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sábado, 24 de maio de 2014

Real goleia Atlético de Madrid na prorrogação e conquista "La Decima" Liga dos Campeões

La Decima deixou de ser um sonho e virou realidade em Lisboa. O sonho ficou ainda mais distante quanto o Atlético fez 1 a 0 e se defendeu com todas as forças, mas o artilheiro Sergio Ramos apareceu e foi decisivo novamente, aos 47, e conseguiu levar a partida para a prorrogação, que acabou com vitória e título para o Real.

O jogo, que começou nervoso e pegado, terminou de forma emocionante. O placar de 4 a 1 esconde a dificuldade para levar o 10º título da Liga dos Campeões contra um Atlético que lutou até o esgotamento total das suas forças, e que ficará para a história apesar da derrota. Mas, no fim, a festa em Madri neste fim de semana é toda do torcedor merengue.

Forte marcação no início

A grande dúvida da decisão era se jogava, ou não, Diego Costa. O atleta começou entre os titulares, mas não durou muito. Logo aos nove minutos o atacante teve que ser substituido, para a entrada de Adrián.

Do outro lado, as dúvidas eram na lateral esquerda e no meio, e Ancelotti preferiu escalar Coentrão do lado e Khedira como volante, nos lugares de Marcelo, que ficou no banco, e Xabi Alonso, que não pôde jogar por conta de uma suspensão.

O início de jogo foi marcado por uma forte marcação das duas equipes. O Real tinha mais a bola, mas o Atlético conseguia executar marcação que começava no campo do adversário, e as chances de gol demoraram a aparecer.

A primeira vez que um time chutou no gol foi somente aos 27, quando Cristiano Ronaldo bateu falta e Courtois conseguiu fazer a defesa segura.

Aos 31, Gareth Bale ficou com a bola após erro na saída de bola colchonera e teve a grande oportunidade de abrir o placar, mas chutou para fora.

Bola parada do Atlético faz a diferença

A resposta do Atlético foi fatal. Aos 36, Godín aproveitou cruzamento e cabeceou para encobrir Casillas, que saiu mal do gol, e abriu o placar em Lisboa.

Os primeiros 45 minutos foram marcados pelo jogo intenso do time do Vicente Calderón, que conseguiu se aproveitar da sua bola pelo alto, que costuma ser fatal. Do outro lado, Modric pouco apareceu na armação, e Ronaldo não se movimentou o bastante na frente.

Ronaldo foi mais presente na segunda etapa. O atacante apareceu e logo aos nove tentou de falta, mas Courtois espalmou para escanteio. Após a segunda cobrança, o português ganhou da zaga, mas cabeceou para fora.

Adrián respondeu do outro lado e, após ficar com sobra na área, bateu de direita, mas a bola desviou no lateral Coentrão e saiu em escanteio.

Real tem dificuldades, mas Ramos volta a ser artilheiro

Apesar de Ronaldo ter voltado melhor para a segunda etapa, o melhor jogador de branco em campo era Di María. Mas achar espaços na defesa montada por Simeone era uma tarefa quase impossível. Ancelotti, então, tentou melhorar ao colocar em campo Marcelo e Isco.

Aos 32, Bale tabelou com Ronaldo e achou o espaço. O galês ganhou da defesa na arrancada mas, já na área, finalizou mal, de perna canhota.

O time de branco não conseguia vencer a defesa adversária e o título parecia ficar com o lado colchonero da cidade, mas, aos 47, o zagueiro Sergio Ramos, em sua faze goleadora, subiu de cabeça para mandar para as redes. O jogo foi para a prorrogação.

Real é superior na prorrogação e fica com La Decima

O panorama se manteve o mesmo na prorrogação. O Atleti se defendia de todas as formas, enquanto o Real buscava o gol, mas furar a defesa era um problema.

Só que na prorrogação, a questão física é muito importante. Di María soube-se aproveitar das más condições do lateral Juanfran para arrancar e invadir a área. O argentino tentou chutar, Courtois espalmou e , no rebote, Bale mandou para as redes.

La Decima tão sonhada pelo lado branco de Madri finalmente chegou. No sufoco, na prorrogação, o time, comandado por Carlo Ancelotti, conseguiu fazer o clube voltar ao topo da Europa. Com o Atlético já morto, Marcelo e Ronaldo ainda marcaram e definiram o título histórico. Casillas erguei a "Orelhuda".

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Real Madrid / http://www.realmadrid.com/

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Real Madrid conquista Copa da Espanha sobre o Barcelona

O troféu da Copa do Rei vai para Madri. Em uma partida emocionante, a equipe da capital venceu o Barcelona, por 2 a 1, e conquistou a competição pela 19° vez.

Carlo Ancelotti, mais uma vez, teve que adaptar o seu time sem o português Cristiano Ronaldo, que segue se recuperando de lesão. Com isso, o trio de frente foi formado por Di María, Gareth Bale e Karim Benzema. Tata Martino, por sua vez, colocou na frente Neymar Jr, Andrés Iniesta e Lionel Messi.

Barcelona tem a bola, mas chuta pouco

O Real Madrid começou bem o jogo e arrematou logo duas vezes com Bale, mas o galês não conseguiu marcar. Com o passar do tempo, o jogo foi se desenvolvendo com o Barcelona controlando a bola no seu campo ofensivo, e o Real Madrid apostava em contra-ataques.

Foi exatamente em um contra-golpe que saiu o primeiro gol do time branco, logo aos dez minutos. Bale abriu para Benzema, que achou na frente o argentino Ángel Di María, que avançou em velocidade e abriu o placar do confronto.

Depois do gol, a partida continuou se desenvolvendo da mesma maneira: Real atrás, apostando em contra-ataques, e Barça com a bola, mas sem conseguir levar muito perigo ao goleiro Iker Casillas, que só pegou na bola duas vezes nos primeiros 45 minutos, ambas sem precisar realizar grandes defesas.

A partida teve as mesmas características na segunda metade. E começou com chances de Bale, novamente. Aos três, o galês se livrou de dois marcadores, invadiu e bateu para fora. Aos oito outra boa chance que passou perto, só que de fora da área.

O Barça seguia com a bola, no ataque, mas dava contra-ataques perigosos. Em um deles Benzema quase ampliou. O francês recebeu de Di María e bateu forte de canhota. Pinto e trave salvaram o time catalão.

Na cobrança de escanteio a bola chegou a entrar, mas o apitador anulou, alegando falta de Bale em Pinto. O time da Catalunha respondeu pouco depois, na mesma arma, e foi fatal: Bartra subiu mais que a zaga e deixou tudo igual no Mestalla.

O jogo ganhou em emoção. O time de branco, porém, continuava a ser mais perigoso, já que o ataque barcelonista tocava muito a bola, mas não era objetivo.
Bale decide o jogo

Aos 35, Modric chutou de fora, e a bola foi na trave novamente. Mas o gol do título veio com Bale, que vinha sendo o nome do Real na partida. E foi um golaço! O galês recebeu na esquerda, arrancou com uma velocidade incrível e, já na área, tocou na saída de Pinto: 2 a 1.

O Barcelona teve a grande chance de novo empate aos 44. Neymar recebeu de Xavi na área, livre, mas perdeu. O brasileiro bateu de bico, a bola bateu na trave, e a Copa do Rei foi para Madri. Chance de título para o Barça agora, só na Liga.

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Seleção da Liga dos Campeões 2010/2011

A Uefa divulgou a seleção da temporada na Liga dos Campeões de 2010/2011.

Seleção Liga dos Campeões de 2010/2011

Edwin Van der Saar (Manchester United)
Darijo Srna (Shakhtar Donetsk)
Gerard Piqué (Barcelona)
Nemanja Vidic (Manchester United)
Marcelo (Real Madrid)
Mesut Özil (Real Madrid)
Andrés Iniesta (Barcelona)
Ryan Giggs (Manchester United)
Gareth Bale (Tottenham)
Lionel Messi (Barcelona)
Raúl González (Schalke 04)
UEFA.com

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Gareth Bale vence prêmio de melhor jogador do ano na Inglaterra

Gareth Bale foi eleito o melhor jogador do ano na Inglaterra, em votação organizada pela Associação de Futebolistas Profissionais (PFA). O meio-campista ganhou o prêmio após ser o mais votado pelos jogadores. Bale concorreu com Charlie Adam, Sami Nasri, Scott Parker, Rafael Van der Vaart, Carlos Tevez e Nemanja Vidic.

"Estou mais do que encantado. É um grande prêmio e é uma honra recebê-lo, especialmente vindo dos colegas de profissão. Quando você olha para os nomes que ganharam antes, você só consegue falar 'wow'", afirmou o jogador do Tottenham no último domingo, após receber o troféu.

"Ele merece isso. É um grande prêmio para ele e eu não poderia estar mais satisfeito", declarou o treinador do Tottenham, Harry Redknapp. "Tem vários jogadores que poderiam ter ganhado. Se você ouvir os nomes daqueles que ganharam, deve ser o momento de maior orgulho na vida dele, por Bale ter conquistado isso com idade tão jovem", continuou.

O meio-campista dos Spurs se tornou o quarto jogador galês a conquistar o troféu. Antes dele, tinham conseguido esse feito Ian Rush, Mark Hughes e Ryan Giggs.

A PFA também premiou Jack Wilshere, do Arsenal, que foi escolhido como o melhor jovem do ano. "É a minha primeira temporada inteira aqui e é um grande prêmio, especialmente porque veio dos meus companheiros jogadores", disse o meio-campista de 19 anos.

A entidade elegeu a seleção do ano: Edwin van der Sar (Manchester United), Bacary Sagna (Arsenal), Ashley Cole (Chelsea), Nemanja Vidic (Manchester United), Vincent Kompany (Manchester City), Nani (Manchester United), Samir Nasri (Arsenal), Jack Wilshere (Arsenal), Gareth Bale (Tottenham), Carlos Tévez (Manchester City), Dimitar Berbatov (Manchester United).
Trivela
Foto: PA Photos