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sábado, 29 de novembro de 2014

Joinville é campeão da Série B 2014

A tarde deste sábado ficará para a história como o dia que os torcedores do Joinville jamais vão esquecer. O JEC testou os corações tricolores, mas alcançou em Itápolis (SP), contra o Oeste, a estrela mais importante da história do clube: o título da Série B.
Uma campanha que garantiu o acesso com quatro rodadas de antecipação não poderia terminar sem o brilho do preto, branco e vermelho. É verdade que os comandados do técnico Hemerson Maria passaram longe de fazer uma grande partida no interior paulista e perderam por 1 a 0, placar que também impediu o adversário de ser rebaixado.

O gol foi marcado por Cristiano, aos sete minutos do segundo tempo, após cruzamento certeiro de Ezequiel pela direita. Mas a Ponte Preta, que poderia roubar a taça caso o JEC tropeçasse, sequer conseguiu superar o Náutico e empatou por 1 a 1, dando adeus às chances de título. Assim, o Joinville terminou o campeonato na liderança absoluta, com um ponto de distância da Macaca.

A festa da conquista, que a torcida tanto planejava e se viu obrigada a adiar na semana passada, em plena Arena lotada, agora não tem hora para acabar. Chegou o momento de vestir a faixa de campeão, soltar o grito que estava preso na garganta, lembrar de pagar as promessas e, por que não, já renovar os juramentos para 2015.

O ano que vem pode até terminar sem uma nova estrela nacional no uniforme, mas o manto tricolor estará de volta onde nunca deveria ter saído. Na elite do futebol brasileiro.

A Notícia - http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/
Foto: leo munhoz / Agencia RBS

domingo, 13 de abril de 2014

Figueirense derrota Joinville em casa e é campeão do Catarinense 2014

Que o Figueirense é o time catarinense mais à vontade na Série A do Brasileiro, oito participações (algumas históricas) e o respeito nacional pela camisa não deixam dúvida. Que o Alvinegro tem DNA vencedor a presença entre os grandes e sua trajetória em SC comprovam ao longo de sua história.

Agora, uma coisa a torcida do Figueira não admitia, não engolia, precisava superar: não ser o time mais vezes campeão em SC. Para retomar esta cadeira havia um desejo visceral turbinado por um sentimento: dois adversários tinham de ser batidos, o Joinville, em campo, também sedento por título (13 anos sem conquistas), e o Avaí, com sua nação lá do lado de fora secando para manter-se no topo de conquistas em SC.
O 2 a 1 deste domingo, no Estádio Orlando Scarpelli, deu o 16º título catarinense ao Figueirense, deflagrou uma festa que começou com a massa alvinegra no estádio, espalhou-se como uma onda pelo Estreito, reverberou no Centro via Koxixo's, pulou para a Grande Florianópolis e ganhou o Brasil como uma aviso: o Figueira voltou para a elite e não retornou de mãos abanando, tem como cartão de visitas a hegemonia em SC.

A construção deste último capítulo de uma história que foi montada num campeonato bastante regular foi num jogo em que era preciso vencer. Como chegar lá? A primeira etapa começou novamente com um dia de Sol exemplar, como já acontecera na Arena. Tudo estava à disposição para iluminar os atletas: o gramado perfeito, árbitro Fifa Héber Roberto Lopes, enfim, faltava jogar futebol.

O Figueira entrou em campo sem Ricardo Bueno, novamente com Lúcio Maranhão, que no primeiro jogo não teve um bom desempenho. E O JEC veio fechadinho, sem Fernando Viana e com a vaga de Jael meio. Somente Edigar Júnio na frente, com Franco congestionando o meio.

A torcida do Figueira, como era de se esperar, "homenageou" Saci com gritos impublicáveis já no aquecimento. Era um pouco da pressão que se mostraria impressionante nos primeiros movimentos da partida. Uma sequência de acontecimentos emocionantes e polêmicos aconteceu em dois minutos até o que seria o primeiro gol do jogo.

A partida começou, Murilo falhou, o Figueirense arrancou com Éverton Santos que entrou livre na área. Este foi derrubado por Ivan. O árbitro Héber Roberto Lopes apitou pênalti. Mas o lance prosseguiu até que Giovanni Augusto completou para as redes.

Mas o juiz há havia anulado. Ivan, que levou amarelo, até defendeu o pênalti batido pelo próprio Giovanni Augusto, mas no rebote Dudu estava atento, e concluiu com raiva para as redes.

Pronto, a vantagem voltava para o Figueira. Ninguém sequer havia arriscado respirar dentro do estádio. E sob o delírio do mar alvinegro, o time continuou ofensivo. O Alvinegro entrou a mil, o JEC assistindo ao ímpeto do dono da casa. Aos 15 minutos, nova chance de gol com Everton Santos e, aos 17 mais uma e aos 26 ainda outra, todas nos pés do mesmo atleta. Um martelo preto e branco maltratava Ivan, envolvia o grupo tricolor e mostrava que Vinicius Eutrópio entendera o recado do jogo inicial, já Hemerson Maria fora vítima do excesso de precauções defensivas.

Não havia como segurar tamanha pressão. Era uma sequência insuportável para o JEC e que se transformou em gol aos 33 minutos. O lance, de difícil interpretação, teve a bola batendo na mão de Lúcio Maranhão antes de entrar. Foi um lance rápido, e o árbitro interpretou como lance casual, validando o segundo gol. O primeiro tempo terminou com o mais justo dos placares.

Segundo tempo

Na segunda etapa, a entrada de Fernando Viana denunciava que houve erro na escalação do JEC. E o garoto começou o jogo levando perigo para a meta alvinegra. Mas o Figueira não veio assistir, e logo respondeu. Assim o segundo tempo teve mais equilíbrio na posse de bola, não havia mais aquele massacre do Figueira. E só o interesse em jogar também foi olhado pelos deuses do futebol como um alento. E estes deram ao personagem do primeiro jogo a chance de tentar uma reação: Saci. Este arriscou de fora da área, aos 11 minutos, e acertou um lindo chute. Belo gol. E Fernando Vianna, aos 18, quase empatou a partida.

Eutrópio percebendo que perdeu o comando do meio-campo, colocou Leo Lisboa na vaga de Dudu, compactando mais o time e passando a jogar no contra-ataque. O JEC acordara, mas foi tarde, o estrago do primeiro não permitiu uma reação a tempo. Aos 43, Tiago Volpi ainda fez milagre ao defender chute de dentro da pequena área de Francis. Houve tensão nas arquibancadas do Scarpelli. Tensão que se desfez pouco antes dos 48, quando o árbitro apitou o fim da partida.

Diário Catarinense / http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/
Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

JEC é campeão da Copa SC

Utilizando seu segundo uniforme, em função da campanha pela paz nos estádios, e dando oportunidade aos garotos da base, o JEC se despediu da temporada 2013 com vitória diante do Canoinhas, na Arena Joinville. Mesmo com o título assegurado na última rodada, quando derrotou o Guarani de Palhoça fora de casa, a equipe de Sergio Ramirez entrou em campo determinada a fechar o campeonato de forma invicta. Com aproveitamento de 88,8%, o JEC conquistou o quarto título da Copa SC e também garantiu vaga na Copa do Brasil do próximo ano.

O jogo

Empurrado por mais de 10 mil torcedores, que também vieram ao estádio de branco, o JEC procurou o gol logo no começo. A primeira grande chance veio na cobrança de falta do meia Gustavo Sauer. Mas Rudi se deslocou bem e evitou o gol. Francis, forçando as jogadas de velocidade pela direita, também tentava abrir o marcador.

O Canoinhas pouco pressionava. Quando investia, Jhonatan estava lá para segurar. Aos 20 minutos, após sobra dentro da pequena área, Fernando Viana abriu o marcador na Arena Joinville.

A equipe tricolor voltou a balançar as redes, com Edigar Junio, de cabeça, mas o assistente assinalou impedimento no lance. Na sequência, os visitantes responderam e tiveram ótima oportunidade para empatar, mas a zaga afastou o perigo.

Depois foi a vez de o JEC desperdiçar. Sozinho e sem goleiro, Edigar Junio mandou para fora. Em clima de festa, a torcida aplaudiu o atacante, que depois foi abraçado pelos companheiros de equipe.

O segundo tempo foi morno. Apesar dos times atacarem com certa freqüência, o placar não sofreu alterações. O adversário ainda teve dois jogadores expulsos no decorrer da etapa: Paulo e Stevys. Final de jogo: JEC 1 x 0 Canoinhas.

Ficha técnica

JEC: Jhonatan; Rodolfo, Bruno Costa, Rafael (Darnlei) e Rafinha; Franco, Marcelo Costa (Igor) , Francis e Gustavo Sauer; Fernando Viana e Edigar Junio (Clebinho). Técnico: Sergio Ramirez.

Canoinhas: Rudi; Willian, Paganelli, Stevys, Fernando, Bispo, Júlio Cesar (Fabinho), Paulo H., Marlon (Eduardo), Marcelo e Bill (Cristiano). Técnico: Edemar Heler.

Público: 10.758

Joinville Esporte Clube / http://jec.com.br/
Foto: Divulgação

domingo, 15 de dezembro de 2013

Joinville lança Água Mineral

Licenciada e produzida pela Água Mineral Vila Nova, foi lançada na manhã da última sexta-feira, 13, a Água Mineral do Joinville Esporte Clube. O lançamento que ocorreu no Supermercado Giassi contou com a presença do presidente da empresa, Alceu Roberto Poffo e dos atletas Francis e Fernando Viana.

A Água Mineral do JEC já pode ser encontrada em todos os supermercados, bares, restaurantes e a partir do ano que vem será vendida também na Arena Joinville. O consumidor poderá adquirir e até colecionar as garrafas, que são personalizadas. A partir de agora você vai poder matar a sua sede com a Água Mineral do JEC.

Por se tratar de um produto licenciado e com a marca do Joinville Esporte Clube, o JEC ganha um percentual a cada unidade comercializada.

Joinville Esporte Clube / http://jec.com.br/
Foto: Divulgação

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Joinville goleia o Brasiliense e está na Série B de 2012

O Joinville venceu o Brasiliense por 4 a 1 na tarde desta segunda-feira. A partida realizada no Serejão, em Taguatinga, foi válida pela quarta rodada do quadrangular semifinal da Série C. Com o resultado, o JEC alcançou a liderança do grupo F e o acesso à Série B de 2012 com duas rodadas de antecedência. O time brasiliense ocupa a última posição com um ponto e está eliminado.

O Joinville abriu o placar aos 23 minutos de jogo, com um gol contra de Raphael. O segundo gol veio aos sete minutos da segunda etapa com o artilheiro Ronaldo Capixaba. O JEC ampliou com Lima, aos 21 minutos. O Brasiliense ainda descontou com Ruy, aos 33, mas o Joinville teve fôlego para fazer o quarto gol, com Ronaldo Capixaba aos 45 minutos.

Na próxima rodada, o Joinville recebe a Chapecoense na Arena Joinville. A partida acontece no próximo domingo, às 17h. O Brasiliense enfrenta o Ipatinga, no Serejão, às 17h, na segunda-feira. Nas duas últimas rodadas, Ipatinga e Joinville brigam pelo primeiro lugar e a vaga na final do campeonato.

O jogo

O jogo começou com o Brasiliense mais ofensivo e com maior posse de bola. Precisando da vitória, o time candango foi para cima do Joinville buscando o gol desde o início, mas não conseguiu nenhuma grande chance de abrir o placar. Com chutes de fora da área, o JEC também passou a atacar o adversário, mas sem sucesso nas finalizações.

Aos 23 minutos, o JEC surpreendeu o time da casa e abriu o placar. Ronaldo Capixaba cruzou fechado para a área, a bola desviou no zagueiro Raphael e foi parar no fundo das redes. Depois do gol, o time passou a pressionar em busca do segundo. Aos 32, Ronaldo Capixaba entrou na área, ficou livre com o goleiro Welder, mas desperdiçou ao chutar para fora.

O Joinville dominou o restante do primeiro tempo, mas tomou alguns sustos em contra-ataques do Brasiliense. Aos 42, Diego Lira avançou pela lateral e cruzou para a área. A bola ficou livre na pequena área, mas Eduardo conseguiu antecipar e colocar para fora.

Segundo tempo

Na segunda etapa, o Joinville começou pressionando o adversário. Aos cinco minutos, Raphael derrubou Bruno Rangel dentro da área e o árbitro marcou o pênalti. O artilheiro da Série C, Ronaldo Capixaba, foi para a batida e converteu o segundo gol do JEC, ampliando o placar. Aos nove minutos, quase o terceiro gol. Pedro Paulo chegou com a bola ao ataque, dominou e chutou cruzado. A bola passou muito perto do gol, mas foi para fora.

Os dois times fizeram alterações buscando dar um novo ritmo para o jogo e correr atrás do resultado. No JEC, entraram Lima e Ramon e o time continuou a dominar a partida, pressionando o adversário. Aos 21 minutos, Lima recebeu a bola dentro da área e não teve dificuldades em chutar para o gol e fazer o terceiro do Joinville.

Após sofrer o gol, os jogadores do Brasiliense pareceram ter cansado, mas não desistiram de correr atrás do resultado. Aos 33, Cicinho cruzou para a área, Ivan espalmou e Ruy colocou para dentro, diminuindo o placar para o time candango. Quando o resultado parecia final, Ronaldo Capixaba marcou o quarto gol do JEC e fechou a goleada.

Ficha técnica: Brasiliense 1 x 4 Joinville

Local: Serejão, em Taguatinga (DF).
Data: 17/10/2011 (segunda-feira).
Horário: 17h (de Brasília).
Arbitragem: Leandro Bizzio Marinho (SP), auxiliado por Fábio Pereira (SP) e Francisco Casemiro de Souza (SP).
Cartões amarelos: Renato Santos (Joinville). Padovani, Cicinho (Brasiliense).
Cartões vermelhos: Padovani (Brasiliense).
Gols: Raphael (contra), aos 23/1º tempo, Ronaldo Capixaba, aos 7/2º tempo e aos 45/2º tempo, Lima, aos 21/2º tempo (Joinville). Ruy, aos 33/2º tempo (Brasiliense).

Brasiliense
Welder; Alan, Raphael, Padovani e Cicinho; Deda (Valdo), Iago (Acosta), Tallys (Tuta) e Ruy; Djavan e Diego Lira.
Técnico: Argel Fucks.

Joinville
Ivan; Renato Santos, Fabiano Silva e Pedro Paulo; Eduardo (Tiago Real), Glaydson, Ricardinho, Jaílton (Ramon) e Gilton; Bruno Rangel (Lima) e Ronaldo Capixaba.
Técnico: Arturzinho.

Futebolsc.com
Foto: Divulgação /  Brasiliense FC

domingo, 10 de julho de 2011

Joinville vence o Brusque e é campeão da Copa Santa Catarina

Taça José Pereira Sagaz
O Joinville venceu o Brusque por 2 a 1 no segundo jogo da final da Copa Santa Catarina. Jogando fora de casa e podendo perder por até três gols de diferença, o Tricolor jogou tranqüilo e saiu com mais uma vitória na final, conquistando seu segundo título da competição.

O Joinville abriu o placar aos 29 minutos com Pedro Paulo. O empate do Brusque veio aos 37 com Leandrinho. O JEC passou à frente do placar ainda na primeira etapa com um gol de Jaílton.

Esta foi a terceira decisão da Copa Santa Catarina disputado entre as duas equipes. Em 2008, o Brusque conquistou o título dentro da Arena Joinville e em 2010 o time venceu mais uma vez a Copinha em cima do JEC. O Joinville era campeão apenas uma vez da competição. Em 2009, a equipe tricolor derrotou o metropolitano na final.

O jogo

O jogo começou muito movimentado. Logo a um minuto de jogo, Aldair entrou na área e foi derrubado pelo goleiro Wender. O árbitro marcou pênalti para o Joinville. Ricardinho cobrou e converteu, mas o árbitro mandou voltar a cobrança alegando invasão na área. Ricardinho bateu novamente e Wender salvou o Brusque.

O Joinville seguiu pressionando os donos da casa. Aos 12, Eduardo chutou cruzado para o gol e a bola explodiu na trave. O Brusque conseguia algumas jogadas ofensivas, mas o JEC era superior na partida. Aos 26, Mateus recebeu a bola na área, chutou na saída do goleiro, mas Wender evitou. No rebote, o volante desperdiçou mais uma chance de gol.

Depois de tanto pressionar, o Joinville abriu o placar aos 29 minutos. Ricardinho cruzou para a área e Pedro Paulo, de cabeça, mandou para o fundo das redes. O Brusque foi buscar o empate ainda no primeiro tempo. Aos 37, na cobrança de escanteio, Leandrinho aproveitou falha do goleiro Ivan e colocou para dentro de cabeça.

Aos 42, o Joinville chegou ao segundo gol. Aldair tabelou com Jaílton, que chutou na saída do goleiro e colocou o time mais uma vez à frente do placar. O clube foi para o intervalo podendo perder por até três gols de diferença para se sagrar campeão.

Segundo tempo

O Brusque entrou no segundo tempo precisando fazer 6 a 2 para sair com o título e a equipe começou mais ofensiva do que na primeira etapa. Aos sete minutos, Leandrinho lançou para Marcelinho que ficou de frente com o goleiro Ivan. O atacante chutou para o gol, mas a bola passou ao lado.

O time da casa tentava chegar aos gols, mas a chances eram desperdiçadas. Os jogadores do Brusque começaram a ficar nervosos e a cometer muitas faltas. O Joinville atacava, mas não conseguia concretizar as oportunidades criadas em gols. Os treinadores fizeram alterações nas equipes e o jogo esfriou, com muitos passes errados e poucas chances de gol.

Aos 36, Aldair assustou o goleiro Wender. O atacante mandou um forte chute para o gol, mas o arqueiro fez grande defesa. Dois minutos depois, Fabinho cometeu falta em Ronaldo Capixaba e recebeu o segundo cartão amarelo, sendo expulso de campo. O que já era difícil ficou ainda mais complicado com um jogador a menos. Coube ao JEC esperar o apito final para soltar o grito de campeão.

O Joinville ficou com a “Taça José Pereira Sagaz” que foi entregue ao Campeão da Copa Santa Catarina 2011.

Ficha técnica: Brusque 1 x 2 Joinville

Local: Augusto Bauer, em Brusque (SC).
Data: 10/07/2011 (domingo).
Horário: 16h (de Brasília).
Arbitragem: Ronan Marques da Rosa, auxiliado por Josué Gilberto Lamim e Helton Nunes.
Cartões amarelos: Wender, Thiago Cristian, Marcelinho, Fabinho (2), Pereira (Brusque). Linno (Joinville).
Cartões vermelhos: Fabinho (Brusque).
Gols: Pedro Paulo, aos 29/1º tempo; Jaílton, aos 42/1º tempo (Joinville). Leandrinho, aos 37/1º tempo (Brusque).

Brusque
Wender; João Neto, Tiago Couto, Neguete e Vinícius (William); Fabinho, Leandro Leite, Thiago Cristian (Pereira) e Marcelinho (Lê); Leandrinho e Aloísio Chulapa.
Técnico: Hélio Vieira.

Joinville
Ivan; Renato Santos, Linno e Pedro Paulo (Fabiano Silva); Eduardo, Mateus (Glaydson), Ricardinho (Diego Zanuto), Jaílton e Gilton; Aldair e Ronaldo Capixaba.
Técnico: Arturzinho.
Futebolsc.com
Site oficial / jec.com.br

domingo, 17 de outubro de 2010

América-AM arranca empate e sobe para a Série C

O América conquistou neste domingo o acesso à Terceirona do futebol nacional. O Mequinha saiu atrás no marcador, mas arrancou o empate diante do Joinville-SC em 1 a 1, na Arena Joinville, e passou às semifinais da Série D do Campeonato Brasileiro.

Adotando uma postura defensiva, o América começou a partida retrancado, buscando explorar os contra-ataques. Porém, dessa forma, o Mequinha acabou convidando o time da casa para seu campo, que, apoiado por sua torcida, pressionou deste o início.

Aos 13’, Rafael Tesser levanta na área e Marcelo Silva finaliza, mas Nailson espalma. Na sobra, Charles desperdiça a oportunidade de abrir o placar.

Aos 21 minutos, após cruzamento, Marcelo Silva cabeceou, Santiago meteu a mão na bola e o árbitro gaúcho Fabrício Neves Corrêa assinalou a marcação de penalidade. Um minuto depois, Ricardinho cobrou e abriu o placar para o Joinville.

Após o gol, o Joinville continuou imprimindo seu ritmo em campo, criando jogadas, mas pecando nas finalizações a meta do goleiro Nailson.

Mas aos 41 minutos, o América deixou tudo igual. Aproveitando apagão no setor defensivo do Joinville, Luiz Carlos finaliza e Fabiano aceita.

Para a segunda etapa, o América retorna a campo com a mesma postura, objetivando segurar empate, que o garante nas semifinais. Já o Joinville tenta aproveitar o amplo espaço em campo, mas não consegue chegar com perigo a meta do goleiro Nailson.

A primeira oportunidade do Joinville na etapa final ocorreu somente aos 28 minutos. Éder recebe dentro da área e finaliza para fora. Aos 33’, foi a vez do atacante Marcelo Silva perder também a oportunidade de colocar o clube catarinense em vantagem.

Com o tempo passando, o Joinville começou a alçar bolas na área com o lateral Rafael Tesser, mas a alta defesa americana estava bem postada no setor defensivo. E aos 45’, o Joinville consegue chegar ao gol com Pantico, mas o árbitro gaúcho assinala a marcação de impedimento.

Agora, o América se prepara para encarar o Madureira-RJ, pela semifinal da Série D. A primeira partida será no dia 24 e a segunda no dia 30.
 
Ficha Técnica
Joinville-SC 1 x 1 América
Local:
estádio Arena Joinville (em Joinville-SC);
Árbitro:
Fabrício Neves Corrêa (RS);
Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS) e José Antônio Chaves Franco Filho (RS);
Gols: Ricardinho aos 22’ e Luiz Carlos aos 41’ do 1º;
Cartões Amarelos:
Charles e Fernando (Joinville); Amaral e Catatau (América);
Joinville-SC
Fabiano; Rafael Tesser, Renato Santos, Fernando e Eduardo; Carlinhos Santos, Luís André, Ricardinho (Éder) e Marcelinho; Charles (Pantico) e Marcelo Silva (Nenê). Técnico: Leandro Machado.
América-AM
Nailson; Catatau, Bigu, Santiago e Rondinelli; Amaral, Batista (Diogo), Cleyson e Luiz Carlos; Felipe (Rosemiro) e Ivan (Clailson). Técnico: Sérgio Duarte.
 

Fonte: Futebol do Norte (FN)
Foto: Antônio Assis 

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Joinville Campeão e Finalista!


Foi sofrido e no finalzinho, mas o JEC conquistou a vaga na final do catarinense 2010. O gol no fim marcado por Ricardinho fez explodir a Arena Joinville com o empate em 1 a 1.

A vantagem era do JEC, mas nem por isso o Tricolor deixou de ir para o ataque. Logo no início, com 1 minuto de jogo Lima fez jogada pela direita, mas não ofereceu perigo a Zé Carlos. O Avaí não se encontrava no meio-campo e o domínio era do JEC. Aos 14 minutos Lima chegou mais uma vez. Após cruzamento de Rafael Tesser, no segundo pau o artilheiro deu um carrinho e Zé Carlos salvou os avaianos. Na cobrança de escanteio, Ricardinho cruzou pra área e Cris chutou por cima. O Avaí chegou apenas aos 23 minutos com Leonardo, Fabiano salvou o Tricolor. A resposta do JEC veio com Lima um minuto depois. Aos 28, José Acácio da Rocha não marcou um pênalti que Lima sofreu. Aos 33, Tesser cruza novamente e Lima cabeceou para o gol tirando um uh! da torcida. O Avaí começou a gostar do jogo e chegou mais ao ataque, mas Fabiano e a defesa Tricolor afastaram o perigo.

No segundo tempo o susto. O Avaí marcou aos 13 minutos com Patric e a partir do gol avaiano o JEC tentava desesperadamente marcar. Com os avanços do Tricolor, o Avai arrisca nos contra-ataques. No fim do jogo, após muitas chancs o gol vio com Ricardinho chutando da entrada da área se chances para Zé Carlos.

JEC campeão do turno e finalista do campeonato catarinense.
Foto: Juliano Schmidt
http://www.portaljoinville.com.br/index.php

domingo, 13 de dezembro de 2009

Joinville campeão sul-brasileiro na raça



Joinville Esporte Clube conquistou na manhã deste domingo (13) o título de campeão da terceira edição da Recopa Sul-brasileira. Na decisão, em Votorntim, o Tricolor derrotou o Serrano, de Purudentópolis (PR), por 3 a 2.
O Joinville saiu na frente em duas oportunidades e os paranaenses consguiram empatar. Aos 48 minutos do segundo tempo, o atacante Lino marcou o gol da vitória e do título. O Joinville mantém a hegemonia do futebol catarinense na competição. Na primeira edição, em 2007, no Paraná, o Marcílio Dias foi o vencedor. No ano passado, em Santa Catarina, o Brusque saiu com o troféu de primeiro lugar.
A conquista Tricolor teve início no sábado (12) com a goleada por 6 a 2 sobre o Porto Alegre (RS).
Lima abriu o placar para o Joinville, aos 9 minutos, em cobrança de penalti. O Serrano empatou ainda no primeiro tempo, aos 43 minuto,com Rocha. No segundo tempo, o Tricolor voltou a ficar na frente com o gol de Ricardinho, os 16 minutos, em cobrnça de falta. Os paranaenses empataram com Tiaguinho, aos 39 minutos. O gol da vitória do Joinville foi marcado por Lino, aos 48 minutos.
O Joinville venceu e foi campeão da Recopa Sul-brasileira com
Andre
Paulinho Dias
Carlinhos Santos
Samuel
Elton
Douglas
Claudemir
Rafael Bitencourt (Lino)
Leandro Costa (Marcelo)
Lima (Edinho)
www.jec.com.br