O goleiro Agustin Orion, do Estudiantes de La Plata, levou um susto nesta quarta-feira. O jogador argentino foi assaltado quando saía de casa para treinar no clube. Os ladrões interceptaram o seu carro e colocaram uma arma no seu peito. Sem sofrer qualquer agressão, Orion foi deixado na estrada.
O jogador, que estava acompanhado do pai, procurou a ajuda de policiais e, em entrevista a uma emissora de tv da Argentina, explicou o ocorrido.
- Colocaram a arma no meu peito, foi muito feio. Mas foi uma questão de sorte no azer, pois eles me trataram bem e não sofri nada. Fiquei preocupado porque meu pai não conseguia soltar o cinto de segurança, mas no fim, deu tudo certo - explicou Orion.
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AFP PHOTO / Juan Mabromata
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Estudiantes derrota Arsenal e é campeão argentino
O favorito sofreu. Teve de esperar mais de uma hora em Quilmes até que pudesse gritar sem medo sobre o título vencido. Uma espera que se torna maior ao pensar no “jejum” de quatro anos sem triunfo nacionais. Mas a dupla de atacantes prevaleceu diante da retranca de Sarandí. Mandando o desempate pra longe, o Estudiantes venceu por 2 x 0, com gols de Hernan Rodrigo López, e se sagrou o segundo campeão no bicentenário argentino ao faturar o Apertura 2010.
Ao início dos dois jogos, o Estudiantes entrava em campo como campeão. Tanto de fato como de espírito, pois imprimiu um ritmo ofensivo sufocante contra o Arsenal nos primeiros dez minutos. Até conseguiu um gol, que foi anulado corretamente pela posicão irregular da Gata Fernandez. Ainda assim, foi um reflexo do domínio Pincha em busca de uma rápida decisão no placar.
Contudo, o time de Sarandí que parecia acuado resolve se organizar em campo. Liderados por Choy González, Nervo e Obolo, o conjunto de Gustavo Alfaro começou a levar a Jabulani ao ataque. Por vezes até arriscavam contra o arco de Orión. Tudo isso, somado ao baque pos-gol do Vélez, aos 26 minutos, trouxe equilíbrio ao jogo dos visitantes. Não a ponto de se sobressair na partida, pois os anfitriões ainda atacavam nas bolas paradas e nos passes da Brujita Verón.
Um problema que se foi na volta dos vestiários, a medida em que o Arsenal passaria a se preocupar simplesmente em proteger a própria área. Apenas Choy e Obolo não faziam parte das duas linhas de quatro que Alfaro montou para defender a igualdade sem gols. Contra isso, e após a saída de Verón aos 12 minutos, o jogo Pincha se resumiu a poucos toques no chão e vários lançamentos para a área. Jogo feio para alguns, mas que daria resultado momentos depois.
Aos 28 minutos, escanteio para o Estudiantes. Após a cabeçada de Hernán Lopez, Fernandez ainda se lança com o pé direito para acertar a Jabulani. Na hora, pensou que era dele o gol do alívio, mas o replay mostrou que ele não conseguiu o desvio. Independente de quem é o autor, fato era que o sofrimento pelo possível jogo extra começava a sumir naquele instante: 1 x 0.
Mais tarde, o mesmo atacante uruguaio mostrou que substituiu o ídolo Verón à altura de honrar as cores dos Pinchas. Em outra bola alçada para a área, ele cabeceou antes do zagueiro Lisandro Lopez e encobriu Campestrini: 2 x 0, placar final. Com 45 pontos, o Estudiantes de La Plata alcança um recorde em campeonatos curtos, superando a ele próprio no título do Apertura 2006.
ESTUDIANTES: Orión, F. Fernandez, Desabato e Ré; Mercado, Braña (Roncáglia), Verón (Hernan López) e Rojo; Perez e Benítez; G. Fernandez (Matias Sanchéz). T: Alejandro Sabella
ARSENAL: Campestrini; Nervo, Lisandro López, Aguilar e Damián Pérez; A. González (Franzoia), Ortiz (Esmerado), Mosca (Alustiza) e Marcone; Choy González; Obolo. T: Gustavo Alfaro
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Ao início dos dois jogos, o Estudiantes entrava em campo como campeão. Tanto de fato como de espírito, pois imprimiu um ritmo ofensivo sufocante contra o Arsenal nos primeiros dez minutos. Até conseguiu um gol, que foi anulado corretamente pela posicão irregular da Gata Fernandez. Ainda assim, foi um reflexo do domínio Pincha em busca de uma rápida decisão no placar.
Contudo, o time de Sarandí que parecia acuado resolve se organizar em campo. Liderados por Choy González, Nervo e Obolo, o conjunto de Gustavo Alfaro começou a levar a Jabulani ao ataque. Por vezes até arriscavam contra o arco de Orión. Tudo isso, somado ao baque pos-gol do Vélez, aos 26 minutos, trouxe equilíbrio ao jogo dos visitantes. Não a ponto de se sobressair na partida, pois os anfitriões ainda atacavam nas bolas paradas e nos passes da Brujita Verón.
Um problema que se foi na volta dos vestiários, a medida em que o Arsenal passaria a se preocupar simplesmente em proteger a própria área. Apenas Choy e Obolo não faziam parte das duas linhas de quatro que Alfaro montou para defender a igualdade sem gols. Contra isso, e após a saída de Verón aos 12 minutos, o jogo Pincha se resumiu a poucos toques no chão e vários lançamentos para a área. Jogo feio para alguns, mas que daria resultado momentos depois.
Aos 28 minutos, escanteio para o Estudiantes. Após a cabeçada de Hernán Lopez, Fernandez ainda se lança com o pé direito para acertar a Jabulani. Na hora, pensou que era dele o gol do alívio, mas o replay mostrou que ele não conseguiu o desvio. Independente de quem é o autor, fato era que o sofrimento pelo possível jogo extra começava a sumir naquele instante: 1 x 0.
Mais tarde, o mesmo atacante uruguaio mostrou que substituiu o ídolo Verón à altura de honrar as cores dos Pinchas. Em outra bola alçada para a área, ele cabeceou antes do zagueiro Lisandro Lopez e encobriu Campestrini: 2 x 0, placar final. Com 45 pontos, o Estudiantes de La Plata alcança um recorde em campeonatos curtos, superando a ele próprio no título do Apertura 2006.
ESTUDIANTES: Orión, F. Fernandez, Desabato e Ré; Mercado, Braña (Roncáglia), Verón (Hernan López) e Rojo; Perez e Benítez; G. Fernandez (Matias Sanchéz). T: Alejandro Sabella
ARSENAL: Campestrini; Nervo, Lisandro López, Aguilar e Damián Pérez; A. González (Franzoia), Ortiz (Esmerado), Mosca (Alustiza) e Marcone; Choy González; Obolo. T: Gustavo Alfaro
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Verón recebe prêmio de melhor jogador da América do Sul
O meia argentino Juan Sebastián Verón, do Estudiantes, recebeu nesta terça-feira do jornal uruguaio “El País” o prêmio de melhor jogador da América do Sul. ‘La Brujita’ ganhou a honraria pelo segundo ano consecutivo, superando dessa vezo chileno Humberto Suazo (Zaragoza) e o equatoriano Edison Méndez (LDU).
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sábado, 19 de dezembro de 2009
Barcelona vira e conquista primeiro Mundial
O ano de 2009 vai ficar na memória dos torcedores do Barcelona. Depois de conquistar a Liga dos Campeões, o Campeonato Espanhol, a Copa do Rei, a Supercopa da Espanha e a Supercopa da Europa, o clube da Catalunha derrotou o Estudiantes e conquistou o Mundial de Clubes da Fifa o sexto título no ano.
Mesmo com a derrota no primeiro tempo por 1 a 0, o Barça conseguiu a virada e venceu a partida por 2 a 1, na prorrogação. Boselli abriu o placar, Pedro empatou no tempo regulamentar e Messi virou no tempo extra com um gol de peito.
Quem teve a primeira oportunidade de marcar foi o Estudiantes com Pérez, que, aos 3 minutos, recebeu lindo passe de Verón, mas não conseguiu chegar na bola.
Logo depois o clube catalão respondeu com Ibrahimovic, que deixou Xavi na cara de Albil e preferiu tentar o passe e não o chute. Antes de levar o gol o Barcelona reclamou de um pênalti em Xavi, que o juiz mandou seguir.
Quando o relógio marcava 37 minutos, Díaz dominou no meio-campo pela esquerda, cruzou entre os zagueiros do Barcelona e Boselli subiu muito bem de cabeça para marcar. A torcida do Estudiantes, que não parou de cantar um minuto, foi ao delírio.
No começo do segundo tempo o Barcelona partiu com tudo para cima dos adversários. O atacante Pedro entrou no lugar do volante Keita, e logo aos 2 minutos Ibrahimovic perdeu uma oportunidade clara para empatar.
A partida continuou como um "ataque contra defesa", e aos 14 minutos mais uma oportunidade incrível perdida pelos europeus. Henry cruzou pela esquerda e Pedro perdeu o tempo de bola e furou.
O Estudiantes foi um time guerreiro. Os hermanos sofreram 43 minutos de pura pressão catalã e aguentaram bravamente, porém, Piqué passou para Pedro que mandou de cabeça e mandou por cima do goleiro argentino.
Na prorrogação, o Barça partiu mais uma vez com tudo para o ataque, o Estudiantes tentava partir em contra-ataques mas sem sucesso. Aos 5 minutos do segundo tempo, Messi recebeu bola da direita e, com o peito mandou para o gol, o goleiro não saiu para tentar cortar a bola. Estava na hora do craque decidir o jogo!
Com essa vitória, o Barcelona ganhou pela primeira vez o Mundial de Clubes. Nas outras duas oportunidades que havia disputado - contra o São Paulo em 1992, e com o Internacional em 2006 - o clube catalão havia saido com a derrota. Barça campeão de tudo!
FICHA TÉCNICA:
ESTUDIANTES 1 X 2 BARCELONA
Estádio: Zayed Sports City, em Abu Dabi (EAU)
Data/hora: 19/12/2009 - 14h (de Brasília)
Árbitro: Benito Archundia (MEX)
Auxiliares: Hector Vergara (CAN) e Marvin Torrentera (MEX)
Cartões Amarelos: Díaz, Clemente Rodríguez, Enzo Pérez, Sanchez, Rojo, Braña (EST); Messi, Henry, Valdés (BAR)
Cartões Vermelhos: Não houve
GOLS: Boselli, 37'/1ºT (1-0); Pedro, 43'/2ºT (1-1); Messi, 5'/2ºT (1-2)
ESTUDIANTES: Albil, Cellay, Ré (Rojo, 46'/2ºT), Desábato, Díaz; Clemente Rodríguez, Braña, Verón, Leandro Benítez (Sanchez, 31'/2ºT); Enzo Pérez (Nuñez, 34'/2ºT) e Mauro Boselli. Técnico: Alejandro Sabella.
BARCELONA: Valdés, Daniel Alves, Piqué, Puyol, Abidal; Xavi, Keita (Pedro, intervalo), Busquets (Yaya Touré, 34'/2ºT); Messi, Ibrahimovic e Henry (Jeffren, 38'/2ºT). Técnico: Pep Guardiola.
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Mesmo com a derrota no primeiro tempo por 1 a 0, o Barça conseguiu a virada e venceu a partida por 2 a 1, na prorrogação. Boselli abriu o placar, Pedro empatou no tempo regulamentar e Messi virou no tempo extra com um gol de peito.
Quem teve a primeira oportunidade de marcar foi o Estudiantes com Pérez, que, aos 3 minutos, recebeu lindo passe de Verón, mas não conseguiu chegar na bola.
Logo depois o clube catalão respondeu com Ibrahimovic, que deixou Xavi na cara de Albil e preferiu tentar o passe e não o chute. Antes de levar o gol o Barcelona reclamou de um pênalti em Xavi, que o juiz mandou seguir.
Quando o relógio marcava 37 minutos, Díaz dominou no meio-campo pela esquerda, cruzou entre os zagueiros do Barcelona e Boselli subiu muito bem de cabeça para marcar. A torcida do Estudiantes, que não parou de cantar um minuto, foi ao delírio.
No começo do segundo tempo o Barcelona partiu com tudo para cima dos adversários. O atacante Pedro entrou no lugar do volante Keita, e logo aos 2 minutos Ibrahimovic perdeu uma oportunidade clara para empatar.
A partida continuou como um "ataque contra defesa", e aos 14 minutos mais uma oportunidade incrível perdida pelos europeus. Henry cruzou pela esquerda e Pedro perdeu o tempo de bola e furou.
O Estudiantes foi um time guerreiro. Os hermanos sofreram 43 minutos de pura pressão catalã e aguentaram bravamente, porém, Piqué passou para Pedro que mandou de cabeça e mandou por cima do goleiro argentino.
Na prorrogação, o Barça partiu mais uma vez com tudo para o ataque, o Estudiantes tentava partir em contra-ataques mas sem sucesso. Aos 5 minutos do segundo tempo, Messi recebeu bola da direita e, com o peito mandou para o gol, o goleiro não saiu para tentar cortar a bola. Estava na hora do craque decidir o jogo!
Com essa vitória, o Barcelona ganhou pela primeira vez o Mundial de Clubes. Nas outras duas oportunidades que havia disputado - contra o São Paulo em 1992, e com o Internacional em 2006 - o clube catalão havia saido com a derrota. Barça campeão de tudo!
FICHA TÉCNICA:
ESTUDIANTES 1 X 2 BARCELONA
Estádio: Zayed Sports City, em Abu Dabi (EAU)
Data/hora: 19/12/2009 - 14h (de Brasília)
Árbitro: Benito Archundia (MEX)
Auxiliares: Hector Vergara (CAN) e Marvin Torrentera (MEX)
Cartões Amarelos: Díaz, Clemente Rodríguez, Enzo Pérez, Sanchez, Rojo, Braña (EST); Messi, Henry, Valdés (BAR)
Cartões Vermelhos: Não houve
GOLS: Boselli, 37'/1ºT (1-0); Pedro, 43'/2ºT (1-1); Messi, 5'/2ºT (1-2)
ESTUDIANTES: Albil, Cellay, Ré (Rojo, 46'/2ºT), Desábato, Díaz; Clemente Rodríguez, Braña, Verón, Leandro Benítez (Sanchez, 31'/2ºT); Enzo Pérez (Nuñez, 34'/2ºT) e Mauro Boselli. Técnico: Alejandro Sabella.
BARCELONA: Valdés, Daniel Alves, Piqué, Puyol, Abidal; Xavi, Keita (Pedro, intervalo), Busquets (Yaya Touré, 34'/2ºT); Messi, Ibrahimovic e Henry (Jeffren, 38'/2ºT). Técnico: Pep Guardiola.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Estudiantes está na final do Mundial
Estudiantes e Pohang Steelers fizeram a primeira semifinal do Mundial de Clubes da Fifa nessa terça-feira. E, sem muita dificuldade, o time argentino fez 2 a 1, se classificou para a final do torneio e vai enfrentar o vencedor de Atlante e Barcelona.O jogo começou com o Estudiantes partindo para cima. Logo aos 5 minutos, após rebote do goleiro coreano, Boselli deu uma bicicleta e a bola foi na trave. Na volta, Benítez chutou por cima e perdeu uma grande chance para abrir o placar. Depois disso, a partida ficou equilibrada e poucas chances de perigo foram criadas.
Mas, aos 47 minutos, o Estudiantes conseguiu marcar o primeiro gol. Benítez cobrou falta de longe, a bola passou por todo mundo e foi direto para o gol.
A segunda etapa teve início com o time sul-coreano tentando pressionar. Mas logo aos 5 minutos o Estudiantes acalmou o jogo. Após confusão na área, Benítez ficou livre e chutou para ampliar. Aos 11 minutos, Hwang Jae Won fez falta feia e foi expulso.
Quando tudo parecia decidido, o Pohang Steelers conseguiu diminuir — aos 25 minutos. Depois de um bate e rebate na área, a bola sobrou para o brasileiro Denilson, impedido, marcar para os coreanos. Logo em seguida, mais uma falta feia do Pohang e mais um coreano expulso. Dessa vez foi Kim Jae Su.
Ainda deu tempo de, aos 31 minutos, o goleiro do Pohang também ser expulso. Shin Hwa Yong saiu desesperado da área e trombou com o atacante do Estudiantes. Como já havia feito as três substituições, Denilson teve de ir para o gol.
Depois disso a partida ficou morna e a equipe argentina segurou o jogo. Com a vitória, o Estudiantes é o primeiro classificado para a final do Mundial de Clubes que acontecerá no próximo sábado, dia 19. O advesrário sai do confronto dessa quarta-feira, entre Barcelona e Atlante.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Verón é eleito melhor jogador da Libertadores de 2009
O argentino Verón recebeu na tarde desta quinta-feira, na sede da Conmebol, em Luque, no Paraguai, o prêmio de melhor jogador da Libertadores da América de 2009. Campeão com o Estudiantes, que bateu o Cruzeiro na grande decisão, “La Brujita” ganhou, além de um troféu, um cheque de US$ 30 mil (R$ 51 mil) do patrocinador do torneio.
Agora, o Estudiantes de Verón se prepara para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa (veja a tabela do torneio), em dezembro, nos Emirados Árabes. Além do clube argentino, estarão na disputa o Barcelona (ESP), Pohang Steelers (COR), Atlante (MEX), TP Mazembe (CON), Auckland City (NZL) e Al-Ahli (EAU). Lembrando que o time de La Plata e o Barça entram na semifinal.
globo.com
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Cruzeiro é o único brasileiro entre os 10 no ranking de clubes
O Cruzeiro subiu uma colocação no ranking divulgado pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) do mês de outubro. O time mineiro ganhou seis pontos em relação à última publicação. Os cruzeirenses seguem como os únicos brasileiros entre os dez primeiros colocados. O ranking mede o desempenho das equipes no período de 1º de novembro de 2008 a 30 de outubro de 2009. No Brasil, a IFFHS contabiliza o desempenho dos clubes no Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Copa Santander Libertadores e Copa Sul-Americana
Confira a lista com os dez primeiros colocados: 1 - Manchester United - Inglaterra - 3262 2 - Barcelona - Espanha - 2983 3 - Shakhtar - Ucrânia - 2934 4 - Chelsea - Inglaterra - 2835 5 - Hamburgo - Alemanha - 2746 6 - Estudiantes- Argentina - 2657 7 - Werder Bremen - Alemanha - 2638 8 - Arsenal- Inglaterra - 2459 9 - Cruzeiro - Brasil - 23110 10 - Roma - Itália - 228
Lancepress!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
ESTUDIANTES CAMPEÃO DA LIBERTADORES 2009
Mineirazo: Estudiantes conquista a Libertadores

O Estudiantes de Juan Sebastián Verón se sagrou campeão da Copa Libertadores da América pela quarta vez. Os Pincharratas derrotaram o Cruzeiro por 2 a 1, de virada, no Mineirão, e conquistaram o título depois de um empate por 0 a 0 no jogo de ida, em La Plata. Gastón Fernández e Mauro Boselli responderam ao gol de Henrique, definindo o resultado.
Com a conquista, Verón segue os passos de seu pai, Juan Ramón, que era o grande nome do time que conquistou os três primeiros títulos do Estudiantes na Libertadores, entre 1968 e 1970.
Apoiado pela torcida que lotou o estádio, o Cruzeiro não conseguiu se impor no primeiro tempo. A partida se mostrou equilibrada, com raras oportunidades de gol dos dois lados. Tanto o goleiro Fábio, da Raposa, quanto Mariano Andújar, do Estudiantes, não foram seriamente exigidos.
Em uma das poucas chances, aos 23 minutos, Boselli errou o chute apenas com Fábio à sua frente. Dois minutos depois, Wagner deu bom passe em profundidade para Wellington Paulista, mas Andújar saiu bem e agarrou a bola na grande área. Em uma pequena confusão no meio-campo, Verón e o atacante cruzeirense Kléber levaram cartões amarelos.
Aos 7 do segundo tempo, o Cruzeiro abriu o placar. O volante Henrique acertou um chute de longa distância e contou com um desvio no zagueiro Leandro Desábato para acertar o canto direito, sem possibilidades para o goleiro argentino.
A empolgação da torcida celeste, no entanto, durou apenas cinco minutos. Em boa jogada pela direita, o lateral Cristian Cellay cruzou por baixo e Fernández concluiu na pequena área.
O gol do título foi marcado por Boselli aos 28 minutos, cabeceando no meio da área um escanteio cobrado por Verón pela direita. Foi o oitavo gol do atacante, que terminou como artilheiro da competição.
O Cruzeiro poderia ter empatado a três minutos do final, quando o atacante Thiago Ribeiro, que saiu do banco de reservas, acertou um chute no travessão, na última oportunidade dos donos da casa.
A conquista garante o Estudiantes no Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro, nos Emirados Árabes. Foi a sexta derrota consecutiva de um time brasileiro para estrangeiros na decisão da Libertadores, depois de Fluminense (LDU, 2008), Grêmio (Boca Juniors, 2007), Santos (Boca Juniors, 2003), São Caetano (Olimpia, 2002) e Palmeiras (Boca Juniors, 2000).
Fonte: Trivela.com
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