remo voltou aos bons tempos neste domingo (23), na decisão da Taça Cidade de Belém; dia de Re-Pa. O Leão, que já entrou com vantagem, jogando pelo empate, conquistou o resultado que precisava, de 1 a 1, e sagrou-se campeão do primeiro turno do Parazão!

Entraram em campo Fabiano; Levy, Carlinho Rech, Max e Alex Ruan; Dadá, Jhonnatan, Ilailson e Eduardo Ramos; Val Barreto e Ratinho. Rogélio e Thiago Potiguar estavam suspensos, e Leandrão lesionado, por isso não puderam jogar. Ramos assumiu a braçadeira de capitão.

O clássico Rei da Amazônia começou com os bicolores tentando a todo custo reverter a vantagem azulina, mas sem sucesso. Aos 27 minutos, Ratinho entra com velocidade na área, erra o chute, e Charles toca para Val Barreto que aproveita para colocar a bola na rede, fazendo o primeiro gol do jogo, para o Remo.

No segundo tempo, Zé Soares e Val Barreto perderam duas grandes oportunidades de gol. Aos 23 Charles Guerreiro faz a primeira substituição: sai Ilaílson; entra Rubran. Na seqüência, aos 27 minutos, Alex Ruan deixa o campo para entrada de Rodrigo Fernandes.

Aos 30 minutos, Yago Pikachu cobra escanteio, Zé Antônio desvia de cabeça e empata o jogo. Nos últimos  minutos, houve um princípio de briga em campo, mas nada abalou a festa que estava por vir.

Fim de jogo, aos 49 minutos: Clube do Remo é campeão da Taça Cidade de Belém. A fera está de volta!

Letícia Azevedo / Voxxi Comunicação  
Clube do Remo / http://www.clubedoremo.com.br/
Foto: Thiago Araújo / Agência Pará

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

PUMA apresenta uniformes para o centenário do Paysandu

 Camisa 1 do Paysandu
 Camisa 2 do Paysandu
Camisa 3 do Paysandu
A PUMA apresentou uniforme comemorativo ao centenário do Paysandu, que será utilizado durante toda a temporada de 2014. O Paysandu Sport Club completa 100 anos, no último domingo.

O Papão já estreou o novo uniforme, no último domingo, durante a partida contra o São Francisco, válida pela sétima rodada do Campeonato Paraense. O novo modelo será utilizado durante a disputa do campeonato paraense, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro.

Placar / http://placar.abril.com.br/

domingo, 19 de maio de 2013

Paysandu vence Paragominas e conquista 45º título estadual

 Paysandu venceu o Paragominas por 3 a 1 na noite deste domingo (19) no estádio Mangueirão, pela segunda partida da final do Campeonato Paraense 2013, e conquistou o 45º título Estadual da história.

FICHA TÉCNICA:

Paysandu: Zé Carlos; Pikachu, Bispo, Raul e Rodrigo Alvim; Vanderson, Ricardo Capanema (Billy), Djalma e Eduardo Ramos; João Neto (Iarley) e Rafael Oliveira. Técnico: Lecheva.

Paragominas: Maicky Douglas; Magno, San, Rubran e Carlinhos Maraú (Robinho); Critovão, Paulo de Társio, Marquinho e Lourinho (Eduardo); Adriano Miranda (Jayme) e Aleílson. Técnico: Charles Guerreiro.

Árbitro: Joelson Nazareno Ferreira Cardoso.

Auxiliares: Lucio Ipojucan Mattos e Luiz Diego Lopes.

Cartões amarelos: Rodrigo Alvin e Pikachu (PSC); Robinho (PFC)

Felipe Melo/DOL
Diário Online / http://www.diarioonline.com.br/

sábado, 10 de novembro de 2012

Paysandu está de volta à Série B em 2013


O grande dia finalmente chegou. Depois da tormenta amargando seguidas frustrações na Série C do Campeonato Brasileiro, o Papão teve mais uma oportunidade de subir ao segundo escalão do futebol nacional.

A chance disputada no Estádio Moacyrzão, em Macaé (RJ), contra o time que leva o nome da cidade, serviu para coroar o trabalho do técnico Lecheva ou deixar, mais uma vez, o gostinho de "quase" na torcida. Este "quase", no entanto, não teve vez. De forma heroica e dramática, o Papão garantiu a vaga na Série B 2013, após uma das derrotas mais saborosas de sua história, com o placar de 3 a 2 para o Macaé-RJ.

Com a vaga garantida, os comandados de Lecheva agora irão concentrar forças para a semifinal, encarando o Icasa-CE em duas partidas que dão acesso à chance de conquistar o título da Série C 2012.

JOGO

1º tempo:

O primeiro tempo começou de um jeito que pouca gente acreditava. Mesmo jogando com a vantagem do placar, os bicolores não demonstravam a intenção de atacar apenas na escalação inicial, com a presença de Rafael Oliveira no lugar de Harison.

Começando pressionando o adversário desde a saída de bola, o Paysandu explorava as boas condições do gramado para puxar bons contra-ataques, principalmente pelo lado direito, com Pikachu e ‘Rafagol’.

Chutes de fora da área e boas jogadas individuais também atormentavam a defesa macaense, que vez ou outra levava grandes sustos. O castigo veio aos 20 minutos. Após cobrança de escanteio, a bola ‘espirrou’ na área e foi rebatida pelo goleiro João Ricardo, na sobra o zagueiro do Macaé-RJ, Douglas Assis, completou para o fundo da rede. Macaé 1 a 0

Após tomar o gol, o ritmo do Paysandu diminuiu. Sem a tão ‘desesperadora’ necessidade de fazer mais gols, os donos da casa arrumaram a ‘cozinha’, dando dificuldade para o bicola armar suas principais jogadas.

Sentindo o drama do Papão, o Leão Macaense resolveu colocar as ‘manguinhas de fora’. O espaço deixado pelo lado direito, por Yago Pikachu, assim como no jogo em Paragominas, foi explorado pelo ataque do lado esquerdo do Macaé-RJ. O atacante Zambi e o lateral-esquerdo, Edu Pina, trilhavam jogadas perigosas ao gol do goleiro João Ricardo.

Passes errados e o início de nervosismo de alguns jogadores, passava a ser mais um adversário dos paraenses. As jogadas rápidas com Alex Gaibú, Rafael Oliveira e Kiros, com o passar dos minutos foram desaparecendo, deixando os bicolores mais atentos na retaguarda.
O fim do primeiro tempo em 1 a 0, prometia dar mais tensão aos torcedores no Moacyrzão e em Belém, que acompanhavam apreensivo o ‘jogo do ano’ para o clube alviceleste.

2º tempo dramático:

O segundo tempo começou a junto com ele os últimos momentos da angustia bicolor. A tônica dos primeiros momentos não foi diferente da etapa final do primeiro tempo. O Macaé-RJ, apesar de estar jogando em casa e necessitar de mais gols para se classificar, ia apenas na chamada ‘boa’, dando ao Paysandu a posse de bolam sem grandes oportunidades.

Lecheva tentava tranquilizar seus comandados que, em menos de oito minutos do segundo tempo, receberam três cartões amarelos, com Marcus Vinicius, Alex Gaibú e Vanderson, os jogadores mais experientes entre os 11 titulares.

João Ricardo também entrou em ação. O goleiro do Paysandu realizou três defesas daquelas consideradas milagrosas. Duas seguidas em cobrança de falta e no rebote, e outro após um ‘chutaço’ de fora da área, com endereço certo. Tudo antes dos 15 minutos.

A busca pelo gol parecia ser plano secundário no Papão. Lecheva tirou o meia Alex Gaibú e colocou o volante Neto. O convite para o ataque do Macaé resultou em algo indesejado. Em um chute de rara felicidade, o atacante Jones ampliou a vantagem dos donos da casa, 2 a 0.

O roteiro estava ganhando ingredientes dramáticos. Tentando dar mobilidade ao ataque, quase inoperante até então, o técnico alvi-azul tirou Kiros e colocou o garoto Lineker.

Mais tranquilo, o Macaé-RJ ‘cozinhou o galo’, trocando passes laterais e deixando o tempo passar. Aquele castigo do primeiro tempo, mudou de lado. O grande nome do Paysandu no ano, Yago Pikachu, recebeu passe na entrada da área e chutou com tranquilidade para descontar no placar, Macaé 2 a 1 e Papão na Série B, até então.
Mas o drama não quis dar trégua para a decisão. Jones, mais uma vez, após falha do goleiro João Ricardo, marcou o terceiro gol do Macaé, aos 27 minutos da etapa final. O inusitado era apenas um mero detalhe no ‘jogaço’. Entre os acontecimentos imprevisíveis, o velho ‘pitbull’ da torcida bicolor, integrante dos principais títulos da história do

Paysandu, resolver acalmar os corações aflitos em Belém e no Rio de Janeiro. Após boa jogada de Thiago Potiguar, de novo pelo lado esquerdo do Macaé, Vanderson ficou de frente para o gol. O volante chutou e marcou um dos poucos gols em sua carreira, e um dos mais importante. 3 a 2 para o Macaé, que precisava mais de dois para alcançar a segunda divisão no ano que vem.

Depois dos 40 minutos, foi aquela velha história no futebol: “Bola pro mato que é jogo de campeonato”. O Paysandu se segurou com muita disposição em seu campo de defesa.

A coragem foi recompensada no apito final. O Paysandu, após longos anos longe da Série B, está de volta, para alegria dos milhões de bicolores espalhados por todo o Brasil.

Felipe Saraiva/DOL
Diário Online / http://www.diarioonline.com.br/
Paysandu / http://www.paysandu.com.br/

sexta-feira, 25 de março de 2011

Na técnica e na raça, Paysandu é Campeão

O jogo entre Paysandu e Cametá foi emocionante. Afinal estavam em campo as duas melhores equipes do primeiro turno do Parazao 2011. Precisando vencer por dois gols o time cametaense começou jogando bem, jogando para frente, enquanto o Paysandu, acertadamente, explorava os contra-ataques, já que tinha a vantagem de perder até por um gol de diferença.

Os visitantes marcaram primeiro com Jailson. mas a alegria cametaense durou pouco. Mendes, repetindo o gol que marcou na partida anterior, fez, novamente, um golaço encobrindo o goleiro adversário. Logo depois, o " animal" Rafael Oliveira, o artilheiro do Brasil, marcou de cabeça o segundo gol bicolor.

Aos 37 minuos Elton Lira foi expulso e logo em seguida o Cametá empatou num lance de sorte, quando seu lateral chutou forte e a bola desviando na zaga deslocou Alexandre Fávaro. 2x2 e final do primeiro tempo.

No segundo tempo Sergio Cosme mostrou como um time que quer ser campeão deve jogar. Com apenas dez jogadores, tirou Alex Oliveira e colocou Vanderson, que fez uma excelente partida, e anulou completamente o ataque do Cametá, principalmente quando colocou Sandro, na metade do segundo

Apesar de apresentar um maior volume de jogo por contar com um jogador a mais o ataque adversário passou longe de assustar o Paysandu, que teve, aliás, as melhores chances de gols durante todo o segundo tempo e acabou marcando novamente com Rafael Oliveira, cobrando penalidade máxima sofrida pelo gigante Alexandre Carioca. Final 3x2. uma festa da nação bicolor. Uma festa dos jogadores e de todos aqueles que verdadeiramente amam o Paysandu.Tri-Campeão da Taça Cidade de Belém.
PAYSANDU.com.br
futeboldonorte.com

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Paysandu: 97 anos de glórias

O Paysandu Sport Club, o mais vitorioso clube do norte do Brasil, comemora hoje, dia 02 de fevereiro, 97 anos de soberbas vitórias, de inesqueciveis glórias e de memoráveis conquistas.

Fundação

O Paysandu foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914, surgido do inconformismo e do desejo de vitória de um grupo de desportistas da capital paraense.

O clube que se tornaria o maior da região norte do país surgiu a partir do núcleo de atletas do Norte Club, time tradicional de Belém, também chamado de Time Negra, por causa de seus calções brancos e camisas pretas.

Os fundadores se revoltaram contra a Diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball, que se recusou a anular a partida Norte Club 1 x 1 Guarany, realizada a 15 de novembro de 1913, cujo resultado deu ao Grupo do Remo (atual Clube do Remo), o título de campeão paraense de futebol daquele ano.

O Norte Club realizava uma boa campanha e tinha sérias aspirações ao título. Para tanto, teria que derrotar o Guarany naquela partida. A vitória daria chance ao Norte Club de disputar o título de campeão com o Remo, em partida extra.

Os integrantes do Norte Club, inconformados com o resultado da partida contra o Guarany, solicitaram à Liga "a anulação da mesma, por diversas irregularidades havidas"

A Diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball, porém, julgou improcedente o recurso, validando para todos os efeitos o resultado de 1 x 1.

A decisão não agradou nem um pouco aos integrantes do Norte Club, que decidiram tomar posição para que sua associação se tornasse mais forte, capaz de enfrentar em igualdade de condições os seus adversários.

Hugo Manoel de Abreu Leão, que jogava no Norte Club, era o líder do movimento destinado a fundar a nova agremiação. Os integrantes do Grupo do Remo chegaram até a convidá-lo para ingressar no clube , idéia que foi repelida, de imediato, com a seguinte frase:
- Vou fundar um Clube para superar o Grupo do Remo! Reuniões se sucederam e os componentes do Norte Club acabaram por se decidir pela extinção da agremiação, e pela fundação de outra, mais forte e com nova denominação.

No dia 7 de dezembro de 1913, domingo, o jornal "O Estado do Pará", na sua 3a página, Coluna "Chronica Sportiva" publicava a 1a. nota na história a fazer menção ao Paysandu:
"PAYSANDU CLUB Entre elementos esportivos de valor e da "elite" belemense , por iniciativa de nomes acatados em nosso meio, deverá em reunião a realizar-se nesta Capital, fundar-se sob o nome de Paysandu Club, uma sociedade esportiva que iniciará logo suas secções de remo e foot-ball." ...

Na edição de 1o de fevereiro de 1914, assim se reportava o jornal sobre a fundação do novo Clube:

"Amanhã, às 8 horas da noite, em casa n.º 22, à rua Pariquis, realizar-se-á importante reunião que terá por fim assentar as bases de uma nova sociedade esportiva, em Belém" ...

As convocação feita pelo jornal surtiu efeito, fazendo com que comparecessem à reunião 42 desportistas, muitos dos quais haviam integrado o Norte Club, além de outros de agremiações diferentes, como, por exemplo, do Internacional Sport Club, ou Recreativa.

A reunião foi iniciada às 20,15 horas de uma segunda-feira, 2 de fevereiro de 1914, na residência de Abelardo Leão Conduru, localizada à rua do Pariquis, 22, entre as travessas Apinagés e São Matheus (atual Padre Eutíquio).

Por unanimidade, a assembléia escolheu Hugo Leão para presidir os trabalhos. Como líder do movimento, ele propôs a denominação de Paysandu Foot-Ball Club para a nova agremiação. O nome foi escolhido "como homenagem ao feito glorioso e heróico da Marinha de Guerra Brasileira, ao transpor o Passo do Paysandu, na guerra contra o Paraguai".

A sugestão de Hugo Leão foi motivo de acirrado debates na assembléia, que logo se dividiu em duas alas , uma a favor, e outra contrária, propondo o nome de Team Negra Foot-Ball. Feita a votação, registrou-se a vitória da denominação de Paysandu Foot-Ball Club.

Escolhido o nome, a assembléia elegeu o primeiro presidente, Deodoro de Mendonça, que encabeçou a diretoria durante 1914. Fi escolhida ainda a comissão destinada a redigir os Estatutos do Clube, recaindo a escolha nos nomes de Deodoro de Mendonça, Eurico Amanajás e Arnaldo Morais.

Fonte: História do Paysandu Sport Club 1914-1995
Autor: Jornalista Ferreira da Costa
Paysandu.com.br

domingo, 17 de outubro de 2010

Comemora Carcará! Salgueiro cala Curuzu e está na Série B

Em um jogo repleto de emoção, o Salgueiro-PE conquistou o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro de 2011. Na manhã deste domingo, o Carcará calou mais de 16 mil pessoas na Curuzu, em Belém, e venceu o Paysandu-PA, por 3 a 2, de virada, pelo jogo de volta das quartas-de-final da Série C. No jogo de ida, os times haviam ficado no empate, por 1 a 1, no agreste pernambucano. Agora, será a primeira vez do Salgueiro na Série B nacional e os jogadores irão cumprir a promessa de rasparem os cabelos, como prometido ao longo da semana. Por outro lado, o martírio do Paysandu continua. O time paraense tinha esperanças de voltar à Série B após quatro anos, mas terá que disputar, em 2011, pela quinta vez consecutiva a Série C no próximo ano. Na semifinal, o Salgueiro encara o classificado do jogo entre Águia-PA e ABC-RN, que fazem o duelo de volta no próximo domingo, em Natal. No jogo de ida, em Marabá, o time potiguar venceu, por 1 a 0, e depende somente de um empate para retornar à segunda divisão nacional.

Festa bonita e jogo emocionante!

Contando com o apoio maciço da torcida, o Papão da Curuzu começou no ataque e acuou o Carcará no campo defensivo. Liderados pelo artilheiro Bruno Rangel, o Paysandu teve a primeira boa chance de gol aos oito minutos. Bruno Rangel recebeu passe de Fernandão e ficou de frente com o goleiro Marcelo, mas o chute foi fraco e ficou fácil para a defesa. Três minutos depois, o atacante provou o porque é o artilheiro da Série C e abriu o placar. No erro da zaga do Salgueiro, Thiago Potiguar chutou fraco, a bola passa por Marcelo e Bruno Rangel se atirou para marcar de carrinho: 1 a 0.
O gol fez o torcedor paraense explodir de alegria, mas dentro de campo parece que relaxou os jogadores do Paysandu, que deram espaços e o Salgueiro passou a tomar conta do primeiro tempo. O empate poderia ter acontecido logo aos 16 minutos, caso Júnior Ferrim não tivesse perdido chance incrível. O atacante recebeu de Edu Chiquita e, de frente para Alexandre Fávaro, chutou por cima da meta. Três minutos depois, o Carcará chegou ao empate. Em rápido contra-ataque, o goleiro Marcelo chutou para o ataque e a bola chegou a Fagner. O atacante avançou e bateu forte. A bola acertou o travessão e ultrapassou a linha do gol: 1 a 1.
O empate animou o time visitante, que se fechou na marcação e passou a explorar com ainda mais entusiasmo o campo de ataque. Com espaços na defesa do Paysandu, o Carcará poderia ter conseguido o gol da virada ainda na primeira etapa. Aos 36, Júnior Ferrim subiu entre dois defensores do Papão e testou firme. O goleiro Alexandre Fávaro foi buscar a bola no canto esquerdo e fez uma brilhante defesa. Aos 44, o Salgueiro teve nova oportunidade. Clebson recebeu na meia-lua e chutou forte, mas Fávaro novamente espalmou e salvou o time paraense da derrota no primeiro tempo.

Torcida jogou junto, mas...

Na segunda etapa, a torcida do Paysandu passou a ser o 12.º jogador e empurrou o time com cânticos. Dentro de campo, o elenco do Papão tentou corresponder à altura, porém, encontrou pela frente uma marcação compactada e sem dar espaços. Assim, o jeito foi tentar em jogadas pelo alto, como aos oito minutos, quando Fabrício tentou de cabeça e mandou ao lado do gol do Carcará.
O time pernambucano, por sua vez, se manteve atuando no contra-ataque e quase virou o placar aos 12. Clebson recebeu de Fagner e chutou forte, mas a bola acertou a rede pelo lado de fora. O desespero dos torcedores bicolores ficou ainda pior dois minutos depois, quando o Carcará fez o segundo gol. O artilheiro Júnior Ferrim aproveitou o cruzamento e desviou de cabeça para o fundo das redes: 2 a 1.

Ficou emocionante!

O segundo gol do Carcará “colocou fogo” no jogo. O Paysandu foi pra cima na tentativa do empate, mas deixou buracos na zaga e o Salgueiro chegou ao terceiro gol. Aos 21 minutos, Fagner tenta o gol, Fávaro salva com os pés. No rebote, Edu Chiquita chutou forte e acertou o canto direito do gol vazio: 3 a 1.
O gol obrigava o Papão a virar o placar para conquistar o acesso, já que o empate com gols dava a vaga ao Salgueiro. Sabendo disso, alguns torcedores desistiram do jogo e deixaram a Curuzu. Assim, não viram o gol de Paulão, aos 23. Após cobrança de escanteio, o zagueiro do Paysandu testou para diminuir: 3 a 2.
A pressão da torcida do Papão aumentou, pois os fanáticos ainda estavam esperançosos na virada milagrosa. Porém, ainda com espaços no contra-ataque, o time da casa quase sofreu o quarto gol aos 26. Edu Chiquita recebeu pelo lado esquerdo da área, viu o goleiro adiantado e tocou por cima. A bola caprichosamente acertou o travessão de Fávaro e parou na rede por cima da meta.

O Paysandu ainda lutou bravamente na tentativa do empate e, posteriormente, o gol da virada. Porém, o Carcará contou com o goleiro Marcelo inspirado e que fez algumas defesas importantes, impedindo que o Papão tentasse o milagre.

Ficha Técnica

Paysandu-PA 2 x 3 Salgueiro-PE
Local: Estádio da Curuzu, em Belém
Árbitro: José de Caldas Souza (DF)
Assistentes: Jander Rodrigues Lopes (AM) e Marcos Santos Vieira (AM)
Renda: R$ 461.000,00
Público: 16.320 pagantes
Cartões amarelos: Marquinhos e Da Silva (Paysandu); Serginho, Clebson, Marcelo (Salgueiro)
Cartão vermelho: Edu Chiquita e Rodolfo Potiguar (Salgueiro)
Gols: Bruno Rangel 11'/1T e Paulão 23'/2T (Paysandu); Fagner 19'/1T, Júnior Ferrim 14'/2T e Edu Chiquita 21'/2T (Salgueiro)

Paysandu-PA
Alexandre Fávaro; Bosco, Paulão, Da Silva e Aldivan; Tácio, Sandro (Vaninho), Fabrício (Lúcio) e Tiago Potiguar; Fernandão (Marquinhos) e Bruno Rangel.
Técnico: Charles Guerreiro.

Salgueiro-PE
Marcelo; Rogério Rios (Rogério Serra), Eridon, Nei Carioca e Serginho; Rodolfo Potiguar, Pio, Edu Chiquita e Clébson (Lismar); Júnior Ferrim (Wendel) e Fagner.
Técnico: Cícero Monteiro.

Agência Futebol Interior

sábado, 21 de agosto de 2010

Jogadores do Paysandu saem no tapa durante treinamento

Às vésperas do clássico contra o Fortaleza pela Série C do Campeonato Brasileiro, o clima esquentou nos treinamentos do Paysandu, nesta sexta-feira. Dois jogadores saíram na mão durante o treino, que antecedeu a viagem para a capital cearense.
Durante o treino recreativo realizado no Colosso do Bengui, em Belém, o lateral-direito Cláudio Alax deu uma entrada mais dura no lateral-esquerdo Edinaldo, que não gostou nada e partiu para cima de Cláudio. Os dois jogadores começaram a discutir. Depois de muitos palavrões os dois partiram para a agressão física, com muito socos e pontapés. Os outros jogadores do elenco agiram rápido e evitaram que aguém se machucasse seriamente no ocorrido.
O treinador do Paysandu, Charles Guerreiro, mostrou tranquilidade quando falou sobre o assunto e disse que a diretoria do clube irá avaliar o caso e provavelmente os dois jogadores serão multados.
Agência Futebol Interior

domingo, 6 de junho de 2010

Paysandu é bicampeão paraense

Foi duro! O Paysandu suou, mas levou o bicampeonato paraense neste domingo (6) contra o Águia de Marabá. Com o placar em 3 a 1, a Taça Açaí ficou para o Papão. O jogo aconteceu no Mangueirão.

No segundo tempo, o título que parecia estar longe ficou mais perto. O Papão virou o jogo e fez o 2° e depois o 3° terceiro e decisivo gol do jogo.
GOLS
Aos 27 minutos do primeiro tempo, Thiago Potiguar, do Papão, faz um cruzamento e Marquinho de voleio marcou o primeiro gol da partida. No final do primeiro tempo Ari, do Águia, cobrou uma falta e marcou no ângulo. Um golaço que empatou o duelo e até então mantinha o Águia com o título, pois os marabaenses tinham a vantagem de ter ganho a primeira partida por 1 a 0.
Contudo, quando o cronômetro marcava 15 minutos do segundo tempo, Leandro Camillo fez de cabeça para o Papão. Até aí o resultado levava a partida para os pênaltis. Assim, para a felicidade dos bicolores faltava apenas mais um gol. Ele veio aos 25 minutos do segundo tempo, quando Zé Augusto empurrou a bola para o fundo das redes e fez o terceiro gol do Papão. Era o gol do título.
FICHA TÉCNICA
Paysandu - Fávaro; Cláudio Allax, Leandro Camilo, Paulão e Edinaldo; Tácio, Sandro, Marquinhos e Tiago Potiguar; Bruno Rangel e Moisés. Técnico: Charles Guerreiro.
Águia - Alan; Ari, Bernardo e Charles; Vítor Ferraz, Analdo, Daniel, Tiago Marabá (Diego Biro) e Marcondes; Jales e Douglas. Técnico: João Galvão.
Árbitro – Evandro Rogério Roman (Fifa-PR), auxiliares: Ednilson Corona (Fifa-SP) e Alexandre Rocha de Matos (Fifa-BA).

(Diário Online)
Foto: Portal ORM

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Paysandu é derrotado por time de caranguejeiros



Belém, PA, 19 (AFI) - Eliminado nas quartas-de-final do Campeonato Brasileiro da Série C, o Paysandu não disputa uma partida oficial desde o 16 de agosto, quando foi goleado pelo Icasa por 6 a 2 e deu adeus ao sonho do acesso. Para manter o elenco em atividade e arrecadar verba para fechar o orçamento do ano, o clube começou uma série de amistosos pelo interior do Pará e o início foi com o pé esquerdo.

No último domingo, o Papão perdeu por 3 a 1, de virada, para o selecionado dos catadores de caranguejo do município de São Caetano de Odivelas, a terra do caranguejo. Dadá abriu o placar para o bicolor, mas Thiago, duas vezes, e Afonso fizeram os gols do time dos caranguejeiros, completando o vexame do outrora poderoso Paysandu.

O próximo amistoso do clube alvi-azul está marcado para o dia 7 de novembro, contra Laranjal do Jari. A diretoria do Paysandu deve agendar outros jogos pelo interior paraense no decorrer da semana. Triste realidade de um clube que anos atrás era orgulho do Norte e disputava a elite do Campeonato Brasileiro.

Fonte:AFI

domingo, 16 de agosto de 2009

Icasa 6 x 2 Paysandu - Acesso à Série B veio em grande estilo!


Depois de 25 anos de ausência, o Icasa está de volta à Série B. Mesmo precisando de apenas um empate sem gols, o clube cearense massacrou o Paysandu e venceu por 6 a 2, neste domingo, em Juazeiro do Norte, pelo jogo de volta das quartas-de-final do Campeonato Brasileiro da Série C. Marciano e Marcus Vinicius, com dois gols cada, além de Carlinhos e Júnior Xuxa fizeram os gols do Icasa, enquanto Aldivan e Michel descontaram para o Papão.


verdão é melhor!
Aproveitando o fato de atuar em casa e apoiado pela torcida que compareceu em bom número, o Icasa começou o jogo partindo para cima, sem se incomodar com a tradição do Paysandu, que entrou em campo como se não estivesse disputando uma vaga na Série B. Logo aos três minutos, Rafael Córdova foi obrigado a fazer grande defesa em chute de Pantico, e a bola ainda bateu na trave antes de sair.

O time cearense chegava constantemente com perigo ao gol do Papão, e o grito de gol saiu da garganta da torcida do Verdão do Cariri aos oito minutos. O meia Júnior Xuxa cobrou escanteio, a bola desviou no primeiro pau e o atacante Marciano empurrou para dentro do gol, fazendo a festa da torcida no estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte.

Dois gols em dois minutos!
Atrás no placar, o Paysandu tentou agredir o Icasa, mas sem criatividade, o time paraense não conseguia chegar ao gol do rival, enquanto os donos da casa atacavam com perigo. Aos 15 minutos, Marciano girou em cima da zaga do Paysandu, mas finalizou fraco e Rafael Córdova defendeu com tranquilidade.

Depois de um período de morosidade, o jogo pegou fogo no final do primeiro tempo. Aos 34 minutos, o zagueiro Bernardo falhou e a bola sobra para Marcus Vinícius, que não perdoou e chutou no canto para fazer o segundo. O Papão deu o troco no minuto seguinte e diminuiu o placar. Aldivan pegou de primeira e soltou uma bomba para marcar o primeiro do time bicolor. No final do primeiro tempo o Paysandu cresceu e teve chances de empatar.

Ducha de água fria
Na volta do intervalo, Válter Lima trocou Zé Carlos por Balão e o Paysandu até que começou a etapa final dando pinta de que iria chegar ao empate. No entanto, aos seis minutos o time cearense fez o terceiro e esfriou o ímpeto do bicolor. Júnior Xuxa invadiu a area e chutou no contra pé do Rafael Córdova.

Se já estava difícil, a situação do Papão ficou mais complicada aos 10 minutos. Panda desceu pela esquerda e cruzou para Marciano, que pegou de primeira e mandou para o fundo das redes, de sem pulo, marcando um belíssimo gol. A bola ainda bateu no travessão antes de entrar.

Goleada histórica!
O time paraense errava muitos passes e não conseguia ameaçar o gol do goleiro Aloísio, que era um mero espectador no segundo tempo. O Papão ainda conseguiu descontar aos 33 minutos com Michel, que Michel recebeu bom passe, driblou o goleiro e marcou o segundo do Paysandu. Mas não deu nem tempo do torcedor paraense comemorar e o Icasa fez o quinto no minuto seguinte. Marcus Vinícius invadiu a área e marcou na saida do goleiro.

Mas ainda tinha tempo para mais um. Carlinhos bateu de longe, encobriu o goleiro e fez o sexto dos donos da casa. Depois, o Verdão do Cariri só administrou e tocou a bola esperando o tempo passar. Com o apito final do árbitro, a torcida explodiu em alegria e vibrou o acesso do Icasa, que não joga a Série B desde 1984 e que este ano começou mal a temporada, tendo sido rebaixado no Campeonato Cearense.

Ficha Técnica

Icasa 6 x 2 Paysandu

Local: Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte-CE
Árbitro: Heber Roberto Lopes-PR
Cartões amarelos: Mael (Paysandu); Tiago, Júnior Xuxa, Marcus Vinicius (Icasa)
Gols: Marciano, aos 10'/1T, aos 10'/2T, Marcus Vinicius, aos 33'/1T e 34'/2T, Júnior Xuxa, aos 6'/2T e Carlinhos, aos 38'/2T (Icasa); Aldivan, aos 34'/1T (Paysandu)

Icasa
Aloísio; Alan, Tiago e Everaldo; Marcos Vinicius, Dodó (Serginho), Ricardo Baiano, Júnior Xuxa (Joelson) e Panda; Pantico e Marciano (Carlinhos).
Técnico Flávio Araújo

Paysandu
Rafael Córdova; Cláudio Allax, Roni, Bernardo e Aldivan; Mael, Dadá (Michel), Zeziel e Vélber; Torrô (Zé Augusto) e Zé Carlos (Balão).
Técnico: Valter Lima


Agência Futebol Interior